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Fundos de Inflação – Vale ou Não Investir Agora?

By Tatiana Mallmann

Invista Melhor | Acumular, Rentabilizar e Proteger

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fundo de inflação


O ciclo de corte na taxa básica de juros costumam fazer com que a oferta de fundos de inflação ou fundos de renda fixa inflação ou IPCA+ ganhem força. Esse movimento é comum em todo período de queda na Selic, mas apostar nessa modalidade de investimento pode ser uma má ideia.

Gerentes de bancos costumam oferecer essa possibilidade apresentando a rentabilidade do último ano desses tipos de fundo. No entanto, escolher um investimento com base em desempenho passado é como dirigir olhando o retrovisor e esquecer de olhar para frente, bom acho que você sabe o resultado final disso.

Antes de seguir lendo este artigo quero te convidar a baixar o [EBOOK] Fundos de Investimentos.

É um PDF para download gratuito que será enviado diretamente para sua caixa de e-mail. Neste ebook você vai poder compreender mais afundo sobre o assunto deste artigo com estratégias e dicas práticas para você usar no dia-a-dia como investidor.

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Estes títulos de inflação dependem mais dos juros futuros do que da Selic, e os juros futuros já caíram muito além da Selic, devido a expectativa dos investidores e agentes do mercado financeiro.

Por isso, elencamos ao final do artigo sete motivos para evitar esses fundos no cenário de queda dos juros.

 

Fundos de Inflação, o que são?

Fundos de Inflação, também chamados de Fundos de tipo Índices pela classificação da ANBIMA, são fundos que só investem em títulos que visam refletir ou superar as variações dos Títulos do Tesouro atrelados a (saiba muito mais sobre inflação), medidos pelos índices IMA e suas variantes.

Para estes fundos é permitida a alavancagem e não são permitidas operações com Renda Variável, nem a compra de títulos atrelados a SELIC ou CDI, que só são permitidas para Fundos Referenciados DI ou Fundos de Renda Fixa.

Também conhecidos como Fundos IMA-B ou Fundos de Renda Fixa de Índice (pela categoria ANBIMA), o propósito dos Fundos de Inflação é simplesmente aplicar nos títulos que compõem a carteira do IMA-B.

Esses  fundos também podem ser ainda mais específicos e buscar superar o IMA-B 5 ou  o IMA-B 5+, dando portanto características de prazo mais curto ou mais longo para a carteira.

Apesar de caracterizado como um fundo de renda fixa, ao longo do texto você perceberá que o seu funcionamento pode acabar pegando de surpresa muitos investidores incautos.

Por isso, dedico as próximas linhas para te contar um pouco da história recente desse tipo de investimento no Brasil.

 

Qual a rentabilidade dos Fundos de Inflação nos últimos anos?

Em 2012, quando o governo tentou marcar mínimas históricas na taxa básica de juros, esses fundos conseguiram entregar retornos espetaculares para fundos de renda fixa. No ano todo, o IMA-B conseguiu acumular uma alta de 26,68%!

Na época, como já é de praxe acontecer no mercado financeiro, essa ocasião atraiu uma grande quantidade de novos investidores para esse tipo de investimento.

No entanto logo em seguida, em meados do segundo semestre do mesmo ano, os resultados desses fundos inverteram sua direção. Com o início do descontrole inflacionário e a iminente elevação dos juros, os ânimos do mercado voltaram a se exaltar.

Como esperado, os fundos acumularam em 2013 perdas consideráveis para quem entrou atrasado, criando novas “viúvas” do mercado.

Sendo mais preciso, o resultado do IMA-B em 2013 foi de -10,02%. Um baita tropeço para o investidor desavisado que pretendia aplicar em algo que carrega o nome de “renda fixa”.

Diante desse novo cenário, a maioria dos profissionais do mercado apontavam a realocação de carteira como melhor alternativa, como se via na Exame. Infelizmente um pouco tarde demais para a maioria das vítimas da euforia.

Mas quem disse que a história não se repete? Em 2016, depois de o governo iniciar um novo ciclo de baixa da taxa de juros, o IMA-B voltou a acumular alta de 24,81%. O restante vocês já sabem.

Como já ficou evidente acima, esse resultado deveu-se principalmente aos movimentos da taxa Selic que possui uma forte relação inversa ao preço dos títulos. Ou seja, a medida que a taxa de juros cai o preço dos títulos sobe e vice-versa.

Pior ainda, o mercado precifica os títulos de renda fixa não só de acordo com a taxa Selic, mas também com base nas expectativas futuras que os investidores tem seus valores.

Sim eu sei, é uma baita abstração! Qualquer hora dessas falaremos mais sobre isso no tema de Economia Comportamental e seus impactos nos investimentos.

