Como Escolher uma Previdência Privada - 5 Passos para Escolher Seu Plano de Previdência | Blog London Capital

Como Escolher uma Previdência Privada – 5 Passos para Escolher Seu Plano de Previdência

ByJonathan Camargo

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como escolher plano de previdência privada

A previdência privada é uma necessidade e não há como negar.

Com o aumento progressivo da expectativa de vida, as pessoas precisam o quanto antes se prepararem para a velhice, mas você sabe como escolher a sua previdência privada?

 

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Neste artigo você verá 5 passos para escolher seu plano de previdência privada.

Se hoje um indivíduo possui, por exemplo, uma renda mensal de 10 mil reais, está habituado a um nível de vida de 10 mil reais.

Porém, ao se aposentar pelo INSS, sua aposentadoria será limitada ao teto, que será muito menor do que seu nível de vida atual.

É preciso se preparar para isso, pois certamente na aposentadoria será necessário contar com recursos complementares a aposentadoria do INSS.

Uma das formas de garantir essa complementação é formando patrimônio ao longo da vida por meio de investimentos e também também utilizando um plano de previdência privada.

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O que é e Porque Investir em Previdência Privada?

Previdência Privada é uma solução complementar à Previdência Social. Com ela, você economiza pequenos valores periodicamente e proporciona um futuro mais seguro e confortável para você e sua família.

Apesar de ser um investimento facultativo, a Previdência Privada é, hoje, uma alternativa bastante procurada pelos brasileiros, com o objetivo de complementação de renda na aposentadoria.

Todos os Planos de Previdência Privada são fiscalizados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do Governo Federal.

Nos planos de previdência privada o investidor não tem obrigação de depositar um valor fixo todo mês. Pode investir menos quando faltar dinheiro ou mais quando receber o 13º, por exemplo.

Existe uma fase de acumulação, onde o indivíduo vai aportando recursos e uma fase de usufruto, que é já na aposentadoria, onde ele usará os recursos acumulados até, espera-se que, o fim da vida.

Quais são as características e vantagens da Previdência Privada?

Planejamento Sucessório

Os investimentos em Planos de Previdência podem ser utilizados no planejamento da sucessão familiar, já que não há obrigatoriedade de participação em inventário.

Flexibilidade sucessória

indicação de beneficiários é livre, assim como o percentual da reserva que cabe a cada um, desde que respeitada a herança legítima.

Liquidez facilitada

Para otimizar o tempo, o saldo do investimento é pago diretamente aos beneficiários indicados, podendo variar entre 15 e 30 dias úteis, após a entrega da documentação.

Come-Cotas

Como não há retenção de IR na fonte (”come-cotas”), a performance do Plano de Previdência é potencializada.

Facilidade

As contribuições podem ser mensais, esporádicas ou realizadas apenas no momento da contratação. Seja qual for a periodicidade, os pagamentos podem ser feitos via débito em conta ou boleto bancário.

Além disso, é possível alterar o valor que está sendo investido, fazer aportes extras, suspender as contribuições mensais, e até resgatar o valor acumulado.

Flexível

É possível investir em diversos tipos de fundos, como Renda Fixa, Multimercado e Ciclo de Vida (alocação dinâmica de ativos). Além disso, você poderá trocar o Fundo de Investimento escolhido, a qualquer momento, ou até mesmo mudar o seu plano de seguradora, através de portabilidade.

Infantil

Uma solução de investimento feita pelo responsável legal ou tutor, com o objetivo de acumular recursos que ajudarão na formação acadêmica e no início da vida profissional da criança ou do adolescente.

Para a contratação de um Plano de Previdência Infantil, o beneficiário não pode ter mais de 17 anos.

Portabilidade

Como a Previdência Privada é um investimento de longo prazo, é importante estar seguro de onde e como aplicar seu dinheiro.

Investindo em Previdência Privada, você tem a tranquilidade de poder alterar sua estratégia de investimento, a qualquer momento, se achar necessário.

É o que chamamos de portabilidade, ou migração entre planos, garantida pela lei complementar nº 109, de 29/05/2001, que permite que você migre seus recursos de instituição.

Graças a essa flexibilidade, é possível transferir uma parte ou todo o recurso investido, de um Plano de Previdência Privada de Renda Fixa para um Plano de Renda Variável, por exemplo, sem a realização de resgates ou pagamento de Imposto de Renda.

