Como Investir na Bolsa de Valores no Longo Prazo sem Ser um Especialista | Blog London Capital

Como Investir na Bolsa de Valores no Longo Prazo sem Ser um Especialista

ByJonathan Camargo

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Como Investir na Bolsa de Valores

Ao contrário do que você pensa começar a investir na bolsa de valores é extremamente prático. Antes de eu explicar como investir na bolsa de valores, é interessante você saber o que é a bolsa de valores, porque ela existe e quais são as formas de investir na bolsa de valores.

Não se esqueça de que a bolsa de valores é um MEIO para alcançar objetivos de longo prazo.

Antes de investir na bolsa de valores busque mais informações ou consulte um especialista. Opte por pessoas com certificações e/ou que estudem bastante.

Falo isso, pois existem muitas pessoas que possuem bastante experiência, mas não estudam o suficiente, não testam o que funciona e o que não funciona. Para ter sucesso na bolsa de valores é necessário estudo constante.

 

O que é a Bolsa de Valores?

O termo bolsa de valores refere-se ao local ou ambiente, antigamente físico e atualmente virtual onde são realizadas as negociações no mercado de ações, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas, commodities agropecuárias e diversos tipos de derivativos financeiros.

Uma bolsa de valores funciona como um mercado organizado, que promove facilitar o encontro entre investidores interessados em negociar tais títulos. A bolsa de valores também é responsável por colocar as regras de negociação e por criar um ambiente seguro e transparente para a realização destes negócios.

Por meio da plataforma de negociação, a bolsa de valores realiza o registro, a liquidação e a listagem de todos os ativos e valores mobiliários negociados, assim como divulga diversas informações ao mercado financeiro a fim de informações sobre suas movimentações.

Cada bolsa de valores possui seus próprios índices, compostos pela performance das cotações de um número pré-estabelecido de ações de empresas onde as regras para a seleção destas ações são definidas pela própria bolsa de valores e variação destes índices funciona como um termômetro para avaliar o desempenho médio ativos negociados na bolsa de valores.

 

O que são Ações e Como funciona a Bolsa de Valores?

Ações são a menor parte de uma empresa, podemos dizer que são cotas de uma empresa. Quando a empresa é aberta, seu patrimônio é dividido em diversas cotas — as ações —, que são distribuídas aos investidores que, assim, se tornam sócios da empresa.

Ao comprar uma ação, portanto, você também se torna dono da empresa. Junto com todas as outras pessoas (físicas ou jurídicas) que possuem ações da empresa que passam a ser acionistas da empresa.

Ou seja, possuir ações de uma empresa é o mesmo que possuir um pedaço dela. Você passa a ser dono de uma fração de cada prédio, automóvel, peça de mobília e qualquer outro bem da empresa. E quanto mais ações possuir, maior é sua parcela.

Ações são, muitas vezes, chamadas de papéis. Isso porque antigamente as ações das empresas listadas na bolsa de valores eram títulos impressos em papel, que conferiam ao portador sua fração dos direitos da sociedade.

Hoje em dia, os títulos em papel ficaram para a história e suas “ações” são mantidas em registros eletrônicos em sua corretora de valores, mas o termo “papel” ainda é muito usado para se referir a ações.

Possuir ações de uma empresa não significa que você participará da administração da empresa ou tomará decisões que afetem seu rumo e isso não te dá o direito de entrar na sala da diretoria para questionar os rumos da empresa, a não ser que você detenha mais de 50% das ações da empresa, ou seja, um investidor que possua uma quantidade relevante de ações desta companhia.

Isso porque geralmente todas as empresas listadas em bolsa, a direção da empresa é entregue a executivos com experiência para gerir o negócio. Estes executivos trabalham para proteger e aumentar a riqueza dos acionistas e, por isso possuem certa liberdade para decidir os rumos da empresa.

