Onde e Como Investir 100, 200 ou 300 mil Reais para Ficar Milionário? | Blog London Capital

Onde e Como Investir 100, 200 ou 300 mil Reais para Ficar Milionário?

By Tatiana Mallmann

Invista Melhor | Acumular, Rentabilizar e Proteger

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Onde e quanto investir por mês para ficar milionário o quanto antes

Como ficar rico?

Ou, melhor dizendo, como ficar milionário?

Como Investir 100, 200 ou 300 mil reais?

Onde Investir? Quanto investir por mês?

Ao contrário do que o inconsciente coletivo conceitua, é perfeitamente possível chegar ao primeiro milhão partindo do zero (ou de algum capital acumulado).

Antes de seguir lendo este artigo quero te convidar a baixar o [EBOOK] Fundos de Investimentos.

É um PDF para download gratuito que será enviado diretamente para sua caixa de e-mail. Neste ebook você vai poder compreender mais afundo sobre o assunto deste artigo com estratégias e dicas práticas para você usar no dia-a-dia como investidor.

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A história é pródiga em exemplos de investidores de origem humilde, que conquistaram sua independência financeira (ou, em alguns casos, muito mais do que isso!) com disciplina, paciência, aprendizado, educação financeira e uma ideia fixa em torno do sucesso patrimonial.

O exemplo nacional mais famoso é o de Luiz Barsi, que engraxava sapatos no centro de São Paulo, morou em cortiços no bairro paulistano do Brás e hoje é um dos maiores acionistas de empresas como Banco do Brasil, Klablin e Forjas Taurus.

Ele queria o 1º milhão, mas ultrapassou faz tempo essa marca: a estimativa é que Barsi tenha em torno de R$ 1 bilhão investido na Bolsa de Valores. Em entrevista concedida a um veículo de imprensa, há 3 anos, um dos homens mais ricos do país afirmou que, assim como ele fez, “qualquer um pode ficar rico com ações.” A história dele não nos permite duvidar.

Esse cidadão comum, que descobriu como viver de renda e multiplicar seu patrimônio aproveitando as oportunidades do mercado financeiro pode inspirar o caminho de pessoas como você, que têm algum dinheiro, mas não sabem por onde começar, o que fazer para transformar “algum dinheiro” em uma sólida fortuna.

Mas, por sorte, diferentemente de outros investidores ao redor do mundo, você mora em um país com as maiores taxas de juros do planeta. As opções do mercado são vastas e com conhecimento, paciência e um pensamento de longo prazo, chegar ao primeiro milhão é quase uma consequência natural.

Hoje vamos mostrar alguns exemplos de portfólios de investimento que podem ser montados para quem tem o sonho de chegar à aposentadoria sem depender do falido INSS ou da escuridão das previdências privadas. Confira!

 

Onde e Como Investir: capital inicial de R$ 300 mil

Vamos simular algumas situações para mostrar como ações ousadas levam a resultados ousados. Neste primeiro contexto, vamos imaginar que você acabou de vender um apartamento que gerava um aluguel e pretende investir esse valor (R$ 300 mil) em uma aplicação, pensando no longo prazo.

Óbvio que para chegarmos a um resultado matematicamente exato, na maioria dos casos, teríamos que ter posse de uma extensa tabela com todas as variações de rentabilidade de um ativo ao longo de 10, 20, 30 anos (exceto no caso da compra de títulos prefixados, em que já se sabe previamente qual o rendimento do papel até o final do período).

Neste cenário de juros atual, uma opção interessante e de baixo risco para chegar ao 1º milhão seria apostar em títulos públicos. Ao dar uma checada na tabela de preços do Tesouro Direto, encontramos papéis dos mais diversos e que possuem um rendimento muito superior a poupança e com risco mais baixo.

Título escolhido, vamos utilizar uma calculadora online de aplicações, marcando como valor inicial os R$ 300 mil, com taxa de juros de 11% a.a. (ou 0,87% a.m.), além de prazo de 13 anos.  Deixe o valor mensal em branco, já que contaremos, neste cenário, apenas com a compra de R$ 300 mil em títulos públicos. Perceba que chegaremos, no final da aplicação, a R$ 1.158.768,03.