É importante destacar que a migração só é possível entre produtos de mesmo tipo e tributação. Ou seja, de PGBL para PGBL, e de VGBL para VGBL.

Se você já tiver contratado um Plano de Previdência Privada pelo seu banco, faça uma comparação com os principais do mercado e escolha a melhor opção para você.

A o Grupo London Capital oferece opções de planos sem taxa de carregamento de entrada, o que faz toda a diferença no longo prazo, além de taxas altamente competitivas e rentabilidade acima da média, fale com nossos especialistas.

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Tudo para você atingir sua meta de rentabilidade/renda, de acordo com o seu perfil de investimento.
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Existem dois tipos principais de planos de previdência:

PGBL

Os depósitos feitos podem ser deduzidos da base de cálculo do imposto de renda, gerando um benefício tributário imediato.

Na hora de receber o benefício no futuro, no entanto, a tributação será sobre tudo o que estiver aplicado. Ideal para pessoas que fazem a declaração completa do IR.

 

VGBL

Não permite dedução fiscal dos aportes do ano, porém a tributação, lá na frente, será apenas sobre a rentabilidade e não sobre o total.

Ideal para pessoas que fazem a declaração simplificada do IR.

As opções de tributação:

> Progressiva: nesse caso a alíquota do IR vai aumentando conforme o montante resgatado no futuro, chegando a 27,5%.

> Regressiva: a alíquota vai decrescendo na medida em que o tempo passa, começando em 35% e chegando a 10% após 10 anos.

Os custos dos planos de previdência:

Existem dois custos principais nos planos de previdência: a taxa de administração e a taxa de carregamento.

> Taxa de administração: É a taxa cobrada pela instituição financeira para administrar os recursos do fundo de previdência e é calculada sobre o total de recursos. É expressa em % a.a. Exemplo: 1,5% ao ano.

> Taxa de carregamento: É uma taxa cobrada en cada aporte feito pelo investidor ou sobre os resgates, sobre o total de recursos. É expressa em %. Exemplo: carregamento de 4% ao ano.

Taxa de carregamento de entrada e taxa de carregamento de saída:

Há duas formas de a instituição financeira cobrar a taxa de carregamento no plano de previdência:

> Taxa de carregamento de entrada: É quando a taxa de carregamento que é cobrada em cada depósito, logo no aporte do valor.

Imagine que você possui um plano com uma taxa de carregamento de 4%. A cada R$ 100,00 que você contribuir para a sua previdência privada, R$ 96,00 entrarão no seu saldo. R$ 4,00 será da instituição financeira.

Bem, se o seu fundo for conservador, em renda fixa, por exemplo, significa que você levará, pelo menos, 6 meses para que os R$ 96,00 virem os R$ 100,00 que você aportou.

Portanto, se a taxa de carregamento for elevada, o investidor passará anos depositando dinheiro e vendo seu saldo previdenciário ser inferior ao total de suas contribuições.

 

Taxa de carregamento de saída: É quando a taxa de carregamento é cobrada em um determinado percentual quando há o resgate.

Nesse caso, normalmente a taxa é regressiva podendo zerar a partir de um determinado prazo.

Sem dúvida quando um plano possui a taxa de carregamento cobrada na saída, o investidor possui a possibilidade inclusive de nunca ter que pagar essa taxa, se permanecer no plano por, por exemplo, 3 anos (se esse for o prazo do plano em questão).

 

O risco da instituição financeira que administra o plano:

O investidor de primeira viagem pode imaginar que planos de previdência de instituições financeiras maiores e mais conhecidas são menos arriscados do que os planos de instituições financeiras menores ou menos conhecidas. Porém isso não é verdadeiro.

A verdade é que o patrimônio dos fundos de previdência não se mistura ao patrimônio da instituição financeira responsável e, em caso de falência da mesma, o fundo passará a ser gerenciado por outra empresa. Simples assim! Não representa risco nenhum para o investidor.

 

Percebi que meu plano possui altas taxas e baixo desempenho. O que fazer?

A boa notícia é que existe a portabilidade de previdência. Dessa maneira você pode portar o seu saldo em previdência para outro plano da mesma instituição financeira ou para outros planos de outras instituições financeiras, conforme sua necessidade, sem precisar resgatá-lo.

 

Como escolher sua previdência privada?

