Fundo de Ações - Como Investir na Bolsa e Superar o IBOV e CDI (Guia Definitivo) | Blog London Capital

Fundo de Ações – Como Investir na Bolsa e Superar o IBOV e CDI (Guia Definitivo)

ByJonathan Camargo

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Uma boa ideia para aproveitar os benefícios de ter ações em seu nome é apostar em fundo de ações, que são divididos em pedaços chamados cotas e permitem arrojar-se em diversos produtos simultaneamente.

Um investimento de renda variável, como é o caso das ações, pode acarretar mais riscos para o investidor, mas ainda pode trazer rentabilidade considerável, por isso neste artigo, você vai aprender como investir na bolsa e superar o Ibovespa e o CDI com Fundos de Ações.

Antes de seguir lendo este artigo quero te convidar a baixar o [EBOOK] O Guia Completo dos Fundos de Investimentos.

 

É um PDF para download gratuito que será enviado diretamente para sua caixa de e-mail. Neste ebook você vai poder compreender mais afundo sobre o assunto deste artigo com estratégias e dicas práticas para você usar no dia-a-dia como investidor.

 

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Essa alternativa é bastante indicada para aqueles investidores que estejam dispostos a correr um pouco mais de riscos, em troca de uma rentabilidade maior.

Na grande maioria das vezes, investir em ações traz prejuízo aos investidores despreparados, portanto escolher um bom fundo de ações é primordial para ter sucesso ao investir em renda variável, assim você delega a escolha das empresas ao gestor do fundo de ações.

Você sabe como investir em fundos de ações? Acompanhe mais a respeito do assunto, neste artigo!

 

O que são Ações?

As ações são papéis que representam uma pequena parte do capital social de uma empresa.

Ao comprar uma ação o investidor se torna sócio da empresa que emitiu essa ação, passando a correr os riscos dos negócios junto com a empresa e tendo participação nos lucros e prejuízos da mesma.

Toda ação possui um código, ele é formada por quatro letras que representam o nome da empresa e um número que representa o tipo da ação.

As ações podem ser classificadas em dois tipos:

  • Ordinárias (ON): Quem possui ações desse tipo pode de votar em assembleias gerais da empresa, além de receber os lucros distribuídos pela empresa. As ações ON são representadas pelo número 3 depois do código da empresa. Exemplo: PETR3.
  • Preferencias (PN): Quem possui essas ações não pode votar nas assembleias, mas recebe os lucros distribuídos primeiro (em uma porcentagem maior que as ordinárias), e caso a empresa decrete falência serão os primeiros a receberem compensações.

As ações PN são representadas pelo número 4 depois do código da empresa. Exemplo: PETR4.

As ações preferenciais também são subdividas em classes, geralmente diferenciadas pelas letras A, B, C ou alguma outra letra. Não existe um padrão que determina o uso das letras, cada uma tem características diferentes determinadas pela empresa que as emitem.

  • Ações preferenciais Classe A

São representadas pelo código 5 depois das quatro letras do código da empresa. Exemplo: USIM5.

  • Ações preferenciais Classe B

São representadas pelo código 6 depois das quatro letras do código da empresa. Exemplo: ELET6.

Existe um último tipo especial de ação chamada UNIT. Units são ativos negociados de forma composta, ou seja, são ações de tipos diferentes que são colocadas em conjunto para então serem negociadas através do mesmo código.

O código de uma Unit é formado pelas quatro letras da empresa acompanhada do número 11. Exemplo: ABRE11.

As negociações das ações ocorrem na Bolsa de Valores, se alguém quiser comprar ou vender uma ação, primeiramente essa pessoa deve se abrir uma conta na corretora (instituição autorizada a comprar ou vender ações).

As ações também são diferenciadas por níveis de liquidez (capacidade de trocar de dono com rapidez):

  • 1ᵃ Linha ou “Blue Chips”: São ações de muita liquidez, geralmente são empresas tradicionais, de grande porte e excelente reputação.
  • 2ᵃ Linha ou “Mid Caps”: São ações de boa liquidez, em geral de empresas de grande e médio porte, com tradição ou não.
  • 3ᵃ Linha ou “Small Caps”: Ações com pouca liquidez, de empresas de pequeno e médio porte, mas não necessariamente de menor qualidade ou maior risco.