Vale destacar que – apenas para fins didáticos – estamos somando todo o patrimônio do nosso investidor hipotético e o direcionando para uma única aplicação. Evidentemente que, em um cenário real, a diversificação seria priorizada, a fim de dar maior segurança ao aplicador e proteger o capital. Há de se levar em consideração também que estamos falando de valor nominal (e não real, pois, neste caso, teríamos que descontar a inflação). O imposto de renda também deve ser subtraído desse montante.

Onde e Como Investir: aporte inicial de R$ 200 mil + possibilidade de aplicações mensais de R$ 1.000,00

Aqui, temos uma variável, a possibilidade de incrementar o montante inicial com aplicações mensais e sucessivas. Nesta situação, poderíamos trabalhar na aplicação de 80% em Fundos de Renda Fixa que apresentou 110% CDI (mais conservador), que apresentou rentabilidade anual de 11,77% (0,93% a.m.), acumulando 204,36% nos últimos 10 anos. Vamos fixar essa rentabilidade mensal para efeitos didáticos.

Os 20% restantes da aplicação inicial, podemos utilizar Fundos Multimercados que rendem em média 160% CDI e com médio risco, assim temos uma rentabilidade anualizada de 17,57% (1,35% a.m), acumulando 404,69% nos últimos 10 anos;

Já os aportes mensais poderiam ser feitos em Fundos de Ações, pensando no longo prazo, que costumam render quase o dobro do CDI no Longo Prazo, então temos uma rentabilidade anualizada de 21,93% (1,66% a.m), acumulando 626,34% nos últimos 10 anos;

Resultado?

Um carteira bem diversificada, com a maior parte dos recursos aplicado de forma conservadora, e apesar uma pequena parte em risco, gerando um retorno médio de 136 % CDI, ou 14,75% ao ano, ou 1,15% ao mês. No mesmo periodo de 13 anos :

 

Onde e Como Investir: aporte inicial de R$ 100 mil + possibilidade de aplicações mensais de R$ 3.000,00

Para essa configuração, uma carteira de investimentos moderada ou agressiva pode resultar em investimentos mais extraordinários ainda, usando 60% Renda Fixa, 40% Fundos Multimercados e aplicações mensais de R$ 3.000,00 em Fundos de Ações teriamos. Com uma maior parte em risco, gerando um retorno médio de 149 % CDI, ou 16,27% ao ano, ou 1,27% ao mês. No mesmo periodo de 13 anos :

 

Valor real x valor nominal

Montamos 3 cenários pensando apenas no valor nominal, mas o poder de compra do R$ 1 milhão de amanhã não é o mesmo do de hoje. Se quiséssemos chegar a R$ 1 milhão mantendo o valor real (valor de hoje), deveríamos ter um rendimento acima da inflação do período. Suponhamos que tenhamos uma inflação anual de 7% a.a. (próximo ao teto da meta do governo) durante a próxima década. Neste caso, um fundo multimercado que 12% a.a. nos daria 5% a.a. (líquido) ou 0,40% líquido ao mês, conforme pode ser calculado aqui. Com um aporte inicial de R$ 300 mil e aplicações mensais de R$ 3 mil, esses 0,40% de juros líquidos mensais resultariam em R$ 1,8 milhão nominal daqui a 11 anos (ou em 1.028.440,70, transpondo para o valor de hoje). Nada mal, não?

Luiz Barsi estava certo, não? Ficar milionário envolve investimentos contínuos, renúncia, educação financeira e persistência extrema. Mas é possível a todos. Esse caminho é encurtado e torna-se mais seguro quando se tem o auxílio de um assessor de investimentos, que irá lhe auxiliar a encontrar opções de mercado mais rentáveis e que se encaixem em seus objetivos, favorecendo resultados mais sólidos.

Agora que você mudará para sempre seus objetivos de vida em busca do tão sonhado 1º milhão, seu primeiro passo deverá ser assinar nossa newsletter, a fim de se manter sempre ligado nas oportunidades do mundo do capital, ok? Afinal, tomando os ensinamentos de Henry Ford, “há um punhado de homens que conseguem enriquecer simplesmente porque prestam atenção aos pormenores que a maioria despreza.”

Ah e não esquece de baixar o [EBOOK] Fundos de Investimentos.

Sucesso e olho no mercado!

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About the Author

Tatiana Mallmann, Co-Fundadora do Blog London Capital, formada em Administração de Empresas, ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Especialista em planejamento financeiro, gestão de risco, proteção do ativo humano, blindagem de patrimônio e sucessão empresarial.