Algumas ações negociadas no mercado, como as Ordinárias dão o poder de voto nas assembleias que decidem os rumos e estratégias da companhia inclusive podendo escolher a diretoria e ao ter este tipo de ações, você pode participar destas assembleias e, através de seu voto, participar das decisões.

O acionista que possui quantidade de ações tem o direito a participar e controlar as votações em assembleias e, assim, ter a possibilidade de controlar a empresa, com a definição de rumos, escolha da diretoria etc., é chamado de acionista controlador ou acionista majoritário.

Outro ponto importante é que, apesar de ser um dos donos da empresa, a figura jurídica da empresa não se mistura com sua pessoa física. Em outras palavras, você não deverá quitar dívidas ou outros passivos da empresa caso a mesma venha a falir, ou seja, sua perda máxima será o valor pago pelas ações.

Porém no caso de falência, os acionistas são os últimos na fila de credores, se após pagar as dívidas trabalhistas, impostos e demais credores sobrar algum patrimônio você poderá ter parte ou a totalidade de seus investimentos de volta, mas isso dificilmente ocorre, portanto você deve escolher bem as empresas do qual pretende ser sócio.

 

Quais são os Tipos de Ações na Bolsa de Valores?

As ações se diferenciam basicamente pelos direitos que concedem a seus acionistas.

No Brasil, elas estão divididas em dois grandes grupos: as ações ordinárias e as ações preferenciais. Ambos os tipos de ações devem ser nominativas, ou seja, seu detentor é identificado nos livros de registro da empresa.

As empresas também podem emitir diferentes classes de ações e criar quantas classes quiser. Essas classes de ações recebem uma letra, conforme objetivos específicos.

A empresa pode, por exemplo, estabelecer em seu estatuto valores diferenciados de dividendos ou proventos especiais para cada classe de ação.

Uma ação PNA indica uma ação PN (Preferencial Nominativa) classe A. A classe A pode indicar que seja uma ação com dividendo mínimo e a classe B, uma ação com dividendo fixo.

 

Ações PN

As ações preferenciais (PN) são aquelas que menos protegem o acionista minoritário, porque não dá o direito de votar em assembleia. São ações mais comuns no mercado brasileiro.

No Brasil, no entanto, são as ações PN as que geralmente têm maior liquidez, porque permitem à empresa emitir ações sem precisar ter sócios com direito a voto. Assim, os controladores não correm o risco de perder comando da empresa.

A Lei das Sociedades Anônimas limitou a emissão de ações PN. Atualmente, ao constituir uma nova empresa, para cada ação ON a empresa pode emitir apenas uma ação PN. Antes essa relação era de duas ações PN para uma ação ON. As empresas que já possuíam capital aberto antes da entrada em vigor da nova lei podem continuar emitindo ações pela regra antiga.

Os acionistas preferencialistas, como são chamados os detentores de ações PN, contudo, têm preferência no recebimento dos dividendos pagos pela empresa, quando ela tem lucro. A legislação estabelece dividendo mínimo obrigatório para as ações PN. Se a empresa não pagar dividendos por três anos consecutivos, os detentores de ações PN adquirem direito a voto.

Algumas empresas estão alterando seus estatutos com o objetivo de estender às ações PN o “tag along”, que é o direito de participar do prêmio de controle pago ao acionista controlador da empresa, quando da sua venda.

No Novo Mercado – segmento da BM&FBovespa para listagem de empresas que se comprometem voluntariamente a adotar práticas diferenciadas de governança corporativa – são admitidas apenas empresas com ações ON.

 

Ações ON

Os detentores de ações ordinárias nominativas (ON) têm o direito de votar nas assembleias da empresa. No entanto, na maioria das vezes, eles não têm poder de veto.

O direito de veto ganha relevância nos casos em que há divergências entre os acionistas controladores. Veja por exemplo o caso de uma empresa que tenha três sócios no controle e um deles discorda sobre determinado assunto na assembleia. Esse sócio pode, dependendo da circunstância, vir a ter direito de veto ao se juntar a outros minoritários detentores de ações ON.