Apesar de ser fácil e muito tentador negociar ações, alcançar bons resultados exige preparo e estudo, assim como qualquer outro negócio.

Leia Mais: Como Escolher uma Boa Corretora de Valores para seus Investimentos?

 

Quais são a principais forma de investir em ações?

Para quem se animou com uma alta ou com a queda da bolsa de valores, é bom saber que investir em ações significa tornar-se sócio de uma empresa. É um investimento de risco, portanto.

Mas há maneiras de torná-lo mais ou menos arriscado. Há quatro as modalidades de investimento em ações, e vou explicar quais são as vantagens e desvantagens de cada tipo.

 

Compra de Ações

Nessa modalidade, o investidor escolhe as ações que deseja comprar ou vender e dá a ordem diretamente para a corretora.

Vantagens

  • Quando a pessoa compra ações diretamente, ela não divide os riscos do investimento, mas também não divide os ganhos;
  • Quando a empresa paga dividendos, que são a parcela do lucro distribuída aos acionistas, o investidor recebe esse dinheiro na sua conta diretamente;
  • Comprando de forma direta, o investidor pode escolher se quer continuar sócio de uma determinada empresa ou não;
  • Como é o dono do papel, pode alugar a ação, se quiser.

Desvantagens

  • É mais arriscado, pois a pessoa concentra seu risco em alguns papéis;
  • Terá de contar com seu próprio conhecimento para investir, ou procurar muita informação para tomar as decisões de compra e venda.

 

Clubes de Investimento

Os clubes de investimento são grupos de pessoas que se unem para realizar o investimento. O ideal para formar um clube é que as pessoas tenham afinidade. Se for um grupo de pessoas muito diferentes, o clube pode não dar certo.

Nesse grupo, as pessoas vão tomar a decisão de comprar ou vender ações coletivamente. Há a possibilidade de se contratar um profissional para orientar o grupo na tomada de decisões.

 

Vantagens

  • Dilui o risco, pois as decisões são tomadas coletivamente;
  • Os participantes podem contribuir com quantias pequenas para comprar uma quantidade maior de ações;
  • Custos são divididos;
  • É ideal para quem quer aprender a investir pessoalmente em ações, funcionando como uma escola.

Desvantagens

  • O clube paga uma taxa de administração para as corretoras, que são as responsáveis legais pelo grupo;
  • É um procedimento mais trabalhoso, pois exige assiduidade no comparecimento às reuniões e também estudo para poder ajudar na decisão de compra ou venda.

 

Fundos de Índices – ETFs

Esses fundos de índices acompanham um determinado índice de ações. Por exemplo, índice de dividendos, índice de small caps (ações de empresas menores), índices de companhias de energia, etc. Para investir nestes fundos, pode-se comprar cotas por meio de corretoras.

 

Vantagens

  • Investimento inicial pode ser pequeno (menos de R$ 200 em alguns ETFs, segundo dados da BM&FBovespa);
  • Ao investir numa cesta de ações, o risco é diluído;
  • É uma boa maneira de iniciar o investimento em ações, por não envolver nenhum tipo de decisão quanto à compra e venda de ações.

Desvantagens

  • O investidor não recebe o dividendo em sua conta corrente, mas este vai para o próprio fundo, valorizando a cota;
  • O investidor não tem liberdade de escolher se quer ou não continuar com determinado papel.
  • Normalmente, o fundo de índice apenas acompanha o retorno de referência e nunca tem como objetivo supera-lo.

 

Fundo de Investimento em Ações

Nessa modalidade, o investidor adquire cotas de um fundo de ações, que será administrado por uma gestora de recursos, empresa que seleciona quais investimentos fazer com o dinheiro dos investidores, dado as regras de cada fundo de investimento em ações.