Como falei acima, os planos possuem os seus custos cobrados pela instituição financeira, há a escolha tributária de acordo com sua necessidade e também deve-se levar em conta o desempenho do fundo de previdência no momento da escolha.

Em investimentos longos, pequenas diferenças fazem grande diferença no futuro.

VGBL como investimento:

Outra confusão relativamente comum é a compra de planos de previdência VGBL como se fossem um investimentos tradicionais, para horizontes de tempo pequeno. Vale observar que além da penalização na taxa de carregamento em caso de resgate, há a tributação.

Já vi investidores contratarem VGBL como investimento, pagar carregamento de entrada e, por precisar do dinheiro num prazo curto (6 meses, por exemplo), ainda pagar 35% de Imposto de Renda sobre o saldo total aportado.

Esse é um exemplo REAL de de compra equivocada que penaliza o investidor simplesmente por não ter um planejamento financeiro definido ou por não ter sido bem orientado.

Escolher um bom plano de previdência privada é fundamental neste processo. Pensando nisso, ele elaborou uma lista com 5 passos para o investidor seguir antes de escolher.

1 – Busque planos compatíveis com seus objetivos

Antes de aplicar em um plano de previdência é importante avaliar a estratégia do gestor e ver se ela está alinhada com seus planos pessoais.

A dica de Navarro, caso o investidor tenha um prazo mais longo de 10 anos, é optar por planos mais agressivos, que tenham em sua carteira até 49% de ativos de renda variável.

E conforme os anos forem passando, migrar para aplicações mais conservadoras.

No entanto, se o seu prazo for mais curto, a sugestão é optar por planos mais tradicionais de renda fixa ou compostos, com até 15% ou 30% de aportes em renda variável.

2 – Pesquise e escolha planos com taxa de carregamento zero

A taxa de carregamento é o percentual cobrado a cada aporte, para que o banco ou seguradora “carregue” seu plano, o que provavelmente vai durar alguns anos.

Sua tarefa será entender as regras dos planos oferecidos enquanto busca pelo produto cuja taxa de carregamento não existe – e isso é possível.

É possível zerar a taxa, em alguns casos, aumentando o depósito inicial ou fazendo aportes mensais maiores. Para isso, é importante fazer uma minuciosa avaliação das seguradoras e dos produtos oferecidos por elas.

3 – Escolha planos com taxa de administração menor que 1,5% na renda fixa e 3% nos compostos

A taxa de administração é cobrada anualmente, e assim como a taxa de carregamento, precisa ser avaliada para estar em sintonia com o objetivo do investidor.

No caso de um plano que tenha seus ativos baseados em renda fixa, Navarro sugere que as taxas sejam de, no máximo, 1,5% ao ano, pois gerenciar recursos de renda fixa é mais fácil do que cuidar de um patrimônio misto (renda fixa + renda variável). Já no caso dos compostos, o ideal é até 3%.

4 – Dê atenção para a rentabilidade e histórico do fundo e da instituição

Navarro afirma que há mais 3 pontos nos quais o investidor deve estar atento na hora da escolha: rentabilidade, consistência de resultados e solidez.

Afinal de contas, você fará uma escolha de investimento que durará muito tempo e deseja que seu patrimônio esteja garantido e maior ao final do período, certo?

Então dê atenção à estrutura das seguradoras. Busque opiniões de clientes, pesquisa a história da empresa, o patrimônio sob gestão, procure pelos planos na internet e compare-os.

5 – Considere seriamente a portabilidade

A portabilidade pode ser feita de um plano de mesma natureza para outro, inclusive de outra instituição, e o melhor, sem incidência do Imposto de Renda.

Essa estratégia faz parte dos passos citados até aqui, que têm o intuito de ajudar o investidor a encontrar o melhor produto para si.

Sendo assim, é possível passar de um plano para o outro, desde que sejam compatíveis, isso é, VGBL para VGBL e PGBL para PGBL.

Em relação ao regime de tributação, o investidor pode passar de um plano PGBL progressivo para outro progressivo ou regressivo, mas o contrário não vale.

Caso o seu plano PGBL seja regressivo você só poderá passar para outro regressivo.

Espero que tenha, gostado e deixe seus comentários e dúvidas a respeito do tema, logo abaixo. Ah e não esquece de baixar o [EBOOK] Previdência Privada.

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About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador do Blog London Capital e assessor de investimentos na New York Capital empresa de assessoria de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.