7 Dicas Poderosas de Como Investir Dinheiro em Cada Contexto da Vida

7 Dicas Poderosas de Como Investir Dinheiro em Cada Contexto da Vida

By Tatiana Mallmann | Investimentos

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abr 20

1. Introdução

Cada contexto da vida exige uma abordagem diferente de investimentos, já que em alguns casos existe a necessidade de mais rentabilidade e, em outros, de segurança em longo prazo. Com isso, nem sempre um investimento vantajoso é o melhor para determinado momento da vida e fazer a escolha correta diminui não apenas os riscos, mas também o tempo necessário para atingir os objetivos estabelecidos.

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2. Quem quer ficar rico

Quem tem a intenção de ficar rico provavelmente deseja um grande crescimento de patrimônio dentro do menor tempo possível. Além disso, “ser rico” normalmente significa estabilidade e independência financeira – ou seja, não é preciso depender mais do salário. Nesse caso, significa o desejo de viver de renda dos investimentos.

Para essa opção é muito importante ter em mente que é necessário investir um montante inicial maior. Quanto mais dinheiro for investido, maior será o rendimento. Falando em rendimento, também é necessário investir em opções que tenham mais rentabilidade, o que significa, normalmente, correr mais riscos.

Quanto menos tempo você estiver disposto a esperar para observar os resultados, mais riscos você precisa correr para ter um grande retorno em pouco tempo. Por isso, se você vai fazer investimentos e movimentos ousados o melhor é que você tenha um perfil moderado-agressivo – ou, no mínimo, adote uma postura – com maior apetite ao risco.

Nesse sentido, os investimentos que mais se destacam para conseguir ficar rico incluem:

Mercado de ações e COE

Volátil e rentável: essas são as duas principais características do mercado de ações. Se você deseja ficar rico rapidamente então pode ser uma opção investir em ações de empresas promissoras para garantir o retorno ao longo do tempo.

É o caso de investir em empresas startup que demonstrem chances de crescer de valor rapidamente ou então em empresas que já tenham reconhecidamente um retorno elevado. Empresas líderes de um segmento são exemplos que possuem boa rentabilidade, mas que exigem alto investimento.

Se estiver disposto a correr mais riscos e tiver o conhecimento necessário você também poderá investir em empresas com ações em baixa para esperar o momento adequado de vendê-las.

Fundos de investimento

Os fundos de investimento funcionam como um condomínio em que os investidores colaboram com cotas diversas, originando uma movimentação de grandes valores. Embora os riscos sejam parcialmente compartilhados, é a volatilidade desse tipo de investimento que garante uma boa rentabilidade, como é o caso de fundos de investimentos em imóveis, por exemplo.

Essas opções tendem a ser relativamente mais seguras do que investir em ações individualmente e também exigem menos investimentos iniciais devido à divisão das cotas. Por outro lado, não se tem controle sobre a movimentação e sobre o investimento.

Investimentos internacionais

Se você tiver conhecimentos sólidos sobre como anda o mercado internacional de um modo geral e como os investimentos internacionais funcionam você poderá utilizar essa alternativa como uma forma de aumentar o seu patrimônio.

Essa opção é especialmente útil quando o mercado nacional se encontra em dificuldades, seja pela diminuição dos investimentos e austeridade nas taxas e condições ou então situação instável na economia e política.

Nesse tipo de investimento é possível alocar recursos em fundos de ações ,multimercado, em câmbio e em ações de empresas internacionais, como ao movimentar valores nas bolsas do exterior.

3. Quem quer se aposentar

A aposentadoria é uma questão que ronda a cabeça de boa parte dos brasileiros. Embora a situação e o padrão de vida possam ser confortáveis no momento, se não houver planejamento adequado pode acontecer de haver um prejuízo na qualidade de vida quando o momento de se aposentar chegar.

