Investimentos a Curto Prazo - Quais e Como Escolher o Mais Seguro? (de 3 a 12 Meses) | Blog London Capital

Investimentos a Curto Prazo – Quais e Como Escolher o Mais Seguro? (de 3 a 12 Meses)

ByJonathan Camargo

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Como investir meu dinheiro a curto prazo?

Os melhores investimentos a curto prazo possuem um prazo de aplicação inferior a 12 meses.

A essência deles é a agilidade e a simplicidade. Ou seja, não devem ser arriscados e o resgate deve acontecer com rapidez (liquidez).

O ativo de curto prazo é parte fundamental da carteira de qualquer investidor, tanto iniciantes como mais experientes e com maior patrimônio.

Mas afinal, quais são os melhores investimentos a curto prazo? Bom, isso depende do tamanho e do objetivo da sua aplicação.

Se o seu capital é pequeno, talvez o que é bom para você não seja para alguém com mais recursos.

É preciso analisar cada situação individualmente. Para responder essa questão de uma vez por todas, preparamos esse artigo com dicas e exemplos práticos para que você descubra os melhores investimentos a curto prazo.

 

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Todo mundo já pensou no que deveria fazer com aquele dinheiro guardado que vai precisar só daqui um tempo.

Porém, a maioria das pessoas não sabe investir a curto prazo, e simplesmente deixam seu dinheiro parado na poupança ou na conta-corrente, sem render juros e perdendo valor mediante a inflação. Isso não é uma boa escolha.

Então o que fazer? Como investir seu dinheiro para prazos pequenos? É possível garantir boas rentabilidades mesmo investindo por tão pouco tempo? É o que vamos explicar agora. Confira!

 

Quem Deve Optar Por Investimentos a Curto Prazo?

Investimentos a curto prazo têm a melhor relação entre liquidez e rentabilidade possível. Por isso, todos os investidores deveriam ter uma reserva para curto prazo com ativos desse tipo.

É o que chamamos de fundo de emergênciaO seu volume deve ser o suficiente para sustentar o seu custo de vida por pelo menos 6 meses. Esse valor deve ser alocado em investimentos de curto prazo.

Assim, caso surpresas ocorram e as suas necessidades mudem, você não fica com todo o seu capital imobilizado em papéis com mais de dois anos.

Isso acontece em diversas situações comuns, como a chegada de um filho, dívida surpresa ou, então, problemas profissionais.

Não existe estabilidade e por isso você deve estar preparado!

Investidores principiantes costumam não ter um grande capital, além disso, por não terem um grande conhecimento de mercado, é indicado que comecem fazendo aportes a curto prazo também.

 

Como Funcionam as Aplicações Financeiras de Curto Prazo

Esses investimentos de curto prazo funcionam de acordo com os conceitos básicos de risco e retorno. Ou seja, se o seu perfil de investidor admitir um pouco de risco, recomenda-se os ativos com ratings menores.

Afinal, todos os ativos recomendados para curto prazo devem ser protegidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Caso o emissor do papel quebre, você recebe todo o seu dinheiro até o valor R$ 250 mil.

Então, tente manter aportes menores que essa quantia em um mesmo banco, levando em consideração a rentabilidade do mesmo no período. Por isso, é recomendado aplicar em mais emissores.

No entanto, esse processo de recuperação pode demorar meses, o que prejudicaria o nosso projeto de 3 a 12 meses de retorno.

A dica é: pese todos os riscos e possibilidade de retorno rápido para fazer um negócio que não o deixe desconfortável durante o período.

Arriscar pode trazer uma maior rentabilidade

Se você realmente não precisa do dinheiro no final do prazo, arriscar pode ser uma boa alternativa para garantir uma melhor rentabilidade. Veja os fatores que melhoram a rentabilidade do um ativo de renda fixa:

  • Período de aplicação maior
  • Menor liquidez
  • Volume de aporte maior
  • Mais risco envolvido
  • Custos de operação baixos

Nem sempre será possível contar com todos os fatores, então, a sua rentabilidade não será tão boa quanto a de ativos de médio e longo prazo que podem ou não envolver mais riscos e capital.