Vantagens

  • Gestão profissional – Todo fundo de investimento conta com a figura de um gestor, que é quem toma as decisões de investimento do fundo. Esse gestor conta com uma estrutura de analistas e outros instrumentos de gestão de risco e performance que você provavelmente não possui. Essa gestão e análise profissional tende a gerar rendimentos maiores e com menos risco do que o de investidores individuais.
  • Acesso a informação sobre as empresas – Os melhores gestores têm equipes que conseguem analisar melhor os dados das empresas, com experiência para saber quais dados são relevantes para cada tipo de empresa. Eles também costumam ter contato direto com as Diretorias e Conselhos das empresas e, com isso, conseguem ter acesso a informações relevantes que são mais difíceis de se obter individualmente.
  • Tomada de decisão sem emoções – Outra vantagem da gestão profissional dos fundos é que, diferente da maioria dos investidores individuais, eles têm condição de avaliar e manter uma posição com menos emoção, não se deixando influenciar por momentos de estresse ou euforia do mercado. Isso tende a gerar retornos acima da média.
  • Diversificação – Dependendo do valor investido, é complicado para um investidor individual manter uma carteira grande o suficiente para que seja bem diversificada e, mesmo se ela for diversificada, ter a agilidade para realizar movimentos que maximizem os retornos e minimizem as perdas. Comprando cotas de um fundo, mesmo com pouco capital investido você pode se beneficiar da diversificação da carteira do fundo.

Desvantagens

  • Taxa de administração – Todo fundo cobrará uma taxa pela gestão do fundo. Fundos de ações geralmente cobram 2% de taxa de administração do fundo e 20% de taxa de performance sobre o que superar o benchmark do fundo, que costuma ser o Ibovespa mas pode ser algum outro índice da bolsa. Essas taxas acabam diminuindo a rentabilidade do fundo.
  • Prazo de resgate – Todo fundo também terá um prazo de resgate, que costuma ser em torno de 30 dias para fundos de ações, ou seja, quando você pedir para sair do fundo você receberá após esse prazo pré-estabelecido. Os fundos fazem isso por dois motivos principais: para, nos casos de resgate, ter tempo para vender suas posições sem que isso prejudique a estratégia do fundo e para evitar que investidores peçam resgates a todo momento (movidos pela emoção), o que também prejudicaria a estratégia do fundo. Resumindo, há sentido para que exista esse prazo, mas na prática isso significa que vai demorar mais tempo para que você tenha esse dinheiro na sua conta.
  • Ingerência – Quando você investe em um fundo de ações você está delegando ao gestor a decisão de que ações comprar e vender. Sendo assim, pode acontecer de ele comprar alguma ação que você não gostaria de ter, ou de vender alguma ação que você gostaria que ele mantivesse. Essa decisão, no entanto, cabe ao gestor e, no âmbito do fundo, você estará exposto às decisões dele.

 

O que é Fundo de Investimento em Ações?

Fundos de ações são fundos que devem ter 67% da sua carteira voltada para o mercado de ações.

Estes fundos, são uma ótima maneira de ter o rendimento de renda variável na carteira, sem desprender muito tempo do seu dia a dia em acompanhamento e conhecimento avançado sobre avaliação de empresas.

Com ele, você terceiriza a tomada de decisão sobre esse recurso de maior risco para um gestor, com uma equipe qualificada e com um grande “know-how”/conhecimento e anos de experiência.

Esses fundos podem ser ativos ou passivos, ou seja, tentam superar ou seguem a rentabilidade do índice de referência que eles tem.

Outra característica importante é que o imposto de renda é sempre 15% sobre o lucro, diferente dos outros fundos de investimento que trabalham com a tabela regressiva de imposto de renda.

 

Fundo de Ações – Como Funciona?

Em um fundo de ações, o investidor é responsável por adquirir uma cota de investimento, de modo a destinar os recursos para diferentes ações. Quando você coloca seu dinheiro em um fundo de ações, vai receber em troca certo número de cotas. E o valor que você investiu passa a fazer parte do patrimônio do fundo.

Se você não sabe, a cota é a menor parte de um fundo. Quando o investidor (cotista) aplica em um fundo, ele adquire cotas. O patrimônio total de um fundo é composto pela somatória de cotas distribuídas.