O que torna as ações ordinárias mais interessantes para o investidor é o “tag along”. A Lei das Sociedades Anônimas determina que todo acionista com ações ON tenha direito de participar do prêmio de controle. Pela lei, esses acionistas possuem o direito de receber por suas ações no mínimo 80% do valor pago para o controlador em caso de venda da empresa.

Em função da evolução do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, a maioria das empresas que tem aberto o capital opta por esse segmento. A principal exigência desse mercado é que o capital social da empresa seja composto somente por ações ordinárias.

 

 

Qual a Rentabilidade ao Investir na Bolsa de Valores?

“Você Sabia Que 72% Dos Iniciantes na Bolsa de valores Investem Errado, Perdem Dinheiro e Desistem em 3 Meses? ”

timing bolsa de valores

 

Eu sempre vejo pessoas colocando datas especificas e papeis em especifico que se você tivesse comprado você teria ganho muito ou perdido muito, porém quando falamos em um investimento em ações temos que pensar no longo prazo. Pensar que teremos que aguentar quedas e altas e que mais importante do que o “timing”, ou seja, o momento de comprar ou vende é muito mais importante continuar investindo ao longo do tempo.

Em 2016 eu estive na maior feira de investimentos do Brasil, a EXPERT, idealizada pela XP Investimentos e me deparei com um pequeno livreto do J.P Morgan falando exatamente a mesma coisa, veja que se você tivesse perdido os melhores dias da bolsa de valores o seu retorno cairia em mais de 50% e mais interessante ainda é que isso não acontece somente no Brasil, mas no mundo inteiro.

 

É Seguro Investir na Bolsa de Valores?

Você já ouviu dizer que a bolsa de valores é um investimento de muito risco. Isso quer dizer que ao longo do tempo você terá ganhos e perdas muito grandes, mas que a longo prazo você terá um retorno superior aos investimentos de renda fixa.

Porém não pense que é uma boa ideia investir todo o seu dinheiro na bolsa de valores. Ao invés disso você deve separar somente uma parte do seu patrimônio e quanto maior esta parte, maior será o risco que você estará correndo.

É importante sempre manter outros investimentos, seja no Tesouro Direto, em fundos de renda fixa ou até investir em ouro. Assim caso ocorra uma baixa na bolsa de valores você não precisará vender suas ações em um mau momento.

Não há nada de errado em correr riscos, porém você deve fazer isso consciente, de modo responsável e de acordo com o seu perfil de investidor.

Antes de qualquer coisa, tenha em mente que investir na bolsa de valores não lhe dá qualquer garantia de retorno. Saiba que a informação é o seu melhor amigo no mercado de ações, e é preciso estudar muito bem tanto a empresa quanto o mercado antes de investir na bolsa de valores.

Outra virtude importante para investir na bolsa de valores é ter paciência. O fato de comprar uma ação não significa que o preço tem que subir. Muitos investidores iniciantes vendem ao primeiro sinal de uma leve queda, porém, quando o preço sobe novamente, se culpam por não ter tido paciência suficiente.

Como na imagem acima é mais vantajoso que você compre ações um pouco por mês de grandes empresas sólidas em seus setores e mantenha o investimento por longos períodos, somente assim você terá as vantagens de investir em ações. Se tiver medo de começar veja algumas alternativas que tenham Capital Protegido, como os COEs (Certificados de Operações Estruturadas).

 

 

Como Escolher Quais Ações Investir na Bolsa de Valores?

Esta é uma questão que sempre escuto dos meus clientes, “Mas Jonathan, que ação eu compro? ”, e eu sempre respondo com uma questão, quanto tempo você quer gastar analisando as empresas?

Se seu tempo é escasso recomendo que procure investir em fundo de ações que tenha um bom histórico de rentabilidade a pelo menos 3 ou mais, isso significa que o gestor sabe o que faz.