Assim, grande liquidezsegurança e custos de operação baixos (taxas e tributos) são as principais características de bons investimentos de curto prazo.

O custo é importante e você encontrará isenção de IR e rentabilidade de pelo menos 90% do CDI em LCIs e LCAs de bancos médios.

Caso não saiba, a maioria dos ativos de renda fixa obedecem à tabela regressiva que tributa 22,5% da sua rentabilidade se resgatar o capital até o 6º mês de aplicação e 20% até 1 ano. É uma boa saída escolher ativos que driblam esse tributo que diminui a sua rentabilidade.

Claro que existem outros bons produtos de investimentos de curto prazo com tributação, mas eles só valem a pena quando sua rentabilidade supera o tributo.

Nesses casos, é preciso calcular a diferença. É o que ocorre com os CDBs. Se tiverem um retorno mínimo de 100% da CDI, valem a pena.

O processo de compra é muito simples. Basta criar uma conta em um corretora em poucos minutos, transferir o dinheiro para a sua conta corrente na corretora, selecionar o ativo e dar a ordem de compra.

 

O que considerar antes de investir no Curto Prazo

Certamente “prazo” é algo relativo e pode variar de pessoa para pessoa, mas, para um investimento, eu considero que o curto prazo seja de até 2 anos.

O melhor investimento para um prazo de até 2 anos seria algo bem conservador, com a possibilidade de resgatar esse dinheiro a qualquer momento e que tenha a melhor rentabilidade possível nesse cenário.

Ele precisa ser conservador porque o prazo é curto e você não pode enfrentar riscos. E precisa ter alta liquidez porque você pode precisar do dinheiro assim que a oportunidade aparecer.

Se você quer aliar baixo risco, alta liquidez e uma boa rentabilidade, eu acredito que o melhor investimento para prazos mais curtos é o Tesouro Selic, que é um título público ofertado pelo Tesouro Direto.

Por que eu falo isso?

Porque você consegue investir a partir de 30 reais, resgatar este título a qualquer momento e sem qualquer risco de perda financeira.

Muitas vezes, as pessoas optam por investir com prazos curtos em CDB ou fundos de investimento do próprio banco.

Ao fazer isso, você perde muito dinheiro com taxas de administração (no caso dos fundos de investimento) ou com a baixíssima rentabilidade oferecida pelo CDB do banco no qual você já tem uma conta corrente.

Quando você opta por um prazo mais curto – via de regra – a rentabilidade é mais baixa.

Mesmo que você opte por LCI, LCA ou até CDB de um banco menor (que teoricamente teria uma taxa de rentabilidade maior), você estará preso ao prazo de vencimento.

Muitos desses títulos privados só podem ser resgatados em 2 ou 3 anos, comprometendo o alcance do seu objetivo de curto prazo.

Por essas razões, você não deve analisar apenas a rentabilidade da aplicação financeira, você também precisa se precaver em relação ao risco e à possibilidade de resgate antes do vencimento.

Todos esses pontos precisam ser levados em consideração quando você pensa em investir no curto prazo.

Às vezes, o dinheiro pode ser necessário para algum tipo de emergência financeira ou para alguma oportunidade muito boa que surge em sua frente.

Talvez você queira comprar um carro no final do ano. Mas talvez tenha aparecido uma oportunidade agora e, dependendo de onde o dinheiro estiver investido, ele pode ficar preso – e você pode ficar sem a possibilidade de resgatar esse dinheiro.

Por todos esses prós e contras que eu recomendo o investimento no Tesouro Selic. É o título público mais conservador que existe no mercado.

