7 Passos Definitivos de Como Ficar Rico com um Planejamento Financeiro

7 Passos Definitivos de Como Ficar Rico com um Planejamento Financeiro

By Jonathan Camargo | Planejamento Financeiro

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out 21
Como ficar rico através de um planejamento financeiro?

Planejamento financeiro pessoal é uma ferramenta que permite formular estratégias para gerenciar o seu dinheiro e conquistar objetivos de vida. Por meio dele, é possível construir um bom patrimônio, realizar sonhos de consumo e garantir uma situação tranquila e estável para si próprio e para a sua família. Para isso, basta seguir as táticas adequadas, administrando suas receitas e despesas de maneira sábia.

Ao contrário do que o senso comum pode sugerir, ficar rico não está relacionado a ganhar muito bem, mas a saber gerir os seus proventos de forma inteligente. Quem tem um bom salário, mas gasta a maior parte dele, não é rico: apenas mantém um alto padrão de vida. Acumular recursos é um projeto que não depende tanto de um bom emprego, de sorte ou de herança de família, mas sim de estudo, disposição para a mudança de hábitos, disciplina, metas, organização, controle, perspicácia e persistência.

 

Parece muita coisa? Em um primeiro momento, pode soar um tanto complexo. Mas com o tempo e alguma força de vontade, os obstáculos iniciais serão vencidos e os primeiros resultados começarão a aparecer. A partir daí, você dificilmente conseguirá imaginar sua organização financeira como algo secundário, deixado à própria sorte.

Para orientá-lo neste processo, elaboramos um guia completo com as ferramentas de gestão mais efetivas que você deve empregar para otimizar os rendimentos do seu dinheiro.

Neste post, você aprenderá:

 

Qual a importância da educação financeira?

Uma vez estabelecido que você deseja aumentar a sua riqueza, a primeira coisa a fazer é entender quais são as regras do jogo. Para isso, vale a pena dedicar seu tempo à educação financeira, um instrumento que visa desenvolver um comportamento positivo no trato com o dinheiro. Este será, sem dúvida, o seu investimento com a mais alta taxa de retorno.

Ao adquirir conhecimento e colocá-lo em prática, você fica preparado para tomar decisões com mais segurança. Assim, a ideia é que você aprenda quais são as melhores práticas em relação às finanças pessoais e saiba como organizar suas contas e controlar seu orçamento, como veremos a seguir; que compreenda como funciona o mercado financeiro e quais são os principais tipos de investimento; e que, por fim, consiga detectar a aplicação mais adequada para o seu perfil, sabendo programar gastos e receitas com disciplina para chegar aos seus objetivos.

Para isso, o ideal é que você não só domine os conceitos mais utilizados na área, mas também que esteja sempre a par das notícias mais pertinentes ao mercado. Desse modo, é importante assistir a cursos e palestras, ler bastante e acompanhar canais especializados, que dialoguem sobre o assunto em linguagem acessível — inclusive aqui no nosso blog, atualizado constantemente com informações relevantes sobre economia e finanças.

Vale lembrar que, atualmente, a educação financeira ainda não é vista como prioridade, nem pelo governo, nem pela grande maioria da população brasileira (apesar de alguns esforços para disseminá-la). A ênfase maior está em consumir sem medir esforços — ou em, no máximo, juntar dinheiro para logo em seguida adquirir uma televisão ou carro novo —, e não em como fazer com que o dinheiro renda e valha mais. Assim, você provavelmente terá que ir atrás dos meios para aprender por conta própria, muitas vezes em meio a outras tarefas e prioridades do dia a dia.

A notícia boa é que, lendo este texto, você já está dando início ao processo. A seguir, acompanhe o restante do nosso artigo e confira os passos que vamos mostrar para você criar o seu planejamento financeiro.

#1 – Mude seus hábitos financeiros

Transformar o seu dinheiro em um meio para ampliar seu patrimônio exige não só estudo e conhecimento, mas que ele seja posto em prática por meio de hábitos financeiros saudáveis. Entre eles, podemos citar:

Não gastar mais do que se ganha

Esse é básico, porém essencial! Não assuma compromissos maiores do que aqueles com os quais você pode arcar. Sempre que estiver inclinado a contrair um novo gasto, analise se ele cabe no seu orçamento com folga e organize-se para não viver no limite.

Ter o costume de poupar

Por se tratar de um compromisso consigo mesmo e com mais ninguém, o hábito de separar uma parte da renda para poupança ou investimentos acaba sendo, muitas vezes, negligenciado. Isso é um erro, afinal, poupar deve ser algo sistemático, assim como o pagamento de outras contas. Dessa maneira, é possível atingir objetivos maiores de forma vantajosa, como veremos mais para frente.