Se para quem é um profissional contratado pelo regimento da CLT a aposentadoria já é uma preocupação, para quem trabalha de maneira autônoma esse problema é ainda mais grave. Por isso, em qualquer que seja a situação é indispensável começar a pensar na aposentadoria o quanto antes para prevenir que ocorram surpresas desagradáveis no período.

O investimento para quem quer se aposentar, portanto, deve ser pensando na construção de patrimônio de modo que ele renda um complemento ou uma renda fixa no final do mês enquanto durar a aposentadoria. Por isso, embora a construção rápida de patrimônio com investimentos de alto risco possa parecer tentadora, o ideal é investir em opções mais seguras e que garantam a construção de patrimônio ao longo do tempo. Assim, as melhores opções incluem:

Previdência privada

A previdência privada é um dos melhores tipos de investimento para quem quer se aposentar justamente porque tem essa função específica. Nesse tipo de investimento você deve fazer aportes mensais, de acordo com suas possibilidades e necessidade de renda no final de um período.

Quanto maior for o tempo que você tiver até a data para se aposentar, menores precisam ser os aportes ou maior será a renda experimentada durante a aposentadoria.

Esse tipo de previdência pode ser obtido por meio de entidades de classe e algumas empresas privadas que as oferecem ou então com a contratação direta em bancos. Nesse último caso, há uma taxa de administração que é cobrada e a escolha do banco deve ser feita com cautela para diminuir os riscos.

Tesouro Direto IPCA+

O Tesouro Direto, por sua vez, é um investimento feito em títulos públicos. Quando você investe no Tesouro Direto, você se torna credor do governo e como ele é considerado um bom pagador, os riscos são menores.

Em relação à aposentadoria, os títulos IPCA+, da série NTN-B, são os mais indicados porque são as opções de longo prazo. Para garantir a construção de patrimônio e a proteção do seu poder de compra esses títulos são atrelados à inflação, a qual é somada uma rentabilidade extra.

Se o prazo de vencimento do título for muito longo e você quiser se aposentar antes o ideal é investir nos títulos que paguem juros semestrais. De outro modo, o mais indicado é optar pelo título IPCA+ principal, cujo resgate acontece só no final o que evita a antecipação do pagamento do Imposto de Renda.

Se quiser saber mais sobre o Tesouro Direto, veja este nosso guia, é o mais completo da internet.

 4. Quem já se aposentou

Se você já tiver se aposentado isso não significa que você deva deixar de investir. Ainda que seu padrão de vida esteja confortável, com os investimentos certos você será capaz de melhorar o seu padrão de vida.

Caso tenha faltado planejamento e agora a aposentadoria seja quase insuficiente para manter seu padrão de vida o investimento é ainda mais necessário como uma forma de complementar a renda e garantir resultados melhores.

No geral, tudo vai depender de quanto dinheiro você tiver acumulado. Caso você tenha feito uma boa reserva ao longo da vida produtiva, poderá optar por investimentos com montante inicial maior em busca de mais rentabilidade. Caso não haja muitos recursos disponíveis então o ideal vai ser escolher uma opção com aportes mensais ou que seja feita em médio prazo. Nesse caso, as melhores opções incluem:

Certificado de Depósito Bancário

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um tipo de investimento de renda fixa que possui ganhos atrelados ao CDI. Basicamente, esse investimento serve para financiar operações bancárias, como a concessão de empréstimos do banco para outras pessoas. Como remuneração, o banco devolve o montante investido acrescido de uma taxa de juros que é calculada em base no CDI.

Esse investimento é recomendado para quem já se aposentou por dois motivos: não precisa de investimento inicial muito grande e é feito para diferentes apetites ao risco. Quem tiver um perfil mais conservador pode investir em um banco grande e que paga uma taxa menor.

Já quem tiver um perfil moderado sobre os riscos pode apostar em bancos de médio porte. Como eles possuem mais dificuldades para captar dinheiro e como oferecem mais riscos, a taxa de rentabilidade também é maior – por vezes, chegando a 115% do CDI, por exemplo.