Este título oferece uma ótima rentabilidade, baixíssimo risco e resgate a qualquer momento – o dinheiro cai na sua conta em, no máximo, dois dias úteis.

E, mesmo com a incidência do imposto de renda, a rentabilidade será muito superior à caderneta de poupança e praticamente todos os fundos de investimento e demais aplicações financeiras oferecidas pelo seu banco.

Isso é muito importante para que você se proteja em relação a todos esses cenários e em relação a todo o custo-benefício relacionado a investir seu dinheiro num prazo mais curto.

Sem dúvida, na minha opinião, o Tesouro Selic seria a alternativa mais adequada para a grande maioria das pessoas.

Uma exceção seria um CDB com liquidez diária e que ofereça, no mínimo, uma rentabilidade de 100% do CDI. No entanto, dificilmente você vai encontrar este título para se tiver pouco dinheiro para investir.

É importante ressaltar que esta recomendação vale para qualquer cenário da economia, até mesmo com a taxa Selic em queda.

Isso porque praticamente todas as aplicações financeiras de renda fixa estão, de alguma forma, indexadas à taxa Selic, de modo que sua queda também reduz a rentabilidade das demais alternativas.

 

Como Investir seu Dinheiro a Curto Prazo

Para investir mirando o curto prazo, deve-se evitar aplicações com risco alto e com pouca liquidez.

Investimentos muito arriscados podem arruinar sua rentabilidade em prazos menores, pois se de repente o mercado começar a cair, haverá pouco tempo para recuperar a perda. Já para investimentos a longo prazo, é possível arriscar mais, pois o prejuízo pode ser compensado com o passar do tempo.

Dessa forma, as melhores modalidades de investimento que garantem um risco baixo aliados a boas rentabilidades serão as aplicações em renda fixa.

Da mesma forma, se o investidor precisa usar dinheiro investido em pouco tempo, é necessário que a aplicação tenha alta liquidez. Deve-se optar por investimentos que permitam que o dinheiro aplicado seja resgatado a qualquer momento.

É preciso que um planejamento seja feito e que a liquidez desejada dependa do nível de urgência que o investidor tem para resgatar esse dinheiro.

O recomendável é colocar uma parte da quantia investida em aplicações de liquidez imediata para cobrir gastos emergenciais que possam aparecer. A outra parte pode ser aplicada em investimentos de liquidez média, em que o montante retorna ao investidor em uma data específica no curto prazo.

Nesse caso, é possível proteger o dinheiro investido sem que a aplicação perca seus rendimentos.

 

Melhores Investimento a Curto Prazo

#1 – LCI – Letras de Crédito Imobiliário

O mais indicado para investimentos em curto prazo são aplicações com um mínimo de liquidez e rentabilidade.

Por serem isentas do imposto de renda e poderem ser investidas com vencimento a partir de apenas 3 meses, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) são uma boa opção. LCIs são títulos emitidos por bancos para gerar créditos imobiliários — ou seja, por meio delas, o dinheiro é captado junto aos investidores para financiar a compra de imóveis e construções no setor.

Pesquisando no mercado, é possível encontrar LCIs que pagam acima de 90% do CDI em três meses, mesmo para aplicação de pequenas quantias. Além disso, a LCI tem a vantagem de ser garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

Com isso, toda aplicação até o valor de R$ 250 mil por instituição financeira estará protegida de qualquer eventualidade, dando mais segurança para o investidor.

 

#2 –LFT – Letras Financeiras do Tesouro – Tesouro Selic

LFTs são as Letras Financeiras do Tesouro, uma modalidade de títulos públicos do Tesouro Direto.

Elas possuem remuneração de acordo com a taxa básica de juros da economia, a Selic. Mesmo que as LFTs tenham incidência do imposto de renda e obriguem o investidor a pagar uma taxa de 0,3% ao ano, elas ainda são uma ótima opção para o investimento no curto prazo.

