Como Começar a Investir em Debêntures Incentivadas? | Blog London Capital

Como Começar a Investir em Debêntures Incentivadas?

By Tatiana Mallmann

Invista Melhor | Acumular, Rentabilizar e Proteger

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Você sabia que é possível investir em grandes empresas através de debêntures?

Saber como  começar a investir em debêntures incentivadas pode trazer excelentes resultados para a sua carteira no longo prazo.

Com a queda de juros, muitos investidores estão buscando alternativas de investimentos mais rentáveis na renda fixa.

Como você provavelmente já sabe, as maiores taxas de rendimento normalmente são acompanhadas pelo risco mais elevado.

Assim como qualquer ativo financeiro, a debênture possui riscos, mas que podem ser minimizados se bem avaliados antes de fazer a aquisição.

Com o aumento das emissões, é preciso aprender como investir em debêntures e quais são as melhores e mais seguras para o seu portfólio.

Então, se você quer começar a ganhar dinheiro investindo em debêntures, aqui é o lugar certo!

Neste artigo, você vai entender:

  • Quais são os tipos de debêntures?
  • Como calcular a rentabilidade de uma debênture
  • Quais são os melhores setores para investir em 2018?
  • Quando investir em debêntures vale a pena?
  • Quais são os riscos do investimento em debêntures
  • Quais são os tributos para investir em debênture?
  • Qual é a diferença entre comprar debêntures e ações?
  • Como investir em debêntures em 2018

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

Boa leitura!

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O que são Debêntures?

Da mesma forma que existem títulos de dívida pública que o governo emite, as empresas podem emitir títulos de dívida para os interessados. Essas entidades privadas aplicam esses recursos em grandes projetos, os quais trarão mais resultados para elas.

Quando se compra uma debênture, você se torna credor de uma empresa e receberá juros pelo valor emprestado, tal como uma instituição financeira faz conosco quando solicitamos um empréstimo para concretizar qualquer projeto pessoal. Mas lembre-se de que você não é sócio dessa empresa e sim credor dela.

Mesmo sem saber, você já pode ter investido em debêntures: nos fundos de investimento. Eles costumam comprar diversos papéis distintos e, geralmente, as debêntures fazem parte dessas aquisições.

 

Diferença Entre Debêntures e Ações

Uma das dúvidas mais frequentes entre os investidores é a diferença entre investir em debêntures ou ações. A primeira coisa é que o primeiro é um investimento de renda fixa e o segundo é de renda variável.

Então, as dinâmicas de mercado são distintas. As debêntures têm rendimentos estáveis, isto é, na hora da compra, você já tem ideia de quanto vai receber no vencimento.

As ações são precificadas pelo mercado. Portanto, não é possível saber o quanto ela pode valorizar.

Apesar de que as duas são emitidas por empresas, o foco de investimento é um pouco diferente. As ações conferem o poder de se tornar sócio do negócio e participar das decisões.

Já as debêntures são apenas empréstimos para o financiamento das atividades da companhia. Uma alternativa é investir em debêntures conversíveis.

Então, se você quer rendimentos estáveis e investimento indireto, as debêntures podem ser boas opções.

Caso o seu foco seja se tornar sócio e ter rentabilidade mais agressiva, as ações costumam ser indicadas.

 

Tipos de Debêntures

A debênture é um investimento de renda fixa emitido por uma empresa, que por sua vez, pode ser privada ou estatal.

Basicamente, ela funciona como um empréstimo do seu dinheiro para a companhia. Em troca, você recebe uma taxa de rentabilidade que é acertada na hora da compra.

Enquanto isso, a companhia faz a captação necessária para financiar projetos, aquisições ou pagar dívidas.

As debêntures são regulamentadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Esse mesmo órgão faz a organização e categorização dos ativos.

Assim, elas são subdivididas em diversas classes. Conheça tudo sobre cada uma delas:

Debênture nominativa ou escritural

A classificação inicial de qualquer debênture inicia-se em nominativa ou escritural. A primeira consiste no registro, controle e emissão da própria companhia emissora em nome do investidor.

Enquanto que a escritural se trata da forma mais comum, em que uma instituição financeira autorizada pela CVM faz a oferta, controle e registro da aquisição do investidor.

Depois disso, elas são classificadas quanto à forma de pagamento do rendimento das debêntures:

Debênture simples

Este é o tipo mais comum de debênture. O objetivo é tornar o processo menos burocrático e acessível a todos os investidores. Com ela, você detém do papel e recebe os rendimentos na data do resgate.

Debênture conversível

Esta debênture também é conhecida como DCA (Debênture Conversível em Ações). Aqui, o investidor tem a opção de receber o valor investido em moeda corrente ou em ações da empresa emissora.

No momento da aquisição, a companhia precisa informar a proporção de conversão entre estes ativos e a classe de ações que será ofertada.

