Previdência Privada - Como Garantir seu Futuro | London Capital | Blog Investimentos e Finanças

Previdência Privada – Como Garantir seu Futuro

By Jonathan Camargo

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previdencia privada

Provavelmente você já ouviu falar em VGBL/PGBL e talvez até possua um plano de previdência privada. Mas você sabe exatamente como este tipo de investimento funciona?

Antes de seguir lendo este artigo quero te convidar a baixar o [EBOOK] Previdência Privada. É um PDF para download gratuito que será enviado diretamente para sua caixa de e-mail. Neste ebook você vai poder compreender mais afundo sobre o assunto deste artigo com estratégias e dicas práticas para você usar no dia-a-dia como investidor.

Se você ainda não baixou faça agora, neste link.

Confesso que Previdência Privada é um bicho de 7 cabeças, mas com um pouco de dedicação fica fácil entender. Para analisar um plano, você precisa saber antes o que é VGBL, PGBL, regime tributário progressivo, regime tributário regressivo, fundo de investimento, fundos de renda fixa, fundos multimercado, taxa de administração, taxa de carregamento…

Se você não desistiu de continuar a ler ainda, fico feliz pela confiança e por isso vou lhe ajudar a entender tudo sobre o assunto. Considero esse conhecimento de extrema importância para não cair no papo dos gerentes de bancos.

Além de aprender como não cair no papo dos gerentes de bancos, acho interessante você parar de ser preguiçoso e ler este artigo:

Indústria da Preguiça – Entenda como o investidor brasileiro é preguiçoso e perde muito dinheiro com isso.

A previdência privada é um dos investimentos queridinhos dos bancos, pois é fácil de vender aos clientes, ajuda na retenção no longo prazo e, principalmente, porque traz um grande retorno… para o banco. Abaixo vou lhe mostrar um estudo que fiz com todos os fundos de previdência privada do Brasil e você vai ver o quão assustador é o resultado.

O argumento de venda dos gerentes é sobre o fato de que você deve pensar na sua aposentadoria, que a aplicação na previdência privada terá uma alíquota de imposto de renda muito menor que outros investimentos, a facilidade na sucessão do patrimônio aos herdeiros (não entra em inventário), a proteção contra bloqueios judiciais, a isenção de come-cotas e a facilidade na aplicação automática mensal.

A maioria destes benefícios fazem sentido para o investidor, porém perdem sua atratividade se a rentabilidade do fundo for muito ruim e incidirem altas taxas de administração e carregamento sobre os valores investidos. E abaixo no estudo eu vou lhe mostrar que mais de 90% dos fundos do mercado estão nesta categoria de baixa atratividade.

 

O que é previdência privada?

A previdência privada é um investimento, como uma poupança, mas que tem a finalidade de ser um complemento da aposentadoria já que a Previdência Social o INSS, não garante uma aposentadoria com um bom salário. Diferentemente da previdência social, é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade.

Com a queda dos juros no Brasil para patamares mais baixos, ficou mais difícil os investidores acumularem patrimônio suficiente para parar de trabalhar e continuar a viver com conforto. Para compensar a Selic menor, os brasileiros têm três opções: começar a poupar mais cedo, trabalhar mais anos ou tomar mais riscos ao investir para a aposentadoria e portanto a previdência privada vem como uma opção para cobrir – tanto começando a poupar mais cedo, quanto para fazer investimentos mais longos e portanto lhe ajudar a não ter que trabalhar por mais anos.

 

Porque fazer uma Previdência Privada?

Muita gente ainda duvida se deve aplicar dinheiro em uma poupança, em outros investimentos ou em uma previdência privada. Vale lembrar que, além de assegurar uma aposentadoria mais tranquila, a previdência privada pode ser uma forma de investir nos seus planos futuros como abrir um negócio, comprar seu imóvel ou custear a educação dos filhos. Por isso vou lhe mostrar 5 motivos para você refletir se a Previdência Privada é uma boa opção para você.

1. Manter o padrão de vida na aposentadoria

A previdência social não vai manter o seu padrão de vida por completo, e não pense que mudanças futuras possam corrigir isso, a previdência social é um problema ao redor do globo. O INSS vai suprir parte das suas despesas, leve isso como uma afirmação verdadeira para você, não espere que um milagre resolva a previdência social ou espere que o governo faça algo por você.

Além disso, com o avanço da idade existem despesas adicionais como medicamentos, planos de saúde mais caros entre outros. E se você sonha em viajar nos anos dourados essa conta não vai fechar mesmo. Então é extremamente importante que você tenha outra fonte de renda para manter o padrão de vida na aposentadoria e a previdência privada poderá ser a melhor solução para você.