Se a intenção é aplicar uma quantia mais alta pelo período mínimo de 180 dias, por exemplo, as LFTs são a escolha certa, garantindo uma boa rentabilidade aliada à segurança da renda fixa.

Além disso, por meio do sistema de recompra diária do Tesouro Direto, é possível revender os títulos públicos quando o investidor achar necessário. Isso garante uma maior liquidez para as LFT, possibilitando que o valor investido seja resgatado mais rapidamente.

 

Melhores Investimentos a Curto Prazo – NÃO INVISTA NO TESOURO SELIC

 

#3 – CDB – Certificados de Depósito Bancário

Os Certificados de Depósito Bancário são outra forma de investimento rentável e seguro para quem quer aplicar no curto prazo.

Eles são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras, muito similares à poupança, mas com um rendimento maior. O ideal é encontrar CDBs que paguem remunerações acima de 100% do CDI — mas, nesse caso, se perderia a liquidez: os bancos tradicionais só começam a pagar mais de 100% do CDI para aplicações com prazo acima de 3 anos.

Com isso, o mais indicado é procurar outras instituições financeiras menores para aplicar o valor com uma rentabilidade maior, pois além de tudo o CDB também é garantido pelo FGC.

Entretanto, uma boa tática para manter o dinheiro sempre rendendo o investimento em CDB de liquidez diária do seu banco, deixando apenas um saldo mínimo em sua conta-corrente. Dessa forma, o dinheiro não ficará parado perdendo seu valor, e, quando for necessário, é só sacar o CDB e usar a quantia que precisar.

 

#4 – Fundos DI

Os Fundos DI também são um investimento atrelado ao CDI e à taxa Selic. Eles são ideais para o curto prazo por apresentarem riscos baixos e boa liquidez.

Eles são boa opção para quem está começando a investir, ou até mesmo investidores experientes que aplicam em renda variável mas que querem diversificar mantendo uma posição conservadora.

No entanto, é preciso prestar atenção a algumas condições que para que os fundos DI sejam realmente vantajosos. O ideal é que a sua taxa de administração não ultrapasse 0,5% ao ano e que ao mesmo tempo ofereçam uma rentabilidade superior a 100% do CDI.

Os fundos DI não possuem garantia, logo, o ideal é saber quanto o banco vai pagar sobre o CDI e ficar atento à rentabilidade. 

 

#5 – Fundos de renda fixa atrelados ao CDI

Mais um do grupo de investimentos pós-fixados, esses fundos variam de acordo com o CDI e também com a taxa Selic. Aqui, o mais importante é que a taxa de administração não seja maior que 1% ao ano. Com essa condição, ele se torna, sem dúvidas, muito mais rentável.

A remuneração sempre deve ser maior que o total da CDI. Além do CDB e do LCI, você também encontra os títulos LCA, que estão ligados ao financiamento para o agronegócio. Todos eles usam o CDI como referência para a sua rentabilidade, assim como os debêntures e até alguns títulos do tesouro direto.

No entanto, vale destacar que o investidor deve prestar atenção ao tamanho da carência desses investimentos, pois menos liquidez e maiores taxas de retorno garantem que eles valham a pena no curto prazo.

Existe um investimento certo a curto prazo para cada um!

A escolha da melhor opção para investir sempre dependerá do prazo, do valor e do objetivo que o investidor possui. Uma aplicação que pode ser muito boa para o curto prazo, pode ser a pior opção para o longo prazo — e vice-versa.

Assim como um investimento excelente para quem tem 10 mil reais, pode ser péssimo para quem quer aplicar menos de 10 mil. Por isso, para escolher o investimento mais vantajoso para você no curto prazo, é preciso avaliar bem sua situação financeira e estar ciente do seu perfil de investidor, pois as opções mais indicadas variam muito acordo com cada situação.

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About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador do Blog London Capital e assessor de investimentos na New York Capital empresa de assessoria de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.