No caso dos fundos de ações, a administração e o investimento dos recursos ficam a cargo de um gestor qualificado, que é o responsável por distribuir os recursos do patrimônio do fundo em busca de rentabilidade. O investidor terá participação em tal rentabilidade, de acordo com a quantidade de cotas que apresenta.

Uma das características mais destacáveis do investimento em fundos de ações é que, de maneira bem simples, você pode adquirir uma cota. Também é necessário estar ciente de que é preciso pagar algumas taxas, como de administração e, eventualmente, sobre a performance do gestor do fundo.

É muito importante, entretanto, que você avalie adequadamente qual fundo de ações você vai investir e faça uma escolha mais certeira do fundo no gestor que pode ter o melhor retorno no longo prazo.

Investir em fundos de ações é uma das maneiras mais práticas de se conseguir aproveitar a rentabilidade de um investimento na Bolsa de Valores, e com a ajuda de um gestor e de uma ótima assessoria de investimentos você vai longe!

Fundo de Ações – 4 Dicas de Como Investir em Ações

Quais os principais tipo de Fundo de Ações?

Os fundos de ações podem ser divididos em diversas categoria de acordo com a estratégia que cada gestor usa para tentar rentabilizar o patrimônio dos cotistas, abaixo vou explicar sobre os principais tipos de fundos de ações e exemplificar com alguns dos fundos que mais gosto.

Fundo de Ações “Mono Ação”

Fundos com estratégia de investimento em ações de apenas uma única empresa. Esta pode ser a pior alternativa que você possa pensar em fazer investimento em ações, se a sua ideia é investir em apenas uma única ação, é muito mais vantajoso a compra direta desta ação através de um corretora, além dos custos serem menores você não vai precisar pagar taxa de administração anual do fundo.

Abaixo segue alguns exemplos de fundos mono ação dos principais bancos para você fugir:

Fundos de Mono Ação
FundoTaxa de Adm. (Anual)
BB Acoes Petrobras FIA2,00%
BB Acoes Vale FI2,00%
Caixa FIA Vale do Rio Doce2,00%
Caixa FIA Petrobras1,50%
Itau Acoes Vale FI3,00%
Itau Acoes Petrobras FI3,00%
BB Acoes BB FI1,50%
Bradesco FIA Vale1,50%
Bradesco FIA Petrobras1,50%
Itau Acoes Itau Unibanco FI3,00%
BB Acoes BB Seguridade FIA1,50%
BB Acoes Cielo FI1,50%
Santander FI Vale 4 Acoes1,50%
Bradesco H FIA Vale do Rio Doce1,50%
Santander FI Petrobras Acoes1,50%
Bradesco FIA Bradesco1,50%
Safra FIA Vale do Rio Doce1,50%

 

Fundo de Ações Livre

Fundos sem o compromisso de concentração em uma estratégia específica. A parcela em caixa pode ser investida em quaisquer ativos, desde que especificados em regulamento.

São exemplos desse tipo de fundo:

  • Alaska Black FIC FIA BDR Nível 1
  • HIX Capital FIA 
  • Flag FIC FIA

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fundo de ações livres

Fundo de Ações Dividendos

Fundos que investem em ações de empresas com histórico de dividend yield (renda gerada por dividendos) consistente ou que, na visão do gestor, apresentem essas perspectivas.

São exemplos desse tipo de fundo:

  • BTG Pactual Dividendos FIC FIA
  • XP Dividendos FIA.

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Fundo de Ações Valor/Crescimento

Fundos que buscam retorno por meio da seleção de empresas cujo valor das ações negociadas esteja abaixo do “preço justo” estimado (estratégia valor) e/ou aquelas com histórico e/ou perspectiva de continuar com forte crescimento de lucros, receitas e fluxos de caixa em relação ao mercado (estratégia de crescimento).

