Afinal, O Que É Investimentos Fora da Poupança?

Afinal, O Que É Investimento Fora da Poupança?

By Tatiana Mallmann | Investimentos

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fev 23
Afinal, o que é investimento?

Um cofrinho que explode quando as crianças ficam muito tempo sem guardar moedas; economia doméstica como disciplina obrigatória já no jardim de infância; moradores de rua que investem o dinheiro arrecadado diariamente nas ruas… Você pode até não saber de qual país estamos falando, mas sabe que certamente não é o Brasil. No Japão, nação de onde foram retirados os exemplos, os recursos escassos e as dificuldades de reconstrução nacional no pós-guerra criaram uma população prudente, de olho no futuro e fascinada por investimentos. Mas por que, diferentemente dos orientais, a cultura brasileira é centralizada no “viver como se não houvesse amanhã”, bem como na falta de ambição em investir e multiplicar seu patrimônio?

Morando em um país em que 85% da população não têm dinheiro guardado e que, dentre o restante, quase 90% não sabem o que é aplicar seus recursos fora da estagnação da poupança, tornar-se bem-sucedido financeiramente implica em despertar, de uma vez por todas, o senso crítico que está dentro de você e se perguntar por que suas economias estão paradas na caderneta de poupança. Ou, indo além, por que, mesmo morando em um dos países com as maiores taxas de juros do mundo, você continua perdendo a oportunidade de tirar vantagem desse cenário através de uma aplicação de verdade — em renda fixa ou variável —, disponível em uma das centenas de corretoras de valores credenciadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Muito mais do que mudar o direcionamento do dinheiro, chegou a hora de mudar a cultura, sair do automático e buscar o auxílio de planejadores financeiros, aplicações sólidas e resultados de verdade. Vamos falar hoje sobre o que é investimento e o que você poderia estar ganhando ao saber disso.

Por que não somos japoneses?

Pode soar estranho em nossa cultura, mas Economia, em última análise, é a ciência da felicidade. É a arte de prover meios para realizar seus sonhos, de forma organizada e sistemática. Dessa forma, construir um patrimônio não quer dizer abrir mão de viver o hoje, mas sim gerenciar os rendimentos com lucidez, sem se esquecer do amanhã — bem como de que o que garante nosso fôlego de vida é a possibilidade de concretizar sonhos e ideais. Exatamente como pensam os japoneses.

Assim, o dinheiro não é um fim em si mesmo, mas um instrumento para materializar nossos alvos de vida. É preciso trabalhar a cultura de manipulá-lo com inteligência para que ele trabalhe a favor de nossos planos, o que só é feito por um caminho: investimentos.

O que é investimento?

Mais didático seria começar dizendo “o que não é investimento”. Investimento não é poupança, embora esta possa ser usada, em um segundo momento, para investir. Poupança pressupõe o uso do principal, enquanto o investimento, geração de renda. Não compreendeu? Exemplos tornarão a coisa mais clara.

Se você pretende fazer uma viagem de férias e está juntando um dinheiro para isso, você não está investindo, está poupando. Isso porque todos os recursos acumulados serão gastos na viagem dos seus sonhos. Da mesma forma, se você está guardando dinheiro para comprar um imóvel, mais uma vez, o que está em jogo é poupança, já que suas economias serão dilaceradas no ato da consolidação do sonho da casa própria.

Por outro lado, investimento sugere a ideia de gerar riquezas, formar um patrimônio que crie um rendimento automático e periódico. Se você está investindo em um fundo multimercado, de olho em reaplicar os rendimentos sucessivamente para formar um capital forte no futuro e viver com a rentabilidade desse montante a ser gerado, você está fazendo um investimento. Perceba que investir é colocar o dinheiro para trabalhar para você, algo que a poupança não é capaz de fazer (e aqui estamos nos referindo tanto ao ato de poupar, quanto ao marasmo dos resultados da caderneta de poupança).

A confusão entre estes dois conceitos explica muito da inércia do brasileiro quando o assunto é multiplicar patrimônio, enriquecer, se tornar milionário e ter uma aposentadoria tranquila (independente da previdência pública ou privada), situações bastante reais e comuns no universo de um trabalhador médio de outros países. É preciso dar um passo de ousadia e desbancarizar para alcançar o que muitos já alcançar no mundo todo.

Investimento x especulação

Outra confusão que impede muitos brasileiros de saírem da poupança e migrarem seus recursos para uma corretora de valores (em busca de investimentos reais) é não saber diferenciar estes, de uma mera especulação. Esse desconhecimento dá a falsa sensação de que investir em renda fixa ou variável é necessariamente perigoso, o que é um equívoco. Para se ter uma ideia, uma aplicação em LCA/LCI (Letras de Crédito do Agronegócio/Crédito Imobiliário) possui baixíssimo risco e a mesma proteção garantida à caderneta de poupança pelo Fundo Garantidor de Crédito (que reembolsa o investidor, em caso de falência da instituição, em até R$ 250 mil). A diferença é que uma LCI/LCA pode render até 71% a mais do que a poupança!

Dessa forma, vamos diferenciar os dois elementos parafraseando o ensinamento de ninguém menos do que Benjamin Graham, um dos maiores investidores da história. Graham dizia que “uma operação de investimento é aquela que, por meio da análise, promete uma segurança para o principal e um retorno adequado. As operações que não vão ao encontro dessas exigências são especulativas”.

Benefícios de fazer um investimento

  • Multiplicar seu patrimônio;

  • Alcançar objetivos e metas audaciosas;

  • Ascender socialmente;

  • Melhorar seu nível de educação financeira;

  • Ter à disposição uma infinidade de aplicações e estratégias, a serem escolhidas de acordo com seu perfil de investidor (com o auxílio de um planejador financeiro);

  • Melhorar o “sentido” do dinheiro em sua vida;

  • Estar financeiramente protegido contra adversidades;

Dicas de como começar a investir

Não sabe como começar a investir? A primeira dica para quem quer começar a investir é buscar o auxílio de um planejador financeiro. Muito mais do que um profissional que conhece as opções do mercado financeiro (caso do assessor), o planejador possui uma visão mais completa da ação financeira sobre a vida de um indivíduo, atuando junto aos seus clientes desde a orientação sobre o gerenciamento eficiente do orçamento doméstico até o diagnóstico de perfil de investidor e formatação de estratégias adequadas e seguras para o alcance dos objetivos traçados.

Outra dica importante é não somente investir, mas investir sempre. Reaplicar seus recursos deve ser um hábito a ser cultivado em sua rotina, trabalhando a cultura do amanhã e do alcance das metas traçadas. Disciplina, educação financeira permanente e auxílio de um profissional são, assim, características comuns dos mais bem-sucedidos investidores do planeta.

E já que estamos falando em educação financeira (e que você já sabe o que é investimento), que tal começar a profundar seus conhecimentos no mercado financeiro a partir de já, através do e-book “Desmistificando seus Investimentos em 4 passos” (que irá lhe mostrar os principais investimentos no Brasil e no exterior, capital mínimo necessário, análise de risco, entre outras questões essenciais para entrar neste universo)? Sucesso e olho no mercado!

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About the Author

Tatiana Mallmann, é formada em Administração de Empresas. Ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Como empreendedora e educadora financeira, trabalha para ajudar pessoas e famílias a obter tranquilidade financeira.