Debênture permutável

A debênture permutável é conhecida por trazer grande liberdade ao investidor.

Na data de vencimento, ele tem a opção de escolher entre receber o valor investido em moeda corrente, ações do emissor ou papéis de outras empresas.

Portanto, ele já pode reinvestir o seu capital em uma gama de ativos maior em relação às demais categorias.

Em alguns casos, o resgate da debênture é permutado em bens do emissor ou outros produtos financeiros.

Todas estas informações são repassadas ao investidor logo no momento da aquisição da debênture.

Debênture incentivada

Essa classe de debênture tem crescido muito nos últimos anos. Ela é emitida por empresas de setor da infraestrutura. Por se tratar de uma área estratégica, o governo isenta os emissores dos tributos.

Então, os investidores também são beneficiados por essa isenção, ou seja, as debêntures incentivadas são investimentos livres de taxas. 

Por fim, há classes especiais e as relacionadas à garantia:

Debênture perpétua

Essa debênture não possui prazo de vencimento definido. Assim, o emissor faz um acordo com o investidor quanto ao pagamento dos rendimentos e a sua periodicidade.

Debênture participativa

Nesta classificação, o emissor oferece parte dos rendimentos sob forma de participação nos lucros da empresa.

Debênture da operação de securitização

Essa debênture é menos comum. O processo de securitização converte os contratos financeiros de recebíveis, por exemplo, pagamentos com cartão de crédito e mensalidades escolares, em títulos negociáveis no mercado.

Para isso, o emissor oferece garantias adicionais, como o pagamento de uma taxa de desconto sobre os fluxos destes recebíveis.

Assim, ele dispõe do dinheiro dos investidores de forma mais rápida.

Como Calcular a Rentabilidade de Uma Debênture?

Agora que você já conhece os tipos de debêntures, vamos mostrar como você pode calcular a rentabilidade deste ativo de forma simples e prática.

Antes de qualquer coisa, você precisa entender como funciona o pagamento deste ativo. Basicamente, há dois tipos de taxas: prefixada e pós-fixada.

A primeira é um rendimento fixo, por exemplo, 12% ao ano. Assim, você vai receber exatamente os 12% todos os anos até a data do vencimento.

Já a taxa de rentabilidade pós-fixada está atrelada a um indexador da economia, por exemplo, 5% + IPCA ou 120% do CDI.

Como estes índices sofrem variações com o tempo, os rendimentos da sua debênture também oscilam até a data do resgate.

Agora, você está pronto para aprender como calcular a rentabilidade de uma debênture. Acompanhe os exemplos:

Neste contexto, considere duas debêntures: uma simples e uma incentivada. Assim, você vai entender melhor o efeito da isenção das taxas sobre o valor investido.

Digamos que elas custam R$ 1 mil e têm taxa de rentabilidade de 8,0% + IPCA. O vencimento delas ocorrerá em dois anos.

Ao considerar o IPCA acumulado de 2018 está em 2,84%, o rendimento bruto em 12 meses, será de R$ 108,40. Se a inflação continuar neste patamar, até o resgate, você vai receber em torno de R$ 216,80. O total será de R$ 1.216,80.

Para a debênture simples, há o desconto da alíquota do IR em 17,5%, que incide apenas sobre os R$ 216,80. Assim, o valor final será de R$ 178,86 e você resgatará R$ 1.178,86 no final destes dois anos.

No caso da debênture incentivada, o retorno final será de R$ 1.216,80. Perceba que a isenção permite que você ganhe, no mínimo, 15% a mais, que é o percentual mínimo da tabela regressiva do Imposto de Renda.

 

 

Quando os Juros das Debêntures Incentivadas são recebidos?

Os juros podem ser recebidos mensalmente, trimestralmente, semestralmente, anualmente ou apenas no vencimento do título, e essa data também é definida pela empresa emissora. Obviamente, eles serão reduzidos das taxas operacionais, como taxa de custódia e a taxa da negociação. Procure verificar antes de efetivar a compra se o título é interessante em todos os aspectos.

 

Quais os Riscos de investir em Debêntures (E Como Minimizá-los)

Assim como qualquer investimento, a debênture possui riscos, que você, como investidor, deve conhecê-los e verificar se estão compatíveis com as suas expectativas e perfil.

De forma geral, esse ativo possui um grau de risco mais elevado que os papéis mais tradicionais da renda fixa como o Tesouro Direto.

Sem contar que ele não possui a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Portanto, se o emissor falir, você pode perder todo o dinheiro investido.