Por agora, para compreender esse movimento será necessário primeiro conhecer alguns conceitos básicos do funcionamento desses fundos.

Em primeiro lugar, boa parte do capital dos fundos de inflação é aplicada em títulos públicos e privados que remuneram o investidor com um juros fixo + IPCA.

Desta maneira, carteira dos fundos de inflação é composta predominantemente pelas NTN-Bs (atuais Tesouro IPCA+). E é justamente por este motivo, que a maioria desses fundos utiliza como benchmark o IMA-B.

 

Como funcionam os Fundo de Inflação?

Em economia, quando começamos a estudar a política monetária e seus canais de transmissão, uma das primeiras “regras universais” que aprendemos é a relação inversa entre taxa de juros e os preços dos títulos.

Em outras palavras, quando a taxa de juros cai o preço dos títulos sobe. Quando a taxa de juros sobe, o preço dos títulos caem. Simples assim.

Digo que esse é um dos principais canais de transmissão da política monetária, pois é através dele que o governo administra a inflação, aumentando ou diminuindo o tamanho do patrimônio financeiro das famílias.

Afinal de contas, quando a taxa de juros subir, o valor dos títulos diminui e portanto o valor atual da carteira de investimentos de qualquer investidor será reduzido. A isso os economistas dão o nome de “efeito riqueza” da política monetária. Eu sei, é cruel, mas é assim que funciona.

A consequência? Com menos dinheiro as pessoas consomem menos e a inflação tende a baixar. A mesma regra vale para quando o governo precisa aquecer a economia.

No Brasil, uma de nossas “jabuticabas” que prejudica a política monetária (sendo inclusive um dos motivos de termos as maiores taxas de juros reais do mundo), é que esse canal de transmissão não funciona tão bem como deveria por algumas contaminações.

 

Por que ocorrem as oscilações dos rendimentos nos Fundos de Inflação?

As NTN-Bs que o fundo carrega são compostas por 2 tipos de remuneração. A primeira é um juro fixo e pré-determinado no momento da compra. A segunda é a inflação, nesse caso medida pelo IPCA, que seria pós-fixada. Ou seja, a segunda parte da remuneração, você só vai saber no futuro e não no momento da aplicação.

Recentemente o Mauro Halfeld, da CBN, fez um comentário bastante interessante sobre essa questão do rendimento híbrido e porque vale a pena investir nos Fundos de Inflação justamente quando a inflação cai.

O que nos importa nessa análise, é apenas a primeira parte fixa da remuneração. Portanto, a mesma regra valeria para um título que pagasse apenas juros pré-fixados, independente da inflação. Esses títulos existem e se chamam LTN (ou Tesouro Prefixado). Não se preocupe, você já vai entender o porquê.

Imagine um cenário base no qual você pretenda investir em um título prefixado e sabe que hoje a taxa básica de juros está em 10% ao 1 ano.

Depois de pesquisar no site do tesouro direto, você viu que o governo se compromete a te pagar exatamente R$ 1.100,00 por cada LTN no final do período de 12 meses.

Esse valor final é o que chamamos de “Valor de Face” de um título (as vezes também chamado de valor nominal ou valor de resgate).

Nessa situação, o valor máximo que você pagaria nesse título seria de R$ 1.000,00. Afinal, ao receber os R$ 1.100,00 do governo no fim do período, você teria um ganho de R$ 100,00. Ou seja, exatamente 10% de retorno sobre os R$ 1000,00 aplicados inicialmente.

Esses R$ 1.000,00 que você pagaria é o que chamamos de “Preço de Mercado” de um título (ou simplesmente valor atual ou presente).

Agora vamos supor que num cenário 2 o governo anuncie um aumento da taxa de juros para 15% ao ano.

As LTNs vão continuar pagando o mesmo valor de R$ 1.100,00 no final dos 12 meses. No entanto, você só vai conseguir um retorno de 15% sobre o valor investido, se comprar essas LTNs por um valor ainda menor.

Portanto, caso mais específico o valor máximo que você pagaria nos títulos seria de R$ 956,52. Assim, quando o título chegar ao valor final de R$ 1.100,00, você terá ganho R$ 143,48, ou 15% sobre os R$ 956,52 iniciais.

Por fim, o inverso é perfeitamente verdadeiro.

Suponha que em um cenário 3 o governo decidisse baixar as taxas básicas de juros de 10% para apenas 5%.

Para que o título chegue a um valor final de R$ 1.100,00 com apenas 5% de rendimento em 12 meses, você poderia pagar até R$ 1.047,62. O ganho dos R$ 52,38 seria equivalente a exatamente os 5% de retorno sobre o aporte inicial de R$ 1.047,62.

Percebeu o que aconteceu no cenário anterior?