São exemplos desse tipo de fundo:

  • Equitas Selection FIC FIA
  • Studio FIC FIA
  • Brasil Plural FIC FIA

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fundos de ações valor - fundos de ações crescimento

 

Fundo de Ações Invest. no Exterior


Fundos que investem em ativos financeiros no exterior em parcela superior ou igual a 40% do patrimônio líquido do fundo. Atualmente no Brasil, ainda não poucos os fundos que investem mais de 40% em ações no exterior, os mais conhecidos fundos que dão exposição internacional em ações são os fundos multimercados de investimento no exterior.

São exemplos desse tipo de fundo:

  • Western Asset US Index 500 FIM
  • Schroder Liquid Alternatives FIM IE
  • Western Asset Macro Strategies FIM IE

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fundos de ações investimento no exterior

Fundo de Ações Indexados (Índice Ativo)

Fundos que têm como objetivo superar o índice de referência do mercado acionário. Estes fundos se utilizam de deslocamentos táticos em relação à carteira de referência para atingir seu objetivo.

Fundos indexados são um investimento passivo. Eles seguram as ações por mais tempo, por isso os impostos sobre ganhos não comprometem tanto o seu retorno.

E, pelo fato dos fundos indexados seguirem uma política de comprar-e-segurar (buy and hold), eles superam quatro em cada cinco fundos de gestão ativa em termos de retorno. Some-se a eficiência tributária e será difícil superar um fundo indexado em retorno total.

São exemplos desse tipo de fundo:

  • XP Investor FIA
  • Oceana Valor FIC FIA

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fundo de ações indíces ativo

Fundo de Ações Small Caps


Fundos cuja carteira é composta por, no mínimo, 85% em ações de empresas que não estejam incluídas entre as 25 maiores participações do IBrX – Índice Brasil, ou seja, ações de empresas com relativamente baixa capitalização de mercado.

Os 15% remanescentes podem ser investidos em ações de maior liquidez ou capitalização de mercado, desde que não estejam incluídas entre as dez maiores participações do IBrX – Índice Brasil.

Alguns fundos small caps são indexados (passivos) e alguns são de gestão ativa. Para fundos de gestão ativa, as taxas serão maiores, mas às vezes vale a pena pagar um pouco a mais (só um pouco, lembre-se) por um fundo mais rentável.

São exemplos desse tipo de fundo:

  • BNP Paribas Small Caps FIA
  • AZ Quest Small Mid Caps FIC FIA.

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fundo de ações small caps

 

Porque é melhor investir em Fundos de Ações e do que comprar ações diretamente?

Agora vamos falar sobre um assunto que está se tornando cada vez mais pertinente em termos de diversificação de investimentos: Investimento em ações.

Isso chama bastante a atenção dos investidores que procuram melhorar seus ganhos, principalmente porque vemos a taxa de juros mais baixas e o rendimento dos investimento em renda fixa também.

Para investir em ações devem ser levados em consideração alguns fatores. Se for montar sua própria carteira, é necessário destinar bastante tempo e investir em conhecimento.

Também é fundamental ter tempo para acompanhar a evolução dos mercados e muita disciplina e disponibilidade para fazer as alterações necessárias.

Por estes motivos muitos investidores acabam se dando mal quando começam a investir sozinhos em ações e se frustam com esse mercado. Então o que fazer para investir em ações sem comprometer grande parte de nosso tempo?

Como já falamos anteriormente, o investimento em ações pode ser feito através de fundos. Isso nos permite transferir o acompanhamento e conhecimento específico para um gestor especializado que por sua vez, conta com uma grande equipe por trás.

Em cenários confusos como volta e meia acontece no Brasil, a vantagem dos fundos é justamente a tomada de decisão sobre os melhores papéis, de acordo com o preço vigente e com as expectativas de resultados das empresas. Assim, a decisão de comprar e vender as ações que fazem parte do fundo é tomada pele equipe de profissionais responsáveis por sua gestão.

Aplicar via fundos tem ainda uma outra vantagem em relação a investir direto na Bolsa. O pagamento do Imposto de Renda é descomplicado, quem recolhe é a instituição financeira, não é o investidor, já que ele resgata o valor líquido de sua aplicação.