2. Deduzir do imposto de renda

Se optar pelo PGBL, você pode deduzir o seu investimento no imposto de renda até o limite de 12% da renda bruta anual. Esta é uma vantagem para quem declara pelo modelo completo. A previdência privada é o único investimento que permite isso, eu vou explicar mais em detalhes abaixo qual modelo você deve optar.

3. Diversificar os investimentos

Se você tem uma poupança, isso não quer dizer que não pode fazer uma previdência privada, pois os objetivos são diferentes. A poupança serve com uma reserva para uma emergência, isso é o que a maior parte dos brasileiros faz, mas convenhamos se você faz uma poupança como uma reserva financeira você está precisando muito se educar financeiramente. Já a previdência privada tem o objetivo de ser um investimento para o seu futuro ou da sua família e além disso você tem o tempo ao seu favor.

Veja aqui outros artigos sobre o porquê de não fazer investimentos na poupança:

6 motivos que mostram que investir na poupança não vale a pena

4. Poupar com disciplina

Se você não tem disciplina para juntar dinheiro, fazer uma previdência privada pode ser a melhor solução. Um dos princípios de educação financeira é “pague-se primeiro”. E, são, cada vez mais, raras – as vezes que sobra dinheiro no final do mês para investir, temos inflação alta e um mercado de oportunidades para comprarmos, e, portanto, a grande maioria dos brasileiros não consegue guardar dinheiro.

Por isso, você deve fazer uma previdência privada como uma conta mensal, igual às outras contas da casa. E assim você vai conseguir manter as contribuições mensais de forma constante, inclusive é possível fazer em débito automático no mesmo dia de pagamento de seu salário, esta é a solução perfeita para você conseguir juntar dinheiro todos os meses.

5. Deixar um patrimônio para quem você ama

O dinheiro investido na previdência privada não entra no processo de inventário. O montante acumulado pode ser transferido para quem você designar sem a burocracia do inventário.

Assim você garante que sua família não vai ficar sem dinheiro caso você venha a faltar, vale lembrar que existem outras opções mais interessantes e mais baratas para acumular recursos para deixar para herdeiros, é o caso do seguro de vida.

 

Quais são os tipos de Previdência Privada?

Os principais fundos de previdência abertos são classificados em duas categorias:

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre

Veja quando optar por cada um deles:

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

Ideal para você que faz declaração completa de Imposto de Renda (IR ou IRPF), pois consegue deduzir o valor das contribuições do ano da sua base de cálculo do IR, com limite de 12% da sua renda bruta anual reduzindo o valor do imposto a pagar.

Porém, o IR incidirá sobre o valor total do plano de previdência quando o dinheiro for resgatado. Por isso esse benefício não dever ser considerado como isenção fiscal, mas apenas um diferimento. Afinal, esse imposto será pago em algum momento no resgate.

Os planos de previdência privada do tipo PGBL são recomendados para pessoas com renda mais alta e também para o longo prazo (acima de 10 anos). Logo, se você está fazendo um plano para sua aposentadoria e ainda pretende trabalhar pelo menos mais 10 anos, o PGBL faz total sentido.

Finalmente, se você faz a declaração de imposto de renda completa e possui imposto a pagar, até o montante de 12% da sua renda bruta a melhor escolha para investimento em previdência privada é um fundo de previdência privada PGBL.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Ideal para você que faz declaração de IR simplificada, para quem é isento de IR, para profissionais liberais ou para você que deseja aplicar mais de 12% de sua renda bruta anual.

Em um VGBL a tributação ocorre apenas sobre o rendimento acumulado (assim como nas demais classes de fundos). Porém, não permite a dedução anual do IR.

Os planos de previdência privada do tipo VGBL são normalmente recomendados para pessoas com renda mais baixa, para prazos mais curtos ou para complementar outro fundo de previdência do tipo PGBL, quando o investidor deseja destinar mais que 12% da renda bruto em fundos de previdência privada.

 

Tributação progressiva ou regressiva? Qual o melhor regime tributário?

Os fundos de previdência contam com a vantagem de se poder optar entre duas formas de cobrança de imposto de renda (IR).  A tabela progressiva de IR, também chamada compensável ou antecipada e a tabela regressiva de IR, também chamada definitiva. Veja a diferença:

Tabela Progressiva de IR

Se optar pela tributação progressiva para o seu plano de previdência privada, a sua renda, incluindo salário, pensão, dividendos, aluguéis ou qualquer outra, será o fator levado em conta para se determinar a faixa de IR, conforme tabela abaixo:

Base de cálculo mensal (R$)Alíquota (%)Parcela deduzir do imposto (R$)
Até 1.903,98
De 1.903,99 até 2.826,657,5142,8
De 2.826,66 até 3.751,0515354,8
De 3.751,06 até 4.664,6822,5636,13
Acima de 4.664,6827,5869,36

 

Tabela Regressiva de IR

Se optar pela tributação regressiva para o seu plano de previdência privada, o prazo de contribuição será o fator determinante da faixa de IR, conforme tabela abaixo?

