Home Equity: A solução para dívidas | London Capital

Veja como é possível quitar dívidas com o Home Equity

By Jonathan Camargo

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Veja como é possível quitar dívidas com o Home Equity

No atual cenário econômico que vivenciamos, com a alta da taxa de juros e a baixa dos investimentos e depósitos no sistema bancário, a situação ficou mais difícil para quem busca um empréstimo para valores expressivos. Os bancos têm restringido a concessão para quem busca empréstimos sem garantias, e a solução para esse momento é uma linha de crédito que oferece o imóvel como garantia, chamado de refinanciamento de imóvel ou Home Equity. Saiba mais sobre esse modelo!

Condições gerais do refinanciamento do imóvel como garantia

A maioria dos bancos e instituições oferecem um crédito de até 50% do valor do imóvel, e os prazos para financiamento chegam a até 15 anos. Além disso, algumas vezes é solicitada uma renda mínima mensal de acordo com o valor do empréstimo.

Algumas instituições têm condições diferentes, por isso vale a pena pesquisar as vantagens de cada uma. Por exemplo: algumas exigem que o imóvel esteja 100% quitado e esteja em nome do solicitante; outras, no entanto, permitem que propriedades de terceiros também sejam dadas como garantia.

Conheça as vantagens e desvantagens do Home Equity

Confira alguns pontos positivos ao optar pelo refinanciamento do seu imóvel:

Juros mais baixos

A taxa de juros é cerca de 1,45%, diferente do crédito consignado, a segunda opção, que tem juros por volta de 3%. E por ter um imóvel como garantia, é possível ter acesso a valores mais altos e juros menores.

Prazos mais longos

O parcelamento pode ser quitado em até 15 anos, o que possibilita a escolha do melhor prazo para a sua necessidade. Sendo assim, fica mais fácil trocar uma dívida de alto valor com juros mais altos, como cheque especial, crédito pessoal e outros, por uma com juros mais baixos e maior tempo para pagamento.

Apesar desses benefícios, existem alguns pontos negativos do Home Equity que também devem ser considerados:

Cobrança de encargos e tarifas

Por envolver custos de cartório, avaliação do bem e taxas administrativas, essa operação não é para o empréstimo de valores pequenos. O valor mínimo nessa modalidade é de R$ 50 mil.

Poucos bancos incentivam esse tipo de crédito

Essa operação é vista como desvantajosa para a maioria das instituições financeiras de grande porte por conta da baixa lucratividade.

Risco de perda do imóvel

Além dos custos altos da alienação fiduciária, também existe o risco da perda do imóvel na falta de pagamento da dívida. Por isso, antes de solicitar esse tipo de empréstimo você deve ter certeza de que conseguirá arcar com todas as parcelas.

E se você atrasar o refinanciamento do seu imóvel?

Assim como todos os financiamentos, qualquer parcela atrasada a mais de 90 dias dá direito ao credor de notificar o tomador. Nesse caso do Home Equity, esse processo é caracterizado como registro de que a instituição tentou solucionar a dívida antes de iniciar o processo judicial para tomada do bem.

Além de perder o imóvel, o tomador precisará pagar o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). O valor do tributo varia de acordo com a cidade do imóvel e costuma ficar entre 2 a 5% do valor do imóvel. Em São Paulo, por exemplo, o valor é em média 3%, mas a alíquota é influenciada pelos sistemas de financiamento SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário) e SFH (Sistema Financeiro da Habitação).

Ainda tem dúvidas sobre como é possível quitar as suas dívidas com o Home Equity? Compartilhe conosco aqui nos comentários!

 

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About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador e assessor de investimentos na New York Capital empresa de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.