Se o seu tempo é um pouco menos problemático, você pode começar a fazer investimentos diretamente em ações e para isso você pode seguir estes 2 artigos que escrevi, são simples, mas extremamente funcionais e é isso que você precisa, lembra da imagem acima? Se perder os 10 melhores dias seu retorno cai mais que a metade.

 

Quais são os Principais Simuladores da Bolsa de Valores?

Os simuladores considerados “oficiais” e que são resultado de parcerias da BM&FBOVESPA (a bolsa de valores de São Paulo) são:

Folhainvest

O Folhainvest é uma parceria entre a BM&FBOVESPA e o jornal Folha de São Paulo. Ao se inscrever, cada você recebe um capital fictício de R$ 200 mil e algumas ações para tentar obter a melhor rentabilidade de sua carteira de ações. Além de aprender e simular os ganhos da sua carteira, os participantes concorrem a prêmios.

Visite: http://folhainvest.folha.com.br

 

UOL Invest

O UOL Invest, parceria entre a BM&FBOVESPA e o UOL, é um simulado totalmente gratuito, que oferece a você a oportunidade de conhecer o mercado de ações na prática, mas sem riscos. Além de aprender e simular os ganhos da carteira, os participantes ainda podem ganhar diversos prêmios, como cursos, viagens e passagens aéreas.

Visite: http://uolinvest.economia.uol.com.br

 

Como Investir na Bolsa de Valores Passo a Passo?

 

#1 – Abrir uma conta em uma corretora ou banco

A primeira coisa que você deve fazer é abrir uma conta em uma corretora ou banco. A conta bancária é necessária mesmo que você possua abra a conta em uma corretora, porque para enviar o dinheiro para a corretora você deve fazer uma transferência da sua conta bancária. Quando trabalhei em uma corretora muitos me perguntavam como fazia para transferir o dinheiro.

Por motivos de SEGURANÇA o dinheiro só entra na sua conta da corretora de uma conta bancária com mesmo CPF. Da mesma forma quando o seu dinheiro sair da sua conta na corretora ele só poderá ser transferido para uma conta de mesmo CPF.

 

#2 – Transferir o dinheiro para sua conta

Parece meio óbvio, mas você precisa transferir o dinheiro para a sua conta na corretora. É muito mais simples que você imagina. Basta pegar os dados bancários na página da corretora, após seu cadastro ter sido aprovado e fazer um DOC ou TED.

Se você possui dinheiro no banco é mais fácil ainda. No entanto, o banco não foca tanto em bolsa de valores e tendem a ter custos mais elevados e, no geral, não possuem um suporte tão bom para quem quer investir na bolsa de valores.

Se for uma TED, poucos minutos depois seu dinheiro está na corretora! Simples e fácil!

 

#3 – Começar a investir

Assim que o seu dinheiro estiver na sua conta, você já pode comprar, vender, enfim fazer o que quiser com ele. Por meio do Home Broker você pode comprar e vender ações pela internet.

Algumas corretoras também permitem que você compre fundos ou até mesmo cotas de clube pela internet, o que facilita bastante a vida do investidor.

Mas CALMA! Antes de tudo você precisa entender o que está fazendo!

Por isso sempre recomendo que você leia livros sobre o assunto ou faça alguns cursos antes de começar a investir.

 

5 Principais Erros (Para Evitar) ao Começar a Investir  na Bolsa de Valores

Uma boa forma de começar a investir na Bolsa de Valores é aprendendo o que não fazer.

Veja abaixo quais são os principais erros do investidor iniciante e fuja deles:

  1. Sonhar com dinheiro fácil do dia para a noite
  2. Abrir mão de ter um colchão de liquidez (reserva de emergência), que serve de proteção em eventos extraordinários
  3. Buscar informações apenas em grandes jornais e achar que está à frente dos demais investidores
  4. Esquecer que ganhos passados não são garantia de ganhos futuros
  5. Aplicar no curto prazo, ficar nervoso com a volatilidade e vender ao primeiro sinal de flutuação negativa.

