Investimento no Exterior: Conheça 6 Investimentos Favoritos dos Gringos

Investimento no Exterior: Conheça os 6 Investimentos Favoritos dos Gringos

By Tatiana Mallmann | Investimento no Exterior

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nov 20
Conheça os 6 principais tipos de investimento no exterior

Como alternativa à crise financeira que se instalou no Brasil e não tem previsão de se abrandar em curto prazo, uma das alternativas que se tornaram mais viáveis para os investidores que buscam ampliar seus rendimentos é a realização de investimentos no exterior. Obviamente, não é tão simples quanto fazê-los em terras nacionais, mas é possível sim aplicar bem em mercados estrangeiros. No geral, o investimento no exterior possui um custo mais alto por causa da necessidade do envio dos recursos para outro país, mas uma alternativa é buscar vários investidores com o mesmo interesse e baratear o custo para todos.

Sem considerar o trabalho de transferir o dinheiro para terras estrangeiras, o investidor deve estudar minuciosamente o mercado local, além de contratar uma empresa especializada que indique as melhores oportunidades de aplicações disponíveis em países estrangeiros. Outra preocupação que se deve ter está ligada ao montante de investimentos no exterior. Caso esses valores sejam de US$ 100 mil ou mais, devem ser declarados anualmente ao Banco Central do Brasil (BACEN), mesmo que não haja nenhuma movimentação adicional.

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Vamos ver agora uma lista com 6 investimentos no exterior que merecem um pouco da sua atenção:

 

Fundos de investimentos

Sendo comercializados no Brasil normalmente para investimentos de no mínimo R$ 25 mil, esses fundos têm uma parcela investida no Brasil e outra no exterior ou tudo no exterior. Não há uma quantidade mínima nem máxima de percentual a ser investido fora do país, sendo que alguns chegam a investir 100% dos recursos no exterior. São mais cômodos, pois tudo pode ser feito diretamente do Brasil e os ganhos têm sido altos, se considerarmos que a Bolsa norte-americana vem gerando resultados positivos nos últimos anos — em comparação à Bolsa de Valores brasileira.

Para se ter uma ideia, há fundos que investem praticamente todo o capital no exterior e obtiveram retornos que chegaram a 60% ao ano, com um mínimo de 9% de rentabilidade anual. É claro que a própria alta do dólar dos últimos meses ajudou esses fundos a obterem bons resultados, mas o fato de investirem em economias estáveis é o principal fator do bom desempenho.

Exchanged Traded Funds (ETFs)

Eles são diversificados e têm baixo custo — e esse é um dos principais atrativos. Esses fundos representam índices e são negociados em bolsas de valores. Por não necessitarem da compra de cada ativo em separado, permitem que diversos mercados sejam acessados com um custo baixíssimo em vista dos benefícios que podem trazer.

Nos EUA, eles são muito comuns e populares, negociados desde 1993. Lá, os norte-americanos podem investir em diversas empresas com um único investimento diversificado, tal como temos aqui no Brasil os fundos de índices.

Exchanged Traded Commodities (ETCs)

Esse tipo de investimento é muito parecido com os ETFs, mas a diferença está no fato de ele investir em commodities, que são metais preciosos, fontes de energia natural, produtos agrícolas e agropecuários.

Ouro, soja e petróleo estão entre os tipos de produtos mais investidos nos ETCs, o que faz com que o investidor possa entrar e negociar mais facilmente em mercados mais exclusivos e difíceis de serem acessados, como as commodities.

Contracts For Difference (CFDs)

Esse também é um produto que não requer a compra de ações ou índices específicos para participar e ganhar com as variações positivas. Os CFDs operam com margens, o que aumenta consideravelmente o nível de risco, mas potencializa os ganhos.

Isso consiste em utilizar um capital reduzido para se expor como se estivesse com um capital maior investido. Se houver ganhos, considerarão essa quantidade supostamente maior, mas se houver perdas, podem ser muito grandes — isso também é conhecido como alavancagem. Eles não dão nenhum direito sobre os ativos ou índices respectivos, apenas retorno de acordo com o desempenho dos papéis a que estiverem relacionados.

Brazilian Depositary Receipts (BDRs)

Uma maneira de comprar ativos da bolsa norte-americana e não precisar realizar operações de câmbio nem abrir uma conta-corrente no exterior é por meio dos BDRs não patrocinados. Eles são oferecidos pela bolsa brasileira a investidores que possuam mais de R$ 1 milhão investidos.

Considerando que as negociações são feitas integralmente no Brasil, é outro fator de economia para os investidores, pois contam com a segurança e com a credibilidade da nossa bolsa de valores e podem investir em ativos localizados fora do país, ficando expostos a uma economia mais forte e que está em franca recuperação.

Com os BDRs, pode-se acessar empresas gigantescas da bolsa norte-americana, tal como a Apple, por exemplo, que cresce 50% ao ano e não depende de commodities, como é o caso das Blue Chips brasileiras, como Vale e Petrobras.

Fundos estrangeiros com o capital protegido

Esses fundos estão ficando muito populares no Brasil, pois necessitam de investimento inicial relativamente baixo e caso haja desvalorização do fundo, garantem, no mínimo, o capital investido sem correções — desde que seguidas todas as regras pelos investidores.

Esses fundos estrangeiros investem parte dos recursos no exterior, parte em títulos de dívida pública brasileira e outra parte em swap de dólar norte-americano para se proteger das flutuações da moeda estrangeira. O investidor terá que esperar até o vencimento para garantir o capital mínimo investido. Esse prazo é de 12 meses e o valor mínimo normalmente é de R$ 10 mil.

Caso o índice norte-americano tenha variação negativa na data do vencimento, o investidor recebe 10% do valor investido. Se esse índice variar positivamente até 20%, toda a rentabilidade é passada para o investidor. Por fim, se a variação for superior a 20%, o investidor ganhará 9%, o que já dá mais de 100% se considerarmos o CDI.

É importante buscar uma empresa que conheça bem o mercado brasileiro e o estrangeiro para investir seus recursos fora do país. Essa instituição poderá indicar as melhores alternativas, os riscos inerentes a toda aplicação, além da quantidade mínima de recursos a serem investidos. Algumas obrigações de caráter informacional também são geradas junto ao Banco Central do Brasil e caso você necessite de mais informações sobre o assunto, baixe o nosso [EBOOK] Investimentos no Exterior.

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About the Author

Tatiana Mallmann, é formada em Administração de Empresas. Ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Como empreendedora e educadora financeira, trabalha para ajudar pessoas e famílias a obter tranquilidade financeira.