Tempo de ContribuiçãoAlíquota %
Até 2 anos35
Acima de 2 até 4 anos30
Acima de 4 até 6 anos25
Acima de 6 até 8 anos20
Acima de 8 até 10 anos15
Acima de 10 anos10

 

Com a tabela regressiva, a mordida do Leão para quem deixa o dinheiro aplicado por pouco tempo é muito maior que à tabela progressiva, justamente para incentivar o investimento de longo prazo. Ou seja, se você resgatar o dinheiro antes do previsto, o pagamento dos impostos vai ser grande. Em compensação, quem deixa o dinheiro aplicado por mais de dez anos, pagará apenas 10% de IR que é a menor alíquota de IR para investimentos atualmente.

Os fundos de previdência privada devem ser vistos como modalidades de investimento de longo prazo, para a aposentadoria. Se essa premissa for respeitada, na grande maioria das vezes, sem dúvida a tabela regressiva de IR para o seu plano de previdência privada será mais vantajosa do que a tabela Regressiva.

 

É possível fazer a portabilidade do regime tributário do meu fundo de previdência privada?

Depende!

Se o seu plano de previdência privada estiver na tabela progressiva de IR, então é possível sim fazer a portabilidade para a tabela regressiva de IR.

Porém o inverso não é possível. Se o seu plano de previdência privada estiver na tabela regressiva de IR, não será possível convertê-lo para a tabela progressiva.

 

Quais são as taxas cobradas nos fundos de previdência privada?

Além das taxas de administração anuais cobradas por qualquer fundo de investimento, que remunera o gestor dos recursos, os fundos de previdência aberta também podem cobram uma taxa de carregamento a cada aporte. Ou seja, se o investidor faz aportes todos os meses, a taxa comerá um percentual de cada um de seus depósitos mensais.

Se seu fundo de previdência privada cobra esta taxa, pode ser a maior desvantagem dos planos de previdência aberta em relação aos demais fundos de investimento, pois eles acabam se tornando caros demais para os investidores.

Nos maiores bancos brasileiros, há fundos de previdência que praticam taxas de administração de cerca de 3% ao ano, e taxas de carregamento que chegam a 5% por aporte. Esse custo praticamente inviabiliza o investimento em previdência, principalmente se considerado o alto grau de conservadorismo que esse tipo de fundo costuma ter.

Mas já existem hoje disponíveis para a pessoa física fundos de previdência sem taxa de carregamento e com taxas de administração em torno de 1,0% ao ano que, aí sim, podem competir com fundos de renda fixa comuns.

Também podem aumentar os custos ou reduzir o valor do benefício a inclusão de pensões (por morte ou invalidez) e pecúlio, bem como a opção pelo regime de benefício definido no futuro.

Se você ainda não leu sobre a Indústria da Preguiça – Entenda como o investidor brasileiro é preguiçoso e perde muito dinheiro com isso. – recomendo fortemente que leia e entenda que você pode estar sendo muito prejudicado acreditando no seu banco e no gerente bancário.

 

Estes fundos de previdência privada, fazem investimentos seguros?

Os fundos de previdência não admitem alavancagem financeira, mecanismo que pode aumentar os ganhos, mas também as perdas, uma vez que os recursos serão, em tese, imprescindíveis para a sobrevivência do investidor na aposentadoria.

Entre os fundos abertos, há aqueles que investem apenas em títulos públicos, em renda fixa pública e privada, e os que admitem renda variável (ações, moedas, juros etc.). Entre estes, há os que aplicam até 15% do patrimônio em renda variável, de 15% a 30%, acima de 30%, os multimercados e os fundos de ações – que aplicam ao menos 67% do patrimônio em renda variável.

Já os fundos de pensão (previdência privada fechada de uma empresa) podem aplicar até 70% em renda variável (somente para ações de empresas listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa), até 20% em títulos de crédito privado, até 8% em imóveis, até 15% em empréstimos e financiamentos a participantes e assistidos, até 10% de investimentos no exterior e até 20% em investimentos estruturados, onde se incluem os fundos imobiliários e os multimercados.

 

Devo acreditar nas simulações de previdência privada?