 

Como escolher onde investir na bolsa de valores?

1 – Fique de olho nas taxas

Basicamente, existem duas taxas que você terá que pagar ao investir em ações com uma corretora (fique ligado algumas delas não cobram taxas):

  1. a) Taxa de custódia – É como se fosse uma mensalidade que a corretora cobra para manter seu cadastro ativo.

O valor pode variar de acordo com o seu pacote – algumas corretoras, como a XP Investimentos, inclusive nem cobram (mas é importante destacar que a isenção da cobrança não torna a corretora necessariamente melhor – ou pior – que as outras).

Uma análise mais ampla precisa ser feita para que a sua decisão seja bem acertada. Para isso, as dicas que você vai ler na sequência vão ajudar, fique tranquilo.

A respeito de valores, tenha em mente que as taxas podem chegar a R$ 40, dependendo da corretora.

  1. b) Taxa de corretagem: É um valor cobrado a cada compra e venda de ação que você executa.

Os valores podem ser fixos ou porcentagens sobre o valor da operação. As tarifas, bem como nas taxas de custódia, variam bastante dependendo da corretora. Mas, para referência, pense em algo em torno de R$ 7 a R$ 20 por transação.

 

2 – Peça indicações

O bom e velho boca-a-boca é sempre o melhor ponto de partida para escolher uma corretora.

Converse com amigos e familiares que já investem para colher impressões. Se você já foi meu aluno no curso Árvore da Riqueza, troque ideias com os colegas. Certamente terá boas dicas para começar.

Por fim, fique de olho neste artigo, porque eu acredito que o pessoal vai comentar com suas dicas. Alô, investidores: vamos ajudar quem está começando?

 

3 – Não defina sua escolha apenas pelo preço

Algumas corretoras vendem a ideia de preço baixo nas taxas de corretagem. Não que isso seja errado, mas vale um alerta, principalmente se você está começando: preço baixo, muitas vezes, tem a ver com um serviço mais limitado.

Ou seja, talvez você não tenha um bom suporte das corretoras “barateiras”. E, para quem está começando, isso pode ser desastroso.

É importante contar com um bom apoio, seja para entender o funcionamento do mercado, o sistema de compra e venda de ações (home-broker) ou tirar dúvidas quando bem quiser.

 

4 – Estabilidade do home-broker

Esse é um ponto importante para avaliar. O sistema de compra e venda de ações da corretora é confiável?

Para descobrir a resposta a essa pergunta, vale uma conversa prévia com a corretora, mas também (e principalmente) com pessoas que já utilizam o sistema.

Pode ocorrer de o sistema deixar você na mão quando você mais precisar. Essa é uma dor de cabeça que você não quer ter, acredite!

 

5 – Conteúdo para o investidor

A corretora fornece relatórios de mercado, boletins diários, estudos sobre empresas e setores, carteiras recomendadas? Esse material é muito importante para quem está começando.

Não que você deva aceitar e concordar com tudo o que recebe, mas bons conteúdos sobre o mercado de ações sempre são importantes para você aprimorar seu conhecimento e ter um ponto de partida para fazer suas próprias análises.

 

6 – Um bom atendimento é essencial

É possível que, agora, você esteja apenas em busca de um home broker confiável e um bom preço. Mas, cedo ou tarde, você precisará falar com alguém de carne e osso na corretora. Se a sua corretora não tiver um bom departamento de atendimento você irá se enfurecer.

Quais são os canais de atendimento que ela oferece? Os profissionais estão facilmente disponíveis para pequenos clientes? Chat em tempo real, e-mail e telefone de fácil acesso são fundamentais.

 

7 – Diversidade de produtos

É natural que você esteja pensando apenas em investir em ações em um primeiro momento, mas avalie que outros produtos a corretora oferece, como: fundos de investimento, mercado futuro, debêntures, títulos públicos, ouro.