Fundos DI

Outra opção de renda fixa que funciona muito bem para quem já se aposentou são os fundos DI. Esse tipo de investimento baseia-se na alocação de recursos em títulos que são pós-fixados. O rendimento acontece de acordo com o CDI e, por isso, é uma ótima opção para quando a situação econômica se mostra incerta de alguma maneira.

No geral, também é uma opção benéfica para quem já se aposentou porque se trata de um investimento de curto prazo: a partir de 6 meses já é possível descontar o investimento e aproveitar a rentabilidade.

Ações de empresas com política de dividendos

É bem verdade que o mercado de ações é volátil e arriscado, mas ele também pode ser uma boa opção para diversificar sua carteira na aposentadoria e fornecer mais rentabilidade. Como você provavelmente não deseja esperar um longo tempo para ver as ações se valorizando é possível investir em ações de empresas que possuam uma política de dividendos mais valorizada.

Nesses casos, o rendimento dos investimentos não vem necessariamente do valor das ações, mas, sim, da participação nos lucros anunciados da empresa. Nesse caso, é necessário escolher empresas que estejam em alta no mercado e que possuam um bom histórico de lucros.

5. Quem recebeu uma herança

Já quem recebeu uma herança provavelmente tem em mãos uma grande quantidade de capital acumulado. Se a estratégia adequada não for utilizada, esse montante pode sofrer depreciação rapidamente, especialmente se for recebido durante um momento de instabilidade econômica.

Por outro lado, a grande quantidade de capital favorece a rentabilidade dos investimentos, já que quanto maior é o valor investido, maior tende a ser o retorno de maneira geral. Para essa situação, os investimentos mais adequados incluem:

Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e de Crédito Imobiliário (LCI) são opções de investimentos de renda fixa pós-fixada que rendem de acordo com o CDI. O valor dos investimentos nesses títulos é utilizado para financiar operações do agronegócio e do setor imobiliário, respectivamente.

Essa é uma opção vantajosa para quem recebeu herança por três principais motivos: é isenta de Imposto de Renda, possui garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até R$ 250 mil e normalmente exige investimento inicial maior devido à raridade dos papeis.

Com um grande montante em mãos vindo da herança, portanto, é possível fazer esse tipo de investimento e obter rendimentos que são até mesmo superiores a de outras opções, como alguns títulos do CDB, por exemplo.

Fundos multimercados

Como parte de uma estratégia de diversificação e para atender a um perfil mais arrojado de investimento também é possível investir parte dos recursos recebidos na herança em fundos multimercados.

Esses fundos são de renda variável e podem contar com ações e outros ativos financeiros como parte da cartela de alocação de recursos. Por ser gerenciado por uma corretora possui uma taxa de administração e, às vezes, de performance. Por outro lado, é uma opção que permite uma rentabilidade bem acima da inflação, ajudando a manter e a aumentar o patrimônio.

Investimento no mercado imobiliário

O investimento em imóveis, tanto para a venda como para o aluguel, também é uma possibilidade para quem recebe uma herança, a depender do volume de dinheiro.

Nesses casos, o investimento no mercado imobiliário pode acontecer tanto em relação à compra ou construção de imóveis em si como o investimento em fundos imobiliários. Em ambos os casos é preciso tomar cuidado com o fato de que esse é um mercado instável e que é um dos que mais sofrem quando a economia vai mal.

A falta de liquidez também existe, mas, por outro lado, é possível obter renda contínua com o aluguel, por exemplo.

6. Quem quer abrir uma empresa

Abrir o próprio negócio é o sonho de muita gente que deseja se ver livre dos chefes e quer alcançar a tão sonhada independência financeira. Apesar disso, um problema principal faz com que o empreendedorismo encontre um grande obstáculo: a falta de capital para investir.