Eliminar despesas desnecessárias

É nos pequenos gastos invisíveis e supérfluos que vive um dos piores inimigos do seu orçamento. Por isso, faça um diagnóstico das suas despesas e veja o que é possível eliminar — você poderá se surpreender com uma economia de 20 a 30% por mês. E mais: antes de adquirir qualquer produto ou serviço, analise o custo-benefício desse gasto. Ele é, mesmo, importante para você? Se não for, caia fora e guarde esse dinheiro para algo que realmente valha a pena.

Pesquisar preços

Hoje, essa tarefa se tornou extremamente fácil graças à internet, que permite não só comparar preços, mas também a reputação das lojas e vendedores. Com isso, é possível economizar de 10 a 20% no valor da compra e ainda evitar dores de cabeça, como um serviço mal prestado ou até mesmo um golpe.

Pagar à vista (e fugir dos juros)

Essa é uma ótima forma de barganhar descontos que, em geral, superam os rendimentos de qualquer aplicação financeira. Além disso, ao pagar à vista você evita os juros da compra a prazo, sejam eles explícitos ou embutidos no valor final do produto ou serviço.

Não comprar por impulso

Deixar de comprar por impulso fará um bem enorme ao seu bolso, à sua casa e ao planeta. Trata-se de abrir mão de uma satisfação momentânea — e, normalmente, desnecessária — em prol de algo que realmente lhe interessa, de forma duradoura.

Se você ainda não segue algum dos itens dessa lista à risca, não se preocupe: é sempre hora de rever sua rotina e melhorar. Lembre-se de que mudar de hábitos é difícil para a maioria das pessoas e que isso não costuma ocorrer de forma imediata. Comece prestando mais atenção a como você se comporta em relação às finanças e ajuste os momentos de falha. Ao perceber que errou novamente, persista.

O grande trunfo aqui é o autoconhecimento. Identifique os paradigmas que o levam a tomar decisões financeiras e avalie se eles refletem mesmo os seus valores ou se são apenas reproduções de padrões culturais absorvidos de outras pessoas. A frequência com que compramos um carro ou celular novo, ou o quanto nos sentimos pressionados a adquirir produtos, frequentar restaurantes e fazer viagens que estão na moda, por exemplo, estão entre os comportamentos “automáticos” mais comuns da nossa sociedade. Assim, faça uma “limpa” nesses modelos mentais e invista somente naqueles que fazem sentido para você.

#2 – Defina os objetivos do seu planejamento financeiro

Muito bem! Agora que você começou a aprender sobre finanças e se propôs a mudar seus hábitos, chegou o momento de definir quais são os objetivos do seu planejamento financeiro. Afinal, para que seus esforços sejam válidos, é preciso saber em quê eles serão aplicados.

Embora seja essencial construir uma reserva, poupar apenas por poupar ou para o caso de possíveis emergências pode ser chato e pouco estimulante. Assim, tenha sempre um ou mais objetivos em mente e estabeleça prioridades. Que tal comprar um imóvel, reformar parte dele ou trocar de carro? Ou ter um filho e garantir um intercâmbio e a faculdade no futuro? E em aposentar-se com conforto e sair para uma viagem de férias, já pensou? Acreditamos que, desse modo, você terá mais motivação para economizar. Pois sabendo o que quer alcançar, seu planejamento será mais prazeroso e produtivo.

Essa é uma etapa importantíssima do planejamento das suas finanças. Caso elas sejam compartilhadas com um(a) cônjuge e mais familiares, lembre-se de tomar as decisões em conjunto — o que, além de contribuir para um relacionamento afetivo saudável, acelera a conquista do objetivo almejado graças ao trabalho em equipe. Lembre-se de que será preciso mexer em hábitos de consumo, o que exige esforço e capacidade de adaptação de todos. Por isso, é importante estar pronto para negociar consigo mesmo e com os demais em busca de alternativas que não impliquem em brigas ou sofrimento desnecessário.

Uma vez definido o seu objetivo final, é hora de traçar metas menores para atingi-lo. Isso o torna mais palpável, especialmente quando o que se deseja é muito grandioso ou leva mais tempo para chegar lá. A partir dessas metas intermediárias, você consegue colocar seus resultados em números e verificar o quanto as coisas estão saindo de acordo com o planejado.

Sempre que possível, preocupe-se não só em ganhar ou poupar mais dinheiro, mas também em realizar seu sonho de forma mais barata. Para isso, é imprescindível quantificar seu objetivo de forma clara, definindo o tempo e os custos necessários para conquistá-lo, e buscar alternativas que acelerem o processo.

Nada impede que você inclua mais de um objetivo no seu planejamento. Aliás, é mesmo recomendável colocar no papel tudo o que você (e sua família) pretende obter nos próximos anos, e não só a próxima aquisição ou gasto. Isso ajuda, inclusive, a viabilizar compras de médio e longo prazos. Basta definir prioridades e atentar-se para que as metas e o tempo para atingi-las sejam praticáveis e proporcionais à sua realidade.