As rentabilidades estimadas nas simulações de previdência privada normalmente são irreais, por ser alta demais, normalmente não incluem o efeito da inflação. Tendo em vista o patamar atual de taxa de juros e as intenções da política econômica brasileira daqui para frente, uma taxa de juro real de 2% a 4% ao ano – já descontada a inflação, portanto – é mais realista do que usar o CDI. Vale lembrar que ainda é preciso descontar o imposto de renda (IR) neste cálculo.

Uma taxa de 2% a 4% ao ano pode parecer baixa, e é. Mas esta é a melhor maneira de você calcular – sendo super conservador. Devido serem investimentos de longo prazo – para 10, 20 ou 30 anos – planos de previdência privada são também os mais imprevisíveis. É possível estimar o que vai acontecer com a economia nos próximos 30 anos ou mais? Pode acreditar que no Brasil não é!

 

É interessante aderir ao fundo de pensão da minha empresa?

Os fundos de pensão costumam ser bastante vantajosos quando a empresa – chamada de patrocinadora – também faz aportes em nome do empregado. Algumas chegam a contribuir mensalmente com uma quantia igual à do cotista. Para cada real investido pelo funcionário, outro real é investido pela empresa, o que de cara dobra o patrimônio do cotista. Outra vantagem é a ausência de taxa de carregamento e a taxa de administração baixa.

Mas é preciso tomar alguns cuidados, caso o funcionário se desligue da empresa. Primeiro porque, dependendo do tempo de permanência, o ex-empregado pode não levar um real sequer da contribuição feita pela empresa se resolver migrar ou resgatar os recursos. A maioria das patrocinadoras estabelece um tempo mínimo na empresa para que o ex-funcionário possa levar uma parte de suas contribuições ou a sua totalidade. Um valor de 10% das contribuições da empresa para cada ano trabalho é considerado aceitável.

Em segundo lugar, se tiver optado pela tabela regressiva e decidir resgatar tudo de uma vez, o cotista vai pagar caro pelos últimos aportes que fez no fundo, sujeitos às mais altas alíquotas da tabela. Apenas os aportes feitos há dez anos ou mais sofrerão a incidência da alíquota de 10%, e assim por diante.

Para não sofrer neste caso particular, o cotista tem a opção de fazer a portabilidade para o fundo de previdência de seu novo empregador ou de permanecer no fundo da mesma empresa, fazendo ou não mais contribuições.

Caso o novo empregador não ofereça esse benefício aos funcionários, é possível fazer a portabilidade para um fundo aberto, desde que ele seja quase tão barato quanto o fundo de pensão. A portabilidade pode ser feita entre fundos do mesmo gênero (PGBL para PGBL e VGBL para VGBL) sem qualquer custo para o investidor – nem mesmo de IOF.

Se optar por permanecer no fundo, o cotista pode parar de contribuir e esperar até que o último aporte faça aniversário de dez anos para resgatar os recursos. Mas se continuar a contribuir, o cotista deverá esperar para usufruir do benefício apenas na sua aposentadoria, a fim de aproveitar as alíquotas mais baixas de IR.

 

Qual é a rentabilidade da Previdência Privada?

Nos últimos dois anos, nenhum tipo de investimentos recebeu mais recursos que a de previdência privada. Somente nos últimos 12 meses, esses produtos captaram mais de R$ 40 bilhões. O curioso é que os PGBL e os VGBL costumam garantir uma das menores rentabilidades médias da indústria de fundos.

Isso mesmo, umas das MENORES rentabilidades média do mercado.

Para a imensa maioria dos investidores, os planos garantem benefícios tributários muito menores que investimentos isentos de Imposto de Renda, como LCI, LCA ou debêntures de infraestrutura. Os produtos possuem regras que os tornam adequados a nichos muito restritos de pessoas, mas são vendidos de forma massificada nos bancos, onde os gerentes possuem metas agressivas de distribuição dessas aplicações.

Ao mesmo tempo, a diferença entre investir – bem e mal – em previdência é brutal porque, no longo prazo, um rendimento de 2% ou 3% a mais por ano vai significar milhões de reais a mais na sua conta quando você parar de trabalhar. Você leu direito, são milhões de reais a mais mesmo.

Imagine, por exemplo, que você vai começar a poupar agora para a aposentadoria e que vai guardar R$ 1.000 por mês durante 30 anos. No cenário 1, você recebe o retorno médio do mercado para PGBL e VGBL, que é de 87,6% do CDI, segundo um estudo feito pela XP Investimentos a partir de consulta à base de dados da consultoria Economatica que incluiu 926 fundos de previdência brasileiros.

