Desbancarização: Por que Fugir do Banco e Variar seus Investimentos?

Desbancarização: Por que Fugir do Banco e Variar seus Investimentos?

By Jonathan Camargo

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Desbancarização: por que fugir do banco e variar seus investimentos?

Todos os anos a história se repete. Em meados de fevereiro e março, os veículos de comunicação começam a ser inundados com cifras inimagináveis à mente do cidadão comum, referentes à divulgação dos (robustos) resultados financeiros anuais dos bancos do país. As receitas líquidas, sempre na casa dos bilhões, são parâmetros para nortear a caprichosa corrida desses gigantes pela liderança do mercado. Ora, não há mágica na economia: onde há lucro exorbitante de um lado, há alguém amargando prejuízo de outro (no caso, centenas de milhões de “alguéns”, que continuam confiando suas economias de uma vida inteira nas sugestões bancárias “atrativas” que, ao final, costumam se revelar péssimos investimentos).

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Apenas para ilustrar a questão: o maior banco de capital público do país teve lucro líquido de R$ 5,8 bilhões no 1º trimestre deste ano, o que representa um aumento de (acredite!) 117,3% em relação ao ano anterior. Surfando nas mesmas ondas, a maior instituição financeira privada nacional obteve, neste 2º trimestre, o maior lucro trimestral de sua história! Parece que a crise só sopra com violência nas casas de palha dos cidadãos comuns, não?

A construção da imagem bancária como instituição altruísta

A fórmula usada — com sucesso — pelos bancos para conquistar a fidelidade de seus correntistas e transbordar cifras bilionárias, todos os anos, se baseia na conjunção entre: ações de comunicação que desvirtuem sua função primordial (lucro) aos olhos do consumidor (criando a correlação mental “banco = família”) + ausência de assessoria e conhecimento adequado acerca do mercado financeiro por parte dos investidores + treinamento e cobrança voraz para que seus gerentes se tornem implacáveis vendedores de “elefantes brancos financeiros”.

No que diz respeito ao primeiro ponto, peças publicitárias cumprem o papel de desvincular a imagem do banco como instituição ligada exclusivamente à exploração do capital para atrelá-la a uma suposta ideia de parceria, preocupação extrema com o bem-estar do correntista, atendimento VIP e valores da família. Isso explica a profusão de comerciais bancários estrelados por velhinhos e crianças felizes.

Já com relação à comercialização dos produtos, um exército de gerentes de contas com notável habilidade oratória e um sorriso estampado no rosto está à sua espera nas agências do país, a fim de lhe mostrar o “óbvio”: o quanto você sairia em vantagem com a aquisição de títulos de capitalização (muito provavelmente o pior dos investimentos que um indivíduo pode fazer); com a utilização despreocupada do cheque especial (que tem incidência de juros de até 170% a.a.); na aplicação em fundos que você desconhece e que serão escolhidos para você sem qualquer tipo de avaliação prévia com relação ao seu perfil como investidor. No último dos casos, os gerentes podem lhe aconselhar a simplesmente deixar seus recursos em caderneta de poupança (cujo rendimento bruto gira em torno de 6% a.a., contra uma inflação de 10%).

A gourmetização dos serviços financeiros

Uma instituição financeira tem o objetivo máximo de captar recursos a juros baixos e realocá-los no mercado a juros altos. Simples assim. Para ficar ainda mais claro: um “credor” possui um montante de R$ 50 mil em caderneta de poupança, cujo valor é remunerado a 0,5% ao mês (em torno de 6% a.a). Esse mesmo montante é emprestado no mercado pelos bancos a juros que chegam a 181% a.a. Negócio lucrativo, concorda?

E para potencializar ainda mais os resultados, os bancos nacionais (aderindo a uma antiga fórmula utilizada no exterior) passaram a segmentar seus clientes, buscando agrupar os mais abastados em estabelecimentos “fashion”, com mobiliário e decoração sofisticada, entrega de cafezinho, espera “relâmpago” em sofás confortáveis e outros mimos não presentes nos tradicionais bancos de varejo. O modelo Prime atrai o investidor pela sensação de exclusividade, fazendo-o se esquecer de que seu objetivo maior em buscar uma assessoria financeira é o de obter o melhor rendimento possível.

Mas de nada adianta receber, em cada visita ao banco, um caloroso abraço do gerente e um cappuccino quente se os pacotes de serviços são caros, os produtos oferecidos são de baixa rentabilidade e as reclamações no Procon são incontáveis.