#3 – Faça um controle financeiro de gastos e despesas

Manter um controle financeiro das suas despesas mensais é uma forma de mensurar, objetivamente, o quanto elas estão apropriadas à sua realidade e aos seus objetivos. Seja montando uma planilha no computador ou utilizando aplicativos financeiros projetados para isso, esse tipo de organização facilita a identificação de gastos desnecessários e de possíveis maneiras de economizar.

A primeira atitude a tomar é anotar as contas fixas, como aluguel, condomínio, impostos e contas de luz, gás, telefone e internet. Em seguida, incluir as despesas variáveis, como supermercado, cartão de crédito, transporte e lazer, e, por fim, contrapor o montante gasto mensalmente aos seus ganhos. Discrimine as despesas por categorias e assegure-se de que uma delas represente uma folga para imprevistos, como doenças, acidentes e desemprego, e outra para investimentos (graças aos quais você vai poder perseguir os objetivos que traçou).

Essa também é uma dica valiosa para o cultivo de hábitos financeiros saudáveis, como recomendamos acima. Nessa etapa do planejamento, como em outras, é preciso ter disciplina e persistência. Comprometa-se a atualizar esse balanço de maneira irrestrita e o avalie constantemente — isso fica ainda mais fácil se o controle for feito em aplicativos no celular, que podem ser consultados a qualquer momento. Desse modo, você descobrirá como corrigir a rota de suas finanças e estancar despesas excessivas, otimizando seus gastos e chegando ao final do mês com mais dinheiro para aplicar.

#4 – Saiba organizar suas contas

Estando com seus objetivos definidos e sua planilha de gastos em dia, é hora de determinar prioridades nos pagamentos dos seus compromissos financeiros. Organizar contas a pagar e a receber é uma medida simples que contribui para uma vida tranquila, sem sobressaltos ou frustrações no fim do mês.

Isso pode ser feito com a mesma planilha ou aplicativo em que você monitora sua movimentação financeira. Nesse caso, além dos valores, é preciso acrescentar as datas de pagamento na tabela. Ao ficar atento aos prazos de vencimento, você evita a cobrança de juros e multa por atraso. Esse controle também permite perceber eventuais cobranças indevidas e reclamar a respeito com o responsável pela conta.

Lembre-se de que pagar as contas fixas deve ser prioritário em relação a outros gastos, como lazer e estilo de vida. Por isso, uma boa estratégia é quitar esses compromissos tão logo você tenha recebido seus proventos. Uma providência interessante é cadastrar tudo o que puder no débito automático — principalmente cartões de crédito, que cobram taxas altíssimas em caso de inadimplência.

Outra opção é agendar os pagamentos para a data do vencimento. Quando fizer isso, não se esqueça de monitorar o seu extrato bancário para se certificar de que os pagamentos estão ocorrendo no dia esperado.

#5 – Saiba como poupar dinheiro

Chegamos a um ponto crucial para um planejamento financeiro de sucesso: saber como poupar dinheiro. Depois de muito aprendizado e de tantos ajustes na sua rotina, entender como guardar o que economizou é o que vai permitir que você comece a alcançar, finalmente, as metas que traçou para a consecução dos seus objetivos.

Em primeiro lugar, lembre-se da antiga máxima de gastar menos do que recebe (sempre!) para, então, juntar essa sobra de acordo com as metas que você definiu no início do planejamento. Não vale chegar no fim do mês e inventar outra finalidade para as suas economias, pois elas já têm endereço certo: seus sonhos. De outro modo, os esforços anteriores poderão até ser benéficos em um ou outro momento da sua vida, mas você não conseguirá alcançar o seu maior objetivo, que é enriquecer.

Embora poupar de modo aleatório, seja em relação às quantias ou à frequência, possa parecer uma alternativa agradável devido à flexibilidade que proporciona, ela dificilmente o levará a algum lugar. Isso porque quem poupa dessa maneira acaba muitas vezes sendo relapso, perdendo o foco e colocando outras prioridades na frente do objetivo final.

Assim, destinar uma parte dos seus ganhos para investimentos deve ser algo que você fará regularmente, e seguindo um valor preestabelecido. É como qualquer outro compromisso financeiro que você assume todos os meses. Uma boa maneira de driblar a tentação de gastar esse valor em outra coisa é automatizar a aplicação e fazer transferências compulsórias para o(s) investimento(s) escolhido(s), já que fazê-las por livre e espontânea vontade requer uma disciplina mais avançada — isso pode ser tratado diretamente com o seu gerente de banco.

Esse processo também faz parte da sua educação financeira, sobre a qual falamos no início deste artigo. Com a prática e o tempo, você vai percebendo que se poupar, por um lado, significa abrir mão de alguma coisa no presente, por outro, é um ato que tem como resultado uma liberdade financeira ainda maior para o futuro.