Considerando que o CDI atual de 14,13% ao ano ficará estável pelos próximos 30 anos, você terá acumulado R$ 3.289.333 no final do período. Já se você escolher um dos melhores produtos de previdência do mercado brasileiro e conseguir obter um retorno de 110% do CDI, conseguirá juntar R$ 6.210.073 daqui a 30 anos.

 

Percebeu que decisões corretas daqui para frente podem lhe garantir R$ 3 milhões a mais quando você se aposentar?

Outro detalhe deste estudo muito importante de citar é que dentre os 926 fundos da indústria de previdência privada apenas 8% (75) superaram o CDI nos últimos 12 meses.

Ou seja, se você tem um fundo de previdência privada, existe uma grande chance de você ter um rendimento péssimo.

 

Entenda nosso trabalho

Como planejadores financeiros, nós temos uma preocupação constante e trabalhamos sempre para atender todos os aspectos da vida financeira dos nossos clientes.

Hoje temos acesso a única plataforma de contratação e portabilidade 100% online da indústria, onde você pode contar com inúmeros fundos de diversas gestoras e uma equipe exclusiva para selecionar para você as melhores estratégias disponíveis atualmente no mercado.

 

Dito isto, eu lhe pergunto: você já comparou a sua atual previdência com as melhores estratégias do mercado?

 

Ao analisar os números atuais da indústria de previdência, identifiquei um problema colossal que gostaria de compartilhar com você:

  • Mercado de 547 bilhões de reais, sendo um dos maiores investimentos financeiro do brasileiro;
  • Dos 926 fundos da indústria, apenas 8% (75) performam acima do CDI em 12 meses.

 

Pois é ! É triste saber que o brasileiro investe muito mal em sua Previdência privada, muitas vezes só por não saber que existem alternativas muito mais interessantes e que pode ainda fazer a portabilidade para fundos melhores.

 

Apenas para dar exemplos, dentre vários que temos hoje disponíveis em nossa plataforma, você pode ter um fundo de previdência gerido por um dos mais conhecidos gestores de fundos do mundo, Luis Stuhlberger, que conta com rentabilidade acima de 117% do CDI desde seu início, ou um gerido pela XP Gestão, que já ultrapassa 121% do CDI em 2016.

 

Sim, você pode fazer a portabilidade, mantendo as características do seu plano e sem arcar com custos de um resgate, para os melhores fundos do mercado.

 

Conheça um pouco mais de como funciona o trabalho de assessoria de investimentos:

Porque devo ter assessoria para fazer minha Previdência Privada?

Se você não entende de investimento, deixe com os profissionais especializados. Finanças já é um tema difícil, saber então qual é o melhor fundo para se investir exige um pouco de conhecimento. Quando você contrata uma previdência privada, nossos especialistas aplicam sua reserva nos fundos de investimento mais indicados para o seu perfil e para as suas necessidades e ainda lhe ensinam o porquê da escolha

Veja abaixo alguns dos motivos para ter a nossa assessoria:

  1. ATENDIMENTO

Nossa equipe vai lhe apresentar as melhores soluções para sua previdência, de acordo com as suas necessidades, vai acompanhar todo o processo de portabilidade ou início de uma nova previdência privada. E mais, soluciona todas as suas dúvidas, antes da contratação. Com nossos especialistas você vai contar com:

– Definição do seu perfil;
– Análise da sua carteira atual, caso já tenha Previdência Privada;
– Opção de alocação de recurso, de acordo com o seu perfil e seus objetivos;
– Monitoramento e rebalanceamento periódico da carteira para potencializar o retorno;
– Convite para participar de eventos exclusivos com os gestores dos fundos;
– Atendimento exclusivo feito por nossos especialistas.

  1. OPÇÕES COM TAXA ZERO DE CARREGAMENTO

Dos mais de 80 planos distribuídos por nossos parceiros, todos possuem TAXA ZERO de carregamento na entrada. Ou seja, todo o dinheiro investido entra integralmente na sua previdência. Além de zero taxa de carregamento na entrada, você pode optar por planos com isenção de taxas de saída.

  1. PORTABILIDADE SEM BUROCRACIA

Graças a essa flexibilidade, é possível transferir uma parte ou todo o recurso investido, de um Plano de Previdência Privada de Renda Fixa para um Plano de Renda Variável, por exemplo, sem a realização de resgates ou pagamento de Imposto de Renda. É importante destacar que a migração só é possível entre produtos de mesmo tipo e tributação. Ou seja, de PGBL para PGBL, e de VGBL para VGBL.

 

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About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador e assessor de investimentos na New York Capital empresa de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.