Assim, considerando as incertezas políticas e econômicas no Brasil, quem quiser aproveitar este momento do mercado acionário, mas sem correr riscos desnecessários, tem nos fundos uma boa alternativa para investir seu dinheiro.

 

Quais os melhores Fundos de Ações?

 

Como escolher um Fundo de Ações (Passo a Passo)

Assim como num condomínio, os fundos também contam com um síndico (gestor). É esse profissional quem vai administrar a carteira de investimento, acompanhando de perto quais são os riscos, o nível de endividamento e a expectativa de cada companhia da qual você comprou ação.

Mas se os gestores trabalham para você. Qual é o seu papel? Basicamente é escolher um fundo que se encaixa com seu perfil e expectativas. Para te ajudar nessa missão, coloquei 10 dicas para escolher o seu fundo de ações. Confira:

 

1) Descubra qual seu perfil de risco

Primeiramente, o investidor precisa descobrir qual o seu perfil de risco, ou seja, identificar o nível de risco que você está disposto a correr. Se você fica pensando no investimento na hora de dormir, ele tem muito risco para você, e você deve reconsidera-lo.

 

2) Entenda os diferentes tipos de fundos

Resumidamente, os fundos se dividem em duas famílias. Enquanto nos ativos o gestor busca um retorno acima do Ibovespa, nos passivos o compromisso é de repetir o resultado ao benchmark indicado.

 

3) Reconheça o grau de risco do fundo

Após identificar quais as opções de fundos disponíveis, procure saber se o seu perfil de risco se enquadra ao nível de risco do fundo. É  recomendável que o investidor iniciante opte por um fundo de ações dividendos, os quais contam com uma política de investimento de mais longo prazo e, normalmente, oferecem retornos melhores para quem está começando.

Para quem já tem certa experiência, um fundo com concentração em papéis de segunda linha, pode ser algo interessante, principalmente se o objetivo for de longo prazo. Evite fundos que possuam 30% da carteira em papéis da Petrobras e Vale, nesse caso em particular, vale mais a pena a compra direta das ações.

 

4) Leia o regulamento

Outro aspecto importante, é que o investidor leia o regulamento antes de investir num fundo.

É nesse documento onde estão descritas todas as suas características operacionais. Você investidor pode recorrer ao site da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) para consultar o regulamento geral do mercado e, desta forma, se sentir mais seguro para investir.

 

5) Compare os custos dos fundos

Em geral, o investidor precisa arcar com os custos da taxa de administração e a de performance, mas, em alguns casos, também com taxas de carregamento ou saída.

Um bom parâmetro são fundos que cobram 2% a.a. de taxa de administração e uma taxa de performance de 20% do que exceder a variação do Ibovespa. Tudo o que ultrapassar essas condições pode ser visto como ponto negativo e você deve dar maior atenção a outros aspectos.

Ao comparar a taxa de administração e o retorno, pense que um fundo mais caro, mas também mais rentável pode valer a pena. Cabe destacar que isso só vale para fundos ativos. Nos passivos, taxa menor é sinônimo de maior retorno.

 

6) Analise o histórico de rentabilidade

Apesar de rentabilidade passada não ser garantia de rentabilidade futura, vale a pena analisar o desempenho passado do fundo, principalmente, para que você possa identificar o estilo do gestor.

Procure checar o comportamento do fundo em momentos de crise, isso pode te mostrar a capacidade do gestor em superar as adversidades.

 

7) Avalie a estratégia de gestão

Além de considerar o retorno, conheça quem são os gestores que vão lidar com seu dinheiro e certifique-se da confiabilidade da instituição. Procure rankings de fundos, realizados por uma série de publicações e mensalmente pela Anbima, uma vez que essas listas que podem trazer informações relevantes sobre os produtos.

Sugiro a leitura dos comentários do gestor em cartas mensais enviadas aos investidores, o que pode te dar uma ideia do que o perfil desse profissional. Faça isso com atenção é o seu dinheiro que está em jogo.

 

8) Compare o patrimônio e o número de cotistas

Opte por fundos consolidados e com patrimônio mais pulverizado. Em fundos pequenos, a saída de um grande cotista, especialmente num cenário turbulento, pode significar grandes prejuízos para quem fica.

