7 erros do planejamento financeiro pessoal

7 erros de planejamento financeiro pessoal mais comuns do que você imagina

By Jonathan Camargo | Planejamento de Despesas

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jan 27
7 erros de planejamento financeiro pessoal mais comuns do que você imagina

Fazer um planejamento financeiro pessoal é passo essencial para ter uma vida financeira mais saudável. No entanto, muitas pessoas ainda têm dificuldades na hora de planejar e gerenciar suas finanças, cometendo erros básicos, como não acompanhar os gastos regularmente, não ter nenhum objetivo em mente e até mesmo não ter uma reserva para ser usada em casos de emergência.

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Reconheceu algum desses problemas na sua rotina? Veja os erros de planejamento financeiro pessoal mais comuns e aprenda a evitá-los:

Não acompanhar os gastos regularmente

Acompanhar todos os gastos é importante não só para saber quanto dinheiro está saindo da sua carteira, conta-corrente e cartão de crédito, mas é vital também para analisar onde estão suas principais despesas. Até mesmo os pequenos gastos do dia a dia, como lanches, jornal e corridas de táxi, quando acumulados, podem ter um grande impacto no orçamento no final do mês.

Acompanhar as despesas de perto garante que seus gastos estejam dentro do planejado e que você esteja usando seu dinheiro em áreas que são prioritárias na sua vida, e não em compras por impulso. O planejamento financeiro pessoal pode ser um aliado em momentos de crise.

Não ter um objetivo financeiro

Ter objetivos financeiros é um estímulo para manter as finanças em dia e optar pelos melhores investimentos. Ao definir um destino para determinada quantia de dinheiro a ser guardada, você tem a possibilidade de escolher os melhores investimentos e se motivar a não gastar aquele valor todo mês.

Escrever o objetivo financeiro e dividi-lo em metas também ajuda a realizá-lo. Caso seu objetivo seja, por exemplo, fazer um MBA no exterior no próximo ano, você pode dividi-lo em duas metas menores: poupar pelo menos 15% da sua renda para esse fim mensalmente por um ano e pesquisar as melhores escolas e os melhores preços.

Não ter uma reserva de emergência

Reserva de emergência, como o próprio nome diz, é um fundo para ser utilizado quando alguma despesa inesperada grande acontecer: uma doença, perda do emprego, acidente de automóvel etc. A melhor prática é economizar um pouco todo mês para compor essa reserva.

O ideal é que você tenha guardado um valor equivalente a, pelo menos, seis meses da sua renda líquida.

Não entender o fluxo do cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser um dos maiores inimigos das finanças saudáveis. Se não for bem utilizado, pode comprometer o orçamento de forma drástica. Por isso, um dos maiores erros de planejamento financeiro pessoal é não entender o fluxo dessa forma de pagamento e se acostumar a acumular parcelas de compras diversas sem pensar no impacto que isso terá no futuro.

Evite este problema dando preferência para compras à vista e, se for necessário parcelar, prever o valor no orçamento dos meses seguintes.

Manter a reserva de emergência na conta-corrente

Manter o dinheiro destinado à reserva de emergência na sua conta-corrente dificulta o controle. Com isso, é bem possível que você acabe gastando a quantia e não tenha o dinheiro que precisa em uma situação de aperto. O ideal é manter essa reserva em um lugar diferente da sua conta, mas que possa ser acessado com rapidez caso você necessite.

Uma opção é a conta poupança vinculada à sua conta-corrente. No entanto, apesar da poupança ajudar a guardar a reserva de emergência, há investimentos que oferecem melhor rentabilidade do que essa modalidade e com a mesma liquidez e garantias, como o Tesouro Direto.

Esperar retornos irreais para seus investimentos

Acompanhar seus investimentos — e respectivos retornos — é essencial para não contar com um rendimento que não corresponde à realidade. Procure consultoria com profissionais da área. Especializados, eles podem sinalizar os investimentos que têm melhor desempenho, indo além do que os bancos disponibilizam.

Saiba mais sobre como contratar uma assessoria financeira pessoal.

Listar a categoria “Gastos Variáveis”

Gastos variáveis é uma categoria muito ampla. Cinema, teatro, viagens, lazer… Todas essas despesas entram nessa categoria, o que pode causar muita confusão e prejudicar seu planejamento financeiro pessoal. Divida suas despesas entre as que acontecem todo mês e as que são esporádicas, ou seja, não são mensais, e busque estabelecer uma quantia máxima para os gastos esporádicos. Assim, diminui a chance de descontrole.

Ainda tem alguma dúvida sobre planejamento financeiro pessoal? Deixe nos comentários!

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About the Author

Jonathan B. Camargo, empreendedor, planejador e educador financeiro, formado em Administração de Empresas, certificado como Agente Autônomo de Investimentos pela CVM (2012), pelo Programa de Qualificação Operacional - PQO, como Profissional Financeiro Ambima Serie 20 – CPA 20. Especialista em investimentos e planejamento financeiro, ingressou no mercado financeiro em 2010, com passagens por instituições como Bradesco (Corporate Bank) e XP Investimentos. Trabalha com o intuito de transferir conhecimento aos seus clientes e ajudar a transformar seus objetivos em realidade.