Tomando um cenário base qualquer, quando o governo aumentar as taxas de juros o preço dos títulos imediatamente irá cair, como ocorrido no cenário 2. Note que com um preço de mercado menor, o valor atual da carteira do investidor que possui esses títulos também diminui nesse primeiro momento. Logo, esse investidor acabou ficando “mais pobre”, se ele desejar vender hoje seus títulos pelo valor atual, em vez de esperar até o vencimento.

Da mesma forma, se os juros caírem como no cenário 3, o preço dos títulos tende a subir, aumentando o valor patrimonial dos investidores que os possuírem.

A tabela a seguir resume bem essas variações:

Cenário Taxa Selic Preço da LTN
Cenário Base 10% R$1.000,00
Cenário 2 15%?  R$ 956,52 ?
Cenário 3 5%?  R$ 1.047,62?

Ainda duvida que isso aconteça no mundo real? Então dá só uma olhada no que aconteceu nos últimos anos com a Taxa Selic e a cotação do IMA-B:

Selic x NTN-B 2024. Correlação inversa entre as variáveis.

Selic x NTN-B 2024. Correlação inversa entre as variáveis.

Veja só no gráfico as partes marcadas em laranja. Todas as vezes em que a taxa Selic caiu nos últimos 15 anos foram perfeitamente acompanhadas por um aumento de preço das NTN-B.

Incrível, não?

Agora, lembrando que os Fundos de Inflação são compostos por títulos que tem praticamente essas mesmas características, você entende perfeitamente o porque dessas oscilações ocorrerem.

Você só consegue perceber essas oscilações de forma simples, pois no Brasil, por lei, os fundos utilizam o sistema de Marcação a Mercado.

Opa, mais um conceito?!

Calma, não precisa se preocupar com isso agora.

Tudo que você precisa saber é que essa é uma regra de cálculo do valor das cotas de um fundo, que obriga o gestor a atualizar diariamente seus valores, mesmo que ele não tenha vendido nenhum dos títulos de sua carteira.

Agora que você já sabe como funcionam os Fundos de Inflação, o que influencia sua rentabilidade e como isso acontece, resta apenas mais uma dúvida:

 

Quando investir em Fundos de Inflação?

A hora perfeita para alocar seu dinheiro em qualquer tipo de investimento é a pergunta de 1 milhão de dólares que todos buscam.

No entanto acertar isso em geral não é algo trivial e nem a especialidade da grande maioria das pessoas.

Por isso, o correto na esmagadora maioria dos casos é montar uma carteira de investimentos diversificada e adequada ao perfil de cada investidor.

Antes de tomar qualquer decisão, é muito importante que você conheça seu perfil de investidor para fazer a escolha certa. Por isso preparamos um teste rápido, fácil e divertido de fazer e com uma surpresa especial no final.

Mas se mesmo assim você quer arriscar acertar no timming, a regra geral agora você já sabe:

  1. Vale a pena investir em Fundos de Inflação quando você esperar uma queda na taxa de juros no futuro;
  2. Da mesma forma, caso você espere uma elevação da taxa Selic no futuro, não conte com o dinheiro no curto prazo se decidir investir nesses fundos.

Vale lembrar que como você viu acima, a taxa de juros geralmente é utilizada pelo governo para controle da inflação. Portanto, se você espera uma economia aquecida com grandes elevações de preço, também espere por uma elevação das taxas de juros, mais cedo ou mais tarde.

Se, por outro lado, você percebe uma crise econômica e preços estáveis ou em queda (eu sei, quase uma lenda no Brasil), então conte com uma queda na taxa de juros no futuro.

Aproveite e já deixe seu comentário abaixo: no cenário atual, o que você espera da taxa de juros e inflação no futuro?

Além de escolher a melhor hora de investir, assim como todos os investimentos vale a pena considerar as demais vantagens e desvantagens dos Fundos de Inflação.

Veja algumas delas abaixo:

 

Vantagens dos Fundos de Inflação

  1. Renda Fixa com potencial de Variável: como visto acima, o retorno desse fundo mais se assemelha a um fundo de renda variável do que de renda fixa. Por isso, em anos de queda da taxa de juros esses fundos podem entregar excelentes resultados, como ocorrido em 2012 e 2016 com rendimentos de 26,68% e 24,81%, respectivamente;
  2. Liquidez: como esses fundos aplicam basicamente em títulos públicos, um dos mercados mais negociados do país, eles conseguem oferecer grande rapidez no momento de um resgate meio urgente e inesperado;
  3. Baixo investimento inicial: pelo mesmo motivo do item 2, é fácil encontrar bons fundos dessa categoria com um investimento inicial bem baixo, possibilitando tanto a entrada de pequenos investidores iniciantes, como também a dos grandes que desejam apenas diversificar parte menor de seu capital;
  4. Baixos custos: Por ser um fundo de renda fixa com relativa pequena complexidade operacional, as taxas de administração costumam ser baixas e não costumam ter taxa de performance. Ok, isso não é necessariamente um fator decisório, conforme argumentei no passado. Mas em todo caso achei justo destacar esse ponto;
  5. Gestão profissional: a vantagem básica de qualquer fundo de qualidade. Se você quer ganhar na especulação dos títulos públicos e não tem experiência nisso, a sua melhor opção é entregar essa tarefa a um profissional que entenda do assunto. Especular títulos sem o conhecimento e a experiência adequados podem causar prejuízos irreparáveis.

