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Previdência Privada ou Fundo de Investimento – Qual é Melhor?

ByTatiana Mallmann

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previdência privada ou fundo de investimento

Plano de previdência privada ou fundos de investimentos? Há vantagens e desvantagens de ambos os lados, porém, é importante lembrar que a intenção do investidor também deve ser levada em conta na hora de decidir por qual modelo optar.

Neste post vamos conceituar os dois tipos de investimentos, citar suas vantagens e desvantagens e mostrar suas principais diferenças.

 

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Plano de Previdência Privada

Muito comum entre os brasileiros, o plano de previdência privada é uma forma de guardar dinheiro com intuito de complementar a aposentadoria ou então para atingir objetivos de longo prazo.

Para ter direito ao benefício, o investidor deve contribuir por um intervalo de tempo, de acordo com o contrato firmado entre ele e a entidade.

Uma vantagem é que no fim do contrato a pessoa pode fazer um único saque ou optar por uma renda temporária.

Tipos de planos de previdência privada

Existem dois tipos de plano de previdência privada, o PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) e o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres).

Ambos são aposentadorias, porém, não ligadas ao Governo. O PGBL permite abater os pagamentos mensais na declaração do IR (Imposto de Renda) e o VGBL é indicado para as pessoas que fazem a declaração simples.

Taxas e tributação

Esta é uma desvantagem, pois as taxas podem ser bem elevadas.

Podemos destacar duas: a taxa de administração, cobrada em cima do valor do patrimônio, e taxa de entrada, mais conhecida como taxa de carregamento, que é cobrada em cima de cada aplicação do investidor.

A tributação será outra desvantagem se o resgate for feito antes de 10 anos, podem chegar a 35%. Porém, é vantajosa para quem quer trabalhar com investimentos de longo prazo.

No PGBL, o investidor pode deduzir até 12% da renda anual na declaração do IR em cima dos valores aplicados. O imposto será pago no momento da retirada do dinheiro.

Outra vantagem é que a tributação no momento da retirada é flexível. Existem dois modelos: um é a “Tabela Regressiva”, que inicia com 35% e cai 5% a cada dois anos, chegando a um limite mínimo de 10%, independentemente do valor retirado; o outro é a “Tabela Progressiva”, que varia entre 7,5% até 27,5%, havendo ainda a possibilidade de isenção dos impostos caso os valores de retirada forem baixos.

Riscos

Não há garantia se a instituição quebrar nem de patrimônio de afetação.

Fundos de Investimento

É uma espécie de condomínio que possui recursos financeiros de um grupo de investidores. Ao aplicar em fundos, você está comprando cotas, que são a menor parte de algum fundo (patrimônio).

Uma instituição financeira especializada delega profissionais capacitados que serão responsáveis por gerir os recursos e realizar as aplicações no mercado para conseguir maior rentabilidade.

Os investidores pagam uma taxa (geralmente baixa, devido à concorrência) por estes serviços. É uma vantagem pela sua comodidade e possibilidade de obter bons ganhos.

Outra vantagem é a diversidade, pois existem diferentes tipos de fundos, cada um com sua determinada liquidez.

Tributação

O IR é cobrado somente em cima do rendimento, de acordo com uma tabela. Quanto maior o tempo aplicado, menor será o imposto.

Riscos

Aqui temos a principal desvantagem dos fundos: o risco de crédito, pois ele não possui um fundo garantidor de crédito caso o banco quebre; o risco de mercado, que, por meio de vários fatores, pode alterar o desempenho da aplicação; e o risco de liquidez, que está diretamente ligado com a dificuldade de vender um fundo.

 

Porque Investir em Previdência Privada é melhor que Investir em Fundos de Investimentos?

A dúvida é comum a quem decide investir seu dinheiro, mas a resposta varia conforme o objetivo de cada um. Se a intenção for aplicar as sobras do orçamento para uso no curto prazo, talvez a melhor opção seja um fundo de investimento (ou até mesmo a velha caderneta de poupança).

Mas se a ideia for planejar a aposentadoria, realizar um projeto a longo prazo ou constituir um patrimônio para o futuro, o plano de previdência apresenta inúmeras vantagens.

Confira algumas delas:

Menor Imposto de Renda

O plano de previdência não sofre a retenção do Imposto de Renda semestral, conhecido como “come-cotas”, que abocanha 15% dos ganhos dos fundos de investimento a cada mês de maio e novembro.

Benefício Fiscal

Também é o único a oferecer a possibilidade de dedução das contribuições realizadas na Declaração Anual de Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual tributável (no caso de quem contrata um Plano Gerador de Benefício Livre – PGBL e declara pelo modelo completo).

Para quem mantém os recursos investidos por mais de 10 anos num plano de previdência com base na tabela regressiva, a alíquota de Imposto de Renda que incide sobre o resgate é de apenas 10%, contra a alíquota mínima de 15% cobrada num fundo de investimento.

Diversificação

A diversidade não é privilégio exclusivo dos fundos de investimento. Há planos de previdência privada voltados para os mais diversos perfis de investidor, do mais conservador ao mais arrojado.

É possível escolher, por exemplo, entre um plano que invista 100% dos recursos em títulos de renda fixa, um que aplique até 70% dos ativos em renda variável (Bolsa de Valores) e vários outros com diferentes composições de carteira.

Portabilidade

O cliente pode movimentar livremente seus recursos entre planos (sempre de mesma natureza, PGBL ou VGBL) sem que haja incidência ou retenção de Imposto de Renda.

Esta “portabilidade interna” não zera a contagem de tempo da tabela regressiva de imposto de renda cobrada no caso de resgate dos recursos (que varia de 35% para períodos de acumulação de até dois anos a 10% para períodos a partir de 10 anos).

Ou seja, alguém que já contribuiu durante 10 anos para um plano VGBL, com base na tabela regressiva, permanece com o direito a fazer resgates pagando a alíquota mínima de 10% de IR, mesmo após solicitar a mudança de parte ou da totalidade dos recursos de um plano para outro.

Esta mesma operação entre fundos de investimento leva, obrigatoriamente, ao reinício da contagem da tabela de IR.

Renda Mensal

Ao contratar um plano de previdência, o investidor pode optar pelo resgate da reserva acumulada ou pelo recebimento de uma renda mensal vitalícia.

Neste caso, se o segurado viver mais do que a média prevista, a seguradora arca da mesma forma com os pagamentos fixos mensais até a sua morte, mesmo que a sua reserva acumulada tenha sido de valor inferior ao necessário.

Um fundo de investimento não oferece a opção de recebimento de renda mensal vitalícia.

Contribuição Automática

A possibilidade de a contribuição mensal ao fundo de previdência ter valor fixo e ser automática – normalmente via débito em conta ou no cartão de crédito – ajuda o investidor a ter disciplina para continuar a investir.

Como geralmente tem um objetivo financeiro a ser cumprido – que pode ser a aposentadoria ou qualquer outro projeto de longo prazo – o plano de previdência acaba inibindo a realização de resgates antecipados. Tal efeito “psicológico” não é percebido com a mesma intensidade no caso dos fundos de investimento.

Planejamento Sucessório

Um plano de previdência privada pode ainda ser usado com a finalidade de planejamento sucessório, pois o valor investido não entra obrigatoriamente em inventário, sendo repassado diretamente aos herdeiros.

 

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About the Author

Tatiana Mallmann, Co-Fundadora do Blog London Capital, formada em Administração de Empresas, ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Especialista em planejamento financeiro, gestão de risco, proteção do ativo humano, blindagem de patrimônio e sucessão empresarial.