Essa classificação advém de alguns fatores como:

  • Risco de crédito: este é o risco do emissor da debênture não pagar os rendimentos prometidos no momento da compra.
  • Risco monetário: ele está associado à dinâmica das taxas de juros sobre a empresa emissora. Caso haja uma alteração brusca, é possível que o endividamento dela aumente e os pagamentos dos rendimentos sejam afetados.
  • Risco financeiro: este é fator que representa o risco do emissor não ter fluxo de caixa suficiente e não pagar os retornos acordados.
  • Risco cambial: ele varia conforme o emissor. Se ele estiver exposição ao câmbio e houver flutuações, os rendimentos podem ser afetados.

Se você quiser vendê-los antes do vencimento, eles serão apresentados na B3 para os interessados. Pode ser que você não tenha tantos interessados ou que paguem um valor inviável para a venda.

Também há o risco de a empresa não realizar o pagamento na data do vencimento. Sua assessoria de investimentos poderá lhe auxiliar nesse ponto, pois avaliará o histórico das empresas com relação ao pagamento de juros, do valor principal e ainda à classificação de risco que essas empresas possuem junto ao público.

Essa é uma modalidade de investimento com valores relativamente baixos, pois os valores mínimos iniciam em R$ 1 mil. A rentabilidade e a indexação dos juros ficará sob responsabilidade da empresa emissora, cabendo a você, investidor, buscar informações junto à sua assessoria de investimentos para definir qual é a melhor (ou as melhores) empresa para receber seus investimentos.

A diferença entre um bom e um mau negociador de debêntures está na análise prévia que deve ser feita das empresas a serem investidas. Feito isso, as possibilidades de sucesso nesse tipo de investimento ainda pouco difundido no Brasil são grandes.

Tributação das Debêntures

Investir em debêntures possui custos. Portanto, você deve avaliá-los com o objetivo de saber até que ponto a rentabilidade delas pode ser comprometida.

Atualmente, este ativo possui um único tributo, que é o Imposto de Renda (IR). Como os demais investimentos da renda fixa, ele segue a tabela regressiva. Confira abaixo:

Prazo Alíquota (%)
Até 180 dias 22,5
De 181 a 360 dias 20,0
De 361 a 720 dias 17,5
Acima de 720 dias 15,0

Tabela regressiva do Imposto de Renda para as debêntures – Fonte: Receita Federal

Note que quanto maior o tempo de investimento, menor será a alíquota cobrada. Por isso, o ideal é investir em debêntures com um valor que possa ser alocado até o vencimento.

Caso você necessite de maior liquidez, há alternativas mais recomendadas, como os títulos do Tesouro Direto.

 

Quais as Melhores Debêntures Para Investir?

Investir em debêntures se tornou ainda mais popular a partir de 2017.

De acordo com a B3, as emissões somaram cerca de R$ 90 bilhões. Este montante representou o crescimento de 48% em relação a 2016.

O destaque foi para as incentivadas, que movimentaram mais de R$ 7,3 bilhões. Para este ano, a expectativa é que as empresas continuem a emitir esses ativos.

Como há diversos papéis e companhias, é comum ter dúvidas sobre qual escolher. A primeira coisa que você deve analisar é o rendimento que o investimento oferece.

Se você quer investir em debêntures e obter alta rentabilidade, as melhores incentivadas podem ser excelentes alternativas. Afinal de contas, os rendimentos vão direto para o seu bolso.

Além disso, o mercado está aquecido por conta da nova remessa de privatizações e concessões. Portanto, essa categoria deverá ser emitida com mais frequência.

As melhores debêntures de 2018 vêm de empresas confiáveis e reconhecidas no setor de atuação. Neste ponto, é necessário avaliar a relação risco-retorno esperado.

 

Quais as debêntures mais rentáveis?

As melhores debêntures tendem a oferecer rentabilidade um pouco menor. Em compensação, você terá mais tranquilidade.

Uma dica na hora de escolher é avaliar o rating do emissor. Lembre-se de que quanto maior a nota, menor a possibilidade de quebra.

Além da rentabilidade bruta, as melhores debêntures deste ano também possuem ganho real atrativo. Para o cálculo, basta subtrair o retorno bruto da inflação do período, por exemplo, com uma taxa de 10% e o IPCA em 2,85%, o ganho real será de 7,15%.

Isso significa que o seu dinheiro valorizou 7,15% acima da inflação, ou seja, é o valor que efetivamente entra no seu bolso.

Nos próximos tópicos, vamos mostrar como escolher as melhores debêntures para a sua carteira.

 

Quando Vale a Pena Comprar Debêntures?

Antes de investir em debêntures, é preciso fazer uma análise de diversos fatores pessoais e de mercado. Portanto, você precisa saber como fazer esta avaliação antes de fazer qualquer aquisição.

Para saber se vale a pena comprá-las, a primeira coisa a fazer é identificar o seu perfil de investidor. A debênture costuma ser indicada para investidores não tão conservadores.

Caso o seu perfil seja conservador, procure aplicar antes em alternativas mais brandas, como Tesouro Direto e os CDBs.