 

Desvantagens dos Fundos de Inflação

  1. Renda Fixa com potencial de Variável: sim, a vantagem desse fundo pode se tornar facilmente uma desvantagem. Se você não tem estômago para fortes oscilações no valor do seu patrimônio financeiro ou tem ainda uma intenção de curto prazo nos seus planos de investimentos, então corra desse tipo de fundo. Você pode acabar amargando prejuízos em um curto horizonte de tempo e essa não é a sua praia;
  2. Curto prazo: na mesma linha do primeiro item. Se você precisa do dinheiro a curto prazo, provavelmente existem opções mais interessantes pra você tanto para tomar risco, como para ficar em segurança;
  3. Faça você mesmo: Em alguns casos, se você se considera um investidor mais experiente e quiser apenas especular com as oscilações de mercado, então pode ser mais negócio você mesmo comprar os títulos no timming que desejar;
  4. Marcação a mercado: quando você compra um título por si mesmo e ele começa a se desvalorizar, você tem sempre a opção de mudar seus planos de resgate e segurar o investimento até o vencimento, garantindo a rentabilidade fixa combinada no momento da aplicação. No entanto, em um Fundo de Inflação, quem toma essa decisão é o gestor. Como na Marcação a Mercado, o valor das cotas do fundo é atualizada diariamente, você pode acabar tendo que resgatar esse investimento em momentos não muito propícios.

 

Porque evitar Fundos de Inflação depois que os Juros Caíram?

1 – Estes fundos tiveram uma rentabilidade muito interessante nos últimos dois meses e sempre positiva, mas tem grandes chances de ter rentabilidades negativas nos próximos meses

2 – Ao contrário do que o nome “renda fixa” possa dar a entender, estes fundos não têm rentabilidade fixada e podem ter grandes oscilações negativas em momentos de crise

3 – Estes fundos são compostos praticamente por NTN-B Principal 2019 e NTN-B Principal 2023 e estes ativos, mesmo em um cenário promissor, vão render menos do que a Selic

4 – Você vai pagar taxas de administração entre 0,5% e 2%. Sendo que pode ter exatamente o mesmo produto comprando títulos do Tesouro Direto

5 – Por se tratarem de fundos, você estará sujeito ao que chamamos de come-cotas, processo onde o governo antecipa o imposto de renda a ser pago antes mesmo de você vender o investimento. Em nossos estudos, chegamos a conclusão que isso diminui entre 0,2% e 0,4% de sua rentabilidade anual. Este dinheiro poderia estar sendo reinvestido e gerando mais lucro

6 – Muitos destes fundos têm taxa de performance. A taxa de performance normalmente é de 20% sobre o que supera o CDI. Mas se o gestor simplesmente compra NTN-B, qual é o mérito? E se não há mérito, por que pagar performance?

7 – Se você acredita em uma grande queda dos juros, você vai ganhar mais comprando títulos públicos mais longos como NTN-B Principal 2035 ou NTN-B Principal 2045, que geralmente estão em quantidades muito pequenas neste tipo de fundo

 

Bônus: Onde consigo investir em Fundos de Inflação?

Espero ter te ajudado a compreender mais sobre esse assunto, que realmente não é tão simples assim.

No entanto, se você se interessou por esse tipo de investimento, aqui vão alguns excelentes exemplares de Fundos de Inflação que vale a pena você conhecer.

Veja só como foi o desempenho deles nos últimos anos:

Fundos de Inflação - Opções do BNP Paribas e ICATU

Para saber mais sobre esses fundos e como começar a investir neles, sinta-se à vontade para para entrar em contato. É só nos enviar suas dúvidas e comentários abaixo.

Ah e não esquece de baixar o [EBOOK] Fundos de Investimentos.

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About the Author

Tatiana Mallmann, Co-Fundadora do Blog London Capital, formada em Administração de Empresas, ingressou no mercado financeiro em 2006, acumulando experiência em varejo, planejamento financeiro e seguros corporativos em instituições como Banco do Brasil e Confiança Companhia de Seguros. Especialista em planejamento financeiro, gestão de risco, proteção do ativo humano, blindagem de patrimônio e sucessão empresarial.