Desbancarização

O termo ainda é novo, mas é consequência de todos os fatos narrados acima (lhe soaram familiar, de algum modo?). A desbancarização é um fenômeno que já vem ocorrendo na Europa e EUA e começa a entrar no Brasil com a promessa de se tornar um furacão. Trata-se do abandono do sistema bancário tradicional e migração de capital para direcionar a aplicações mais profissionais (em corretoras, casas de investimentos, assets, etc.), além da procura por agentes com real expertise no mercado, que promovam acompanhamento personalizado (de fato), educação financeira, formação de carteira de acordo com perfil do investidor e apresentação de variedade maior de produtos disponíveis, o que significa rentabilidade muito superior ao que se oferece nos bancos.

Assim como ocorreu com os EUA no pós-guerra (anos 60 e 70), o aumento do poder aquisitivo dos brasileiros, intensificado a partir dos anos 2000, bem como o crescimento de seu patrimônio e a sua migração para classes sociais superiores resultaram na formação de milhões de novos investidores, ávidos em estudar o mercado, compreender todas as opções de aplicações disponíveis e buscar alternativas mais audaciosas, que lhes garantam maior retorno financeiro e um futuro muito mais tranquilo. A esse novo perfil, a incompatibilidade de interesses entre banco e cliente já começa a se tornar difícil de maquiar e nem os investimentos pesados no segmento “gourmet” ou em ações publicitárias de impacto têm impedido que milhões de brasileiros comecem a buscar experiências positivas fora dos bancos, por meio da assessoria de planejadores financeiros de alta qualificação.

O maior erro do brasileiro é não fazer nada por achar que pode fazer pouco

Nos EUA, 80% do patrimônio dos cidadãos já estão fora dos bancos. No Brasil, ainda temos um longo percurso para alcançar esse percentual. Entretanto, se até há algumas décadas ter o acompanhamento de um especialista em soluções de investimentos era visto como privilégio de milionários, nos dias de hoje esse cenário se transfigurou por completo. Não há barreiras para ter o auxílio de um planejador financeiro, tampouco para diversificar aplicações. Para exemplificar, o investimento em alguns ativos de renda fixa (como títulos públicos comprados pelo Tesouro Direto) permitem aplicações com apenas R$ 30,00! Vale lembrar que esses títulos são de baixo risco e a maioria desses títulos apresentou rendimentos muito superiores à poupança em 2014!

Diversificação de investimentos

“Nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”. Essa é uma (sábia) frase de vó e que se encaixa perfeitamente no gerenciamento de aplicações financeiras. Apesar de os bancos buscarem, frequentemente, convencer seus clientes a apostarem todas as fichas em produtos singulares, é premissa básica da educação financeira que quanto maior a variedade de ativos através da qual está espalhado seu patrimônio, mais diluídas serão as oscilações de mercado, o que reduz os riscos e garante uma “navegação em mares mais calmos” rumo à ampliação de seus recursos.

A figura do Planejador Financeiro

Você procuraria qualquer pessoa para advogar em sua causa em um tribunal? Aceitaria ser submetido a uma cirurgia por um profissional sem formação em medicina? Então por que entregar todo seu patrimônio nas mãos de quem guarda nenhuma intimidade com o mercado de investimentos? Bancos não estão preparados para oferecer produtos de outras instituições de forma isenta e com alto nível de especialização no mercado.

A formulação de estratégias financeiras adequadas e focadas em resultados efetivos (para o cliente) são atribuições próprias de Planejadores Financeiros, profissionais com uma extensa lista de certificações (inclusive internacionais), elevados conhecimentos em gerenciamento de riscos, renda fixa e variável, previdência privada, seguros, além do principal: desvinculação com instituições financeiras. É esse detalhe que garante a esses profissionais a liberdade de atuação necessária para recomendar sempre os melhores investimentos e não os mais convenientes para alcance de eventuais metas ou recebimento de comissões. Seu sucesso está estritamente vinculado ao sucesso do cliente.

Um Planejador Financeiro é, portanto, um multiespecialista, que orienta seus clientes em todos os aspectos de sua vida financeira. Da gestão do orçamento familiar, à análise de perfil e montagem de um mix de investimentos personalizados (com alto potencial de retorno), esses profissionais estão presentes de forma integral na construção do patrimônio de um poupador de sucesso.

E você, está com receio de aplicar seus recursos em função da crise? Não deveria, pois é justamente em meio ao caos que nascem as mais promissoras oportunidades! “Desbancarize” sua vida: entre em contato conosco e lhe auxiliaremos a direcionar seu patrimônio com segurança e rentabilidade real, mesmo em tempos de mares revoltos! Ah, e não se esqueça de compartilhar nosso conteúdo nas redes sociais, ok? Sucesso e até breve!

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About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador e assessor de investimentos na New York Capital empresa de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.