 

9) Confira as regras de liquidez

Não deixe para verificar as regras de resgate do fundo quando houver um imprevisto e você estiver precisando sacar o dinheiro com urgência.

Alguns produtos têm prazo de 30 dias para resgate e outros contam até com período de carência, ou seja, o investidor não pode sacar nos primeiros 30 dias.

 

10) Diversifique

Outro ponto é a diversificação. Os fundos com carteiras mais diversificadas são menos sensíveis a perdas no caso de uma ação específica apresentar queda expressiva. É sempre interessantes, mesmo dentro da sua alocação de renda variável aplicar em mais de um fundo, com estratégias distintas. Isso é a diversificação da diversificação.

Investidores iniciantes no mercado de renda variável podem se sentir mais confortáveis com os fundos “passivos” (que perseguem um índice) ou os fundos de dividendos

Fundos do tipo “Ações Livre” ou os produtos de gestão ativa são mais indicados para investidores que desejam superar o Ibovespa

Preste atenção nos custos: além da taxa de administração, esses fundos também cobram taxa de performance, calculada sobre a parcela do rendimento que superar um índice específico (em geral, o Ibovespa)

Pesquise o desempenho passado do fundo (os meses de ganhos e perdas) e o currículo do gestor (sua formação e experiência profissional)

 

Como investir em fundos de ações para superar o Ibovespa e o CDI no longo prazo?

 

Vou ser direto nesta questão, invista em fundos de ações com gestão ativa e que já tenham bons históricos de rendimento ao longo dos últimos anos. Mas acompanhe abaixo o porque digo isso.

 

Ibovespa x CDI

Na imagem abaixo, você pode ver os últimos 20 anos carregados ao longo do tempo entre Ibovespa e o CDI, e é uma das coisas que mais escuto dizerem, que investir na bolsa de valores aqui no Brasil, não vale a pena já que o CDI (taxa de referência para investimentos) tem entregue maior retorno do que a bolsa de valores.

Ao olhar para o gráfico abaixo, você vê em verde apenas alguns pontos que a bolsa de valores superou o CDI, ou seja, olhando desta forma investir em ações não faria sentido, ou até podemos dizer que a bolsa de valores no Brasil é um mal investimento.

Vou seguir com o raciocínio um pouco mais abaixo.

cdi versus ibovespa

IQT – Fundos de Gestão Ativa  X CDI

Para quem não sabe a IQT Gestão Ativa é um índice de referência usado para medir a média de rentabilidade dos Fundos de Ação que possuam gestão ativa, ou seja, que há um gestor buscando ao longo do tempo quais as melhores ações para ter na carteira do fundo, e assim fazendo trocas quando necessário, seja pelo momento econômico ou seja por questões da própria empresa.

Agora quando olhamos para este momento vemos algo muito diferente, em boa parte dos últimos 20 anos os Fundos de Ações que possuem gestão ativa superaram o CDI, com exceção dos momentos de grande crise como em 2008 com a Crise do Subprime (bolha imobiliária americana), Crise da Zona do Euro em 2009 e 2010 e por ultimo a Crise da Desaceleração da China em 2012 e 2013.

Logo, podemos concluir que investir em BONS fundos de ações é fundamental para ter rendimentos superiores ao CDI. Além disso, dificilmente o investir individual que compra ações diretamente supera os melhores fundos de ações do mercado financeiro.

Sei que vou escutar de diversos colegas de profissão que isso é insensato, mas no final das contas, eles somente querem ganhar a corretagem que você gera todo mês.

fundo de ações com gestão ativa versus CDI

IQT – Fundos de Gestão Ativa  X IBOVESPA

 

E o mais interessante é que ao pegar a média dos fundos de ações com gestão ativa superou o Ibovespa (índice de referência da bolsa brasileira) de longo em mais de 90% dos últimos 20 anos, ou seja, o famoso IBOV não representa fielmente  que um bom gestor de fundos é capaz de entregar ao longo de tempo.

fundos de gestão ativa versus ibovespa

 

Qual a tributação de Fundos de Ações?