#6 – Aprenda como investir dinheiro

Ao estabelecer uma rotina para poupar dinheiro, você também deve definir como investir os recursos poupados. Esse é um ótimo mecanismo para que a sua economia se transforme em ainda mais dinheiro para você. Ou seja: você não só aumentará seu patrimônio ao acumular riquezas, mas também graças aos rendimentos que elas podem gerar nos mais diversos tipos de aplicação.

Para que esses planos se concretizem com sucesso, é importante saber onde e como investir corretamente, fugindo de riscos e problemas que podem ser evitados. Entre os possíveis destinos para o seu dinheiro, podemos listar a compra de imóveis, um plano de previdência privada, a Bolsa de Valores, as Debêntures, o CDB, o Tesouro Direto e a caderneta de poupança (que, segundo Banco Central, é a preferida pela maioria dos brasileiros, apesar de oferecer um retorno baixo).

É verdade que são muitas as opções, e saber qual é a mais acertada exige conhecimento e experiências que, num primeiro momento, são trabalhosos de se adquirir. No entanto, graças aos avanços da tecnologia, hoje já existem algumas ferramentas que auxiliam na escolha e no monitoramento dos resultados, simplificando o processo de investir.

Mas, afinal, o que levar em conta para decidir como aplicar o seu dinheiro? É muito comum prestar atenção apenas à taxa de rendimento e escolher a modalidade que ofereça a maior remuneração. No entanto, é preciso considerar outros fatores, como os prazos de retirada (isso está diretamente ligado ao tempo que você definiu para o seu objetivo), impostos cobrados sobre os rendimentos e os riscos da operação. Fique atento, pois não há investimento sem risco! O que existe são opções em que o risco de perda é menor, e outras em que ele é maior.

Nessa etapa, procurar uma assessoria de investimentos, como a London Capital, pode ser muito proveitoso. Ela terá profissionais treinados para ajudá-lo a identificar as melhores modalidades de aplicação e quanto colocar em cada uma, levando em conta as suas características pessoais e o momento político e econômico do país e do mundo.

Quer saber mais sobre o assunto antes de começar? Leia nosso e-book “Desmitificando investimentos financeiros“.

#7 – Monitore seu controle financeiro regularmente

Muito bem, falta pouco para chegarmos ao final do seu planejamento financeiro pessoal! Até aqui, você já conferiu dicas valiosas de como lidar com seu dinheiro de maneira que ele trabalhe para você. Mas, antes de encerrar, gostaríamos de acrescentar um último passo ao seu planejamento que vai torná-lo ainda mais produtivo: estabelecer um compromisso com o seu controle financeiro.

Em outras palavras, a ideia é que você aplique as dicas que apresentamos até aqui de forma sistemática, a partir de um plano completo do que deve ser feito a cada mês para alcançar os objetivos definidos. É importante que a execução desse plano seja monitorada regularmente, avaliando os resultados alcançados e, caso necessário, implementando ajustes. Até que isso se torne um hábito, você pode começar a fazê-lo mensalmente, passando para uma frequência quinzenal até que o controle seja feito toda semana.

Esse é outro momento em que pode ser válido recorrer aos serviços de uma assessoria de planejamento financeiro, que, com a sua experiência, é capaz de ajudar em tudo isso. Uma delas é a London Capital, que está preparada para auxiliá-lo nesse processo, aproximando você cada vez mais das suas metas.

Pronto! Agora você já aprendeu como a organização pode ser benéfica ao seu bolso e já tem uma boa visão do que fazer para alcançar seus sonhos, acumular patrimônio e construir um futuro sólido para a sua família. Com isso, está mais próximo de começar a enriquecer, o que, como dissemos no início, não depende só de obter altos proveitos ou de sorte, mas de gerenciar seus ganhos de forma estratégica e com inteligência.

Assim, basta seguir as dicas que demos aqui com disciplina para logo alcançar os seus objetivos. E então? Ficou empolgado para começar seu planejamento financeiro pessoal? Esperamos que sim! Se ainda tiver dúvidas ou quiser saber mais sobre como podemos ajudá-lo, entre em contato conosco ou deixe um comentário aqui no blog!

 

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About the Author

Jonathan B. Camargo, empreendedor, planejador e educador financeiro, formado em Administração de Empresas, certificado como Agente Autônomo de Investimentos pela CVM (2012), pelo Programa de Qualificação Operacional - PQO, como Profissional Financeiro Ambima Serie 20 – CPA 20. Especialista em investimentos e planejamento financeiro, ingressou no mercado financeiro em 2010, com passagens por instituições como Bradesco (Corporate Bank) e XP Investimentos. Trabalha com o intuito de transferir conhecimento aos seus clientes e ajudar a transformar seus objetivos em realidade.