Quando se deseja abrir um negócio, o investimento inicial é crucial porque ele é o responsável por estabelecer o negócio e por garantir o início da geração de receitas por meio dos clientes. Quem não tem todo o montante disponível, entretanto, precisa pensar em formas de levantar esse capital inicial para abrir o negócio. As principais maneiras de conseguir dinheiro para abrir um negócio incluem:

Financiamentos e linhas de crédito

Praticamente toda instituição financeira, como os grandes bancos, possui uma linha de crédito e de financiamento para pequenos e médios negócios. Algumas dessas linhas de crédito também são destinadas especificamente para quem quer abrir o seu próprio negócio e precisa de ajuda com o capital inicial.

Com isso, uma opção para conseguir recursos para abrir o seu negócio inclui a obtenção de financiamentos e empréstimos empresariais de modo a juntar o montante necessário para finalmente abrir o próprio negócio.

Capital de risco

Já o capital de risco é caracterizado pelo aporte de recursos em negócios por parte de investidores anjo ou de fundos de capital. É o que acontece com as startups, por exemplo, que necessitam dos investidores anjo para conseguir sustentar e desenvolver a sua operação.

Essa é uma forma colaborativa de conseguir o dinheiro necessário para abrir o seu próprio negócio, mas normalmente exige que parte do negócio já esteja em operação, ainda que de modo experimental, de modo a convencer os investidores de que é uma boa opção para alocar recursos.

Construção de patrimônio próprio

Caso seja possível esperar para abrir o negócio em um período de médio prazo uma opção consiste em investir na construção de patrimônio próprio. Essa construção acontece quando se escolhe um tipo de investimento seguro e rentável e, mediante aportes mensais, cria-se o patrimônio necessário.

É o caso, por exemplo, de um investimento em renda fixa, pós ou pré-fixado, que aceite aportes mensais. Fundos seguros e rentáveis de curto prazo também podem funcionar já que será possível fazer o reinvestimento do dinheiro recebido.

7. Quem quer pagar a faculdade dos filhos

Quem tem filhos sabe que uma das maiores preocupações é com o futuro quando as crianças crescerem. Nesse sentido, a educação é uma das prioridades, que vai desde a educação básica na escola até a universidade.

Como a educação privada não sai barata, é preciso planejamento para garantir que os filhos vão poder ter acesso a boas oportunidades de ensino. Para isso, os investimentos são grandes aliados para ajudar a construir um patrimônio que poderá ser usado adequadamente para pagar a educação dos filhos. Dentre as melhores opções para esse objetivo estão:

Tesouro Direto IPCA+

Assim como acontece com a aposentadoria, é possível utilizar o Tesouro Direto IPCA+ se a necessidade de dinheiro para a educação dos filhos ainda está no campo de longo prazo. Isso é possível porque é possível escolher a data de vencimento do título na hora da compra.

Pais que tenham filhos no ensino fundamental, por exemplo, podem comprar o título com prazo para 2023 visando à formatura no ensino médio e ingresso na universidade. Como é atrelado à inflação, não existe o risco de o montante investido sofrer deterioração.

Tesouro Direto Selic

Já os títulos do Tesouro Direto que são atrelados à Selic acompanham a taxa básica de juros da economia. Com isso, são uma opção para quando o mercado nacional se encontra em dificuldades, já que a taxa de juros dispara em um momento de crise.

É um investimento que pode ser vendido antes do tempo sem prejuízo, diferentemente do atrelado ao IPCA que é mais voltado para o longo prazo. Pode ser, portanto, uma opção para quem está em busca de um investimento em médio prazo para aproveitar a elevação na taxa de juros da economia brasileira.

Previdência privada

Novamente igual ao que acontece com a aposentadoria, um plano de previdência privada pode ajudar quem deseja garantir a educação dos filhos. Isso se deve basicamente ao fato de que é possível fazer aportes mensais de acordo com a necessidade e possibilidade e pelo período que for necessário.