Depois disso, faça o levantamento dos seus objetivos como investidor, por exemplo, aposentadoria, comprar um carro ou fazer um intercâmbio.

Defina também os prazos de realização, como por exemplo conquistar a independência financeira em dois anos. Assim fica mais fácil saber se investir em debêntures é um bom negócio para a sua carteira.

Estas duas informações são importantes porque este ativo é mais recomendado para o médio e longo prazos. Lembre-se de que ele não possui alta liquidez. Então, se você vendê-lo antes do vencimento, terá perdas de rentabilidade.

Investir em debêntures pode ser interessante para quem quer investir indiretamente em uma empresa, isto é, optar por um investimento de renda fixa para conhecer o negócio.

Apesar de pertencer à renda fixa, é necessário conhecer a companhia e seus fundamentos, como endividamento, finalidade dos recursos da debênture e governança.

Caso você escolha um ativo conversível, futuramente, você passará a investir diretamente na empresa como acionista.

O investimento em debêntures costuma ser indicado para a diversificação. Afinal de contas, elas vêm de companhias ligadas aos diversos setores da economia, como produção de energia, construção de estradas e petroquímicas.

Então, se você busca acrescentar rendimentos mais atrativos e ainda financiar o crescimento destas áreas, estes ativos podem ser boas alternativas.

Outro ponto é o poder de compra. Muitas debêntures têm a rentabilidade atrelada ao IPCA. Assim, você obtém ganhos reais que protegem o seu dinheiro e asseguram o seu poder de compra no futuro.

O rendimento desta aplicação costuma ser superior a 100% do CDI, ou seja, a sua carteira pode alcançar retornos alinhados ou superiores ao mercado.

Por fim, investir em debêntures é bastante acessível. Boa parte das emissões estão em torno de R$ 1 mil. Isso significa que os investidores têm a possibilidade de começar mesmo com aportes mais baixos.

 

Como Começar a Investir em Debêntures na Prática?

A maneira mais simples de alocar seus recursos em debêntures é com o auxílio de corretoras ou bancos, pois estes já possuem larga experiência nesse tipo de investimento. Há a possibilidade de comprar debêntures emitidas pelas próprias empresas ou por terceiros que queiram se desfazer dos seus investimentos previamente realizados.

Essa negociação é feita via B3 e sua corretora também poderá apresentar os valores mínimos para investimento, pois cabe às empresas emissoras definir tal monta. Sendo assim, verifique junto ao seu planejador de investimentos se esse tipo de investimento se encaixa no seu perfil.

Como Investir em Debêntures Passo a Passo

Depois de conhecer tudo sobre as debêntures, chegou a hora de aprender como investir nelas. Para isso, montamos um passo a passo para você começar ainda hoje. Confira:

  1. Procure uma corretora de valores: o primeiro passo é escolher uma instituição financeira de confiança, neste artigo explicamos como escolher uma corretora
  2. Abra a sua conta: insira os seus dados pessoais, crie um login e senha.
  3. Transfira os recursos: depois de abrir a sua conta, transfira o valor para investir em debêntures da sua conta bancária para a conta da corretora através de TED de mesma titularidade.
  4. Entre na sua plataforma: agora, entre na sua conta e escolha a opção Renda Fixa. Aqui, você encontra todas as opções de debêntures disponíveis para investimento.
  5. Escolha: reserve um tempo para definir onde investir. Selecione as debêntures desejadas e avalie aspectos, como rating, taxa de rentabilidade e data de vencimento.
  6. Invista: já sabe onde investir? Clique em Comprar. Insira o valor a ser investido e clique novamente em Comprar.

Pronto! Você acaba de se tornar um investidor de debêntures e de dar um novo rumo ao seu dinheiro!

 

Conclusão

Aprender como investir em debêntures pode ser um negócio lucrativo para muitos investidores.

Com a queda dos juros, o fluxo do mercado seguiu para ativos que oferecem taxas mais atrativas. 

As debêntures conseguem essa flexibilidade porque são emitidas pelas empresas. Portanto, se você quer ter bons rendimentos e investir indiretamente em uma companhia de interesse, elas podem ser excelentes alternativas.

Para os próximos anos, o mercado prevê que os juros continuarão baixos. Assim, estas aplicações devem continuam em alta em emissão e investimento, principalmente as incentivadas, que são isentas de tributos.

Sem contar que há possibilidade de se tornar um acionista depois da data do vencimento, ou seja, você começa emprestando dinheiro e finaliza como sócio do emissor.

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About the Author

Tatiana Mallmann, Co-Fundadora do Blog London Capital, formada em Administração de Empresas, ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Especialista em planejamento financeiro, gestão de risco, proteção do ativo humano, blindagem de patrimônio e sucessão empresarial.