Lembre-se que é importante diversificar não apenas a carteira de ações, mas a de investimentos como um todo.

 

8 – Prefira uma corretora independente

Boa parte dos bancos de varejo oferece a possibilidade de comprar ações através da internet banking, mas meu conselho é que você evite fazer isso por uma simples questão de foco.

O investimento em ações não é o produto central dos bancos. Já nas corretoras, sim. Isso, por mais simplista que pareça, já é um bom motivo para você levar seus investimentos para uma casa especializada.

Os bancos sempre vão tentar forçar a venda de produtos que são mais atrativos para eles e, em linhas gerais, não vão atender aos tópicos que listei anteriormente neste artigo.

 

Quais são os custos para investir na Bolsa de Valores?

É muito importante que você conheça os custos envolvidos em cada investimento antes de aplicar seu dinheiro.

Conheça os principais custos envolvidos no investimento em ações:

Corretagem

É o principal custo quando você compra ações por meio de uma corretora de valores. A taxa de corretagem pode ser um valor fixo ou um valor variável, proporcional ao volume total das operações realizadas. Esse custo varia de acordo com a corretora. Portanto, vale fazer uma pesquisa antes de decidir a instituição.

Taxa de custódia

É uma taxa cobrada pela corretora pela manutenção dos seus ativos sob guarda da instituição custodiante. Dependendo da corretora e do montante dos recursos aplicados, essa taxa pode até não ser cobrada.

Emolumentos, liquidação e registro

A BM&FBovespa cobra dos investidores taxas para cobrir os custos operacionais relacionados à realização de negócios no mercado de ações. São percentuais que incidem sobre o valor de cada operação feita no pregão. Para conhecer mais detalhes sobre esses custos, acesse o site: www.bmfbovespa.com.br.

 

Conhecer a tributação de cada uma de suas aplicações é fundamental para que você planeje melhor seus investimentos. A maior parte dos investimentos em renda variável tem alíquota de IR (Imposto de Renda) de 15%, mas é importante entender os detalhes.

O IR é um tributo cobrado das pessoas físicas e jurídicas sobre o rendimento recebido – seja em uma aplicação financeira, seja em uma atividade comercial ou profissional.

Nos investimentos em ações são cobradas as seguintes alíquotas:

 

Operações/AtivosImposto de Renda
Venda de ações15% sobre rendimento líquido* e 0,005% retido na fonte como antecipação.
Day-trade (operações iniciadas
e encerradas no mesmo dia)
20% sobre rendimento líquido* e 1% retido na fonte como antecipação.
DividendosOs ganhos com dividendos são isentos, pois o lucro que lhes deu origem já foi tributado.
Juros sobre capital próprio15% sobre o valor pago pela empresa ao acionista.

*Base de Cálculo de IR = preço de venda – (preço de compra + custos de transação)

Estão isentos do IR os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações no mercado à vista de ações, caso o valor vendido em cada mês seja igual ou inferior a R$ 20.000 para o conjunto de ações.

O IR deverá ser recolhido via DARF (Documento de Arrecadação da Receita Federal) até o último dia útil do mês subsequente ao da venda das ações.

 

Conclusão

Com esse guia completo sobre Como Investir na Bolsa, você tem em mãos todos os detalhes para dar o primeiro passo.

Bolsa não é aposta e aplicar no mercado de ações não se trata de prever o futuro.

Agora, você já sabe:

  • Como escolher uma corretora
  • O que é o home broker
  • Horários de funcionamento da Bolsa
  • Identificação dos tickers e tipos de ações
  • Como montar uma estratégia de investimentos

E o mais importante: onde buscar informação de qualidade para investir com segurança e potencializar a multiplicação do seu patrimônio.

Para saber mais sobre investimentos, acompanhe diariamente nossas newsletters

 

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About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador do Blog London Capital e assessor de investimentos na New York Capital empresa de assessoria de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.