Durante os 7 primeiros anos da criança, por exemplo, é possível investir nos recursos que serão usados para a educação básica. Depois, nos próximos 10 anos os aportes podem ser feitos pensando na universidade. Como possui liquidez, é um investimento conveniente para se adaptar às diferentes fases da vida.

8. Quem quer comprar imóvel

Comprar um imóvel não é tarefa fácil na maioria das vezes. Isso porque se você não tiver todo o dinheiro disponível precisará pensar ou em como multiplicar o seu patrimônio ou em fazer um financiamento.

Ainda que o financiamento seja a sua rota escolhida é preciso dar uma entrada no valor do imóvel e quanto maior for esse abatimento inicial, menores serão as parcelas ao longo dos próximos anos e menor é o tempo de financiamento necessário.

Em qualquer que seja o caso, o investimento é uma forma de construir patrimônio e levantar um montante que ajuda – ou mesmo realiza – a compra do imóvel. Assim, as opções de investimento para quem quer comprar imóvel incluem:

Debêntures

Debêntures são investimentos de risco moderado a alto que incluem o financiamento de dívidas de empresas privadas. Nesse caso, o investidor se torna o credor da empresa, que prefere pagar a taxa de juros fixada por ela a pagar as taxas cobradas pelos financiamentos dos bancos.

Como é possível escolher a empresa na qual se investe em debêntures o investidor pode escolher opções com rentabilidade mais elevada. Embora isso signifique aumento dos riscos, também é uma forma de construir patrimônio em médio prazo.

As debêntures normalmente possuem prazo de 5 anos e são tributadas segundo a tabela regressiva do Imposto de Renda. Apesar disso, debêntures de infraestrutura são isentas de IR, o que aumenta a sua atratividade.

Além disso, as debêntures também podem fazer pagamentos dentro de um período escolhido pelo investidor e pela empresa, como semestrais ou trimestrais, por exemplo. Para quem faz um financiamento, essa pode ser uma forma de garantir o valor da prestação mensal.

Fundos de renda fixa

Em busca de mais segurança, os fundos de renda fixa são opções que garantem uma rentabilidade atrelada ao CDI, que possuem baixos riscos e taxas de administração menores do que outras opções do mercado.

Esse investimento basicamente funciona com a alocação dos recursos em diferentes fundos de renda fixa, garantindo a rentabilidade graças à diversificação de uso do dinheiro. Além disso, há fundos com diferentes riscos e investimentos iniciais, o que garante uma adaptação a qualquer que seja a condição de quem quer comprar o imóvel.

Certificado de Depósito Bancário

Dependendo da possibilidade de aportes mensais, optar por um CDB também pode ser uma forma de garantir, ao menos, uma boa entrada para o financiamento da casa própria. Quanto maiores forem os aportes, dentro de uma rentabilidade acima do CDI e com boa segurança, mais fácil será adquirir o imóvel desejado.

Nesse caso, o mais recomendado é optar por títulos que ofereçam rentabilidade acima do CDI, como os que oferecem 115 ou 120% em relação a essa taxa. Com isso, a rentabilidade e a geração de patrimônio são maiores, diminuindo o tempo necessário para comprar o imóvel e reduzindo também o pagamento de juros do financiamento.

9. Conclusão

Os investimentos servem a diferentes etapas da vida e objetivos, indo desde a construção e manutenção de patrimônio até a independência financeira. Em cada caso, existem opções de investimento que são mais indicadas e que devem ser conhecidas antes que você comprometa seu dinheiro. Independentemente do objetivo, entretanto, é indispensável garantir uma diversificação de investimentos, seja em diferentes opções ou entre renda fixa e variável. Além de favorecer a rentabilidade, isso também garante a segurança do seu patrimônio e o alcance dos objetivos.

Ainda tem alguma dúvida de como e onde investir em cada caso? Não deixe de comentar e de participar.

 

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About the Author

Tatiana Mallmann, é formada em Administração de Empresas. Ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Como empreendedora e educadora financeira, trabalha para ajudar pessoas e famílias a obter tranquilidade financeira.