Os fundos de que investem em ações estão sujeitos à cobrança de Imposto de Renda na fonte. Os Fundos de Ações seguem a tributação de Renda Variável, que apresentam uma vantagem significativa, se comparado aos demais tipos de fundos, conforme tabela abaixo:

Fundos de Longo Prazo
Prazo da aplicaçãoAlíquota de IR
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20,0%
De 361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15,0%

Fundos de Renda Variável
Prazo da aplicaçãoAlíquota IR
Qualquer prazo15%

Os fundos de longo prazo são aqueles que possuem carteira de títulos com prazo médio igual ou superior a 365 dias. É importante ressaltar ainda que, fundos multimercados que possuem mais de 67% em renda variável, são tributados da mesma forma que fundos de ações, ou seja, independentemente do prazo de aplicação, a tributação é de 15%.

Nos casos de tributação de longo prazo, o recolhimento do Imposto de Renda dos fundos de investimento é feito através de um sistema denominado “come-cotas”. Nesse sistema, o valor é recolhido no último dia útil de maio e novembro e é usada a menor alíquota de cada tipo de fundo.

Portanto, grande parte dos fundos que investem majoritariamente no mercado de renda variável possuem um benefício tributário perante os demais fundos da indústria, apresentando uma tributação de 15%, independente do tempo de permanência.

Além do imposto de renda, existe também a incidência do IOF (imposto sobre operações financeiras), para aplicações menor que 30 dias.

 

Como declarar Fundo de Ações no Imposto de Renda?

Independentemente do tipo do fundo, o valor dos ganhos corresponde ao rendimento líquido auferidos deve ser declarado no imposto de renda 2017. Para os fundos de curto e longo prazo, o valor dos rendimentos também é atualizado quando há cobrança do “come-cotas”. Por isto é importante declarar exatamente o valor que está no informe de rendimentos.

No programa de declaração do imposto de renda escolha a opção Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva e selecione o código 06 – Rendimentos de aplicações financeiras. Entre com o nome da fonte pagadora e o CNPJ conforme consta no informe de rendimentos. No campo Valor, digite o valor total dos rendimentos no fundo exatamente como consta no informe de rendimentos.

como-declarar-rendimentos-de-fundos-de-ações

Como Declarar Saldo de Fundos de Investimento em Ações no IRPF

O valor do saldo que deve ser declarado na em Bens e Direitos no imposto de renda 2017 corresponde à soma dos valores investidos nos fundos de investimento. No caso de fundos de curto e longo prazo, o valor do saldo apresentado no informe de rendimentos é atualizado quando existe cobrança de “come-cotas”. Para fundos de ações e multimercado o valor não muda com o tempo, exceto pelos valores de novas aplicações ou resgates.

Para declarar o saldo de fundos de investimento no imposto de renda 2017 deve-se incluir na ficha Bens e Direitos o saldo que você tem aplicado. Esse número estará discriminado no informe de rendimentos enviado pelo seu banco ou por sua corretora.

Em “Bens e Direitos” deve-se clicar no botão “Novo” caso você precise inserir um novo fundo ou em “Editar” para atualizar o saldo de um fundo que já consta de suas declarações anteriores. No campo “Situação em 31/12/2016”, digite o montante aplicado no fundo naquela data, seguindo o valor indicado no informe de rendimentos que você recebeu da instituição financeira. No campo “Discriminação”  inclua uma descrição com nome e CNPJ do administrador do fundo.

imposto-de-renda-fundo-de-acoes

 

Quer ajuda para selecionar os melhores fundos de ações?

Espero que tenha gostado do artigo e que tenha entendido que a melhor forma de investir em ações é através de fundos de ações, e para isso você precisa saber como selecionar os melhores fundos de ações.

Se quiser que eu pessoalmente te ajude a selecionar os melhores fundos de ações para o seu perfil e necessidades, converse comigo através deste link: http://londoncapital.com.br/converse-conosco

 

 

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Jonathan B Camargo, Co-Fundador do Blog London Capital e assessor de investimentos na New York Capital empresa de assessoria de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.