Como Comprar Ações - 4 Dicas para Ser Acionista, Investidor ou Especulador na Bolsa de Valores | Blog London Capital

Como Comprar Ações – 4 Dicas para Ser Acionista, Investidor ou Especulador na Bolsa de Valores

By Jonathan Camargo

Invista Melhor | Acumular, Rentabilizar e Proteger

Junte-se aos aos nossos milhares de investidores inteligentes e seja o primeiro a receber as nossas novidades e dicas de como acumular mais recursos, rentabilizar melhor seus investimentos e proteger seu patrimônio.

Entenda como comprar ações e ganhar dinheiro com isso

Uma das dúvidas mais comuns para quem está começando a se interessar pelo mundo dos investimentos é de como comprar ações e operar na Bolsa de Valores.

De início esse pode parecer um assunto complexo para muitos, mas se tornar um investidor da bolsa é um processo mais simples, rápido e acessível do que se pensa. Se feito da forma correta, pode ser uma ótima forma para se ganhar dinheiro e rentabilizar seu capital. É um tipo de investimento que está pode estar ao alcance de todos e pode ser feito com praticamente qualquer quantia e sem grandes complicações ou burocracias.

Antes de seguir lendo este artigo quero te convidar a baixar um dos nossos [EBOOKs LONDON] link aqui. É um PDF para download gratuito que será enviado diretamente para sua caixa de e-mail. Os assuntos são variados, desde aposentadoria a investimentos específicos, através destes conteúdos, procuramos passar estratégias e dicas práticas para você usar no dia-a-dia como investidor.

Se você ainda não baixou faça agora, neste link.

Quer saber mais sobre como operar na Bolsa? Então continue lendo:

O que são Ações

As ações são títulos que representam uma pequena parte de uma empresa. Quando a companhia quer abrir seu capital no mercado, ela divide seu patrimônio em diversas cotas — as ações — que são distribuídas entre os interessados em adquiri-las e, assim, se tornam acionistas do negócio.

Ou seja, quando um investidor compra uma ação da empresa, ele passa a ser sócio dela, ganhando o direito de receber parte de seus lucros. Quanto mais ações alguém possuir, maior é o seu percentual de participação na empresa. Além disso, o investidor pode se desfazer dessas ações a qualquer momento, oferecendo-as na bolsa de valores para quem quiser comprar.

Como funciona a Bolsa de Valores

A Bolsa de Valores é o ambiente em que são negociadas as ações das empresas abertas, além de outros tipos de investimentos. Ela funciona como um mercado, no qual investidores que ofertam seus papéis encontram compradores interessados em adquiri-los.

As corretoras de valores são instituições que fazem o intermédio dessa negociação. Dessa forma, todo mundo que tem interesse de comprar e vender ações precisa primeiro abrir uma conta em uma corretora. Será por meio dela que o investidor poderá acessar o mercado e começar a investir de fato na bolsa de valores.

Tipos de Ações e Investimentos

No mercado brasileiro, toda ação é representada por um código formado por quatro letras que identificam a empresa e por um número que representa o tipo da ação.

Na bolsa de valores, as ações podem ser classificadas em dois tipos:

Ordinárias (ON)

Quem possui ações desse tipo tem o direito de votar em assembleias gerais da empresa e decidir os rumos da companhia. O indivíduo ou o grupo que possuir mais ações ordinárias terá o controle da companhia nas mãos.

Os acionistas detentores dessas ações também recebem os lucros distribuídos pela empresa, porém em uma proporção menor em relação aos donos de ações preferenciais. As ações ON são representadas pelo número 3 depois do código da empresa.

Preferenciais (PN)

Quem possui essas ações não tem o direito de participar das assembleias, mas tem preferência na distribuição dos lucros da companhia, em uma porcentagem maior que os donos das ações ordinárias. Caso a empresa decrete falência, os acionistas preferenciais serão os primeiros a receberem sua parte. As ações preferenciais são representadas pelo número 4 ou 5 depois do código da empresa.

Como Comprar Ações na Bolsa de Valores

Individualmente

Toda pessoa pode comprar e vender as ações que quiser diretamente. Abrindo uma conta em uma corretora, o investidor passa a ter acesso a um sistema eletrônico que contém todas as informações disponíveis para operar no mercado comprando e vendendo ações.

O nome desse serviço é home broker e ele pode ser acessado pelo site de uma corretora. Ele enviará as ordens de compra ou venda pela internet e, de forma automatizada, elas entraram no sistema da bolsa de valores e serão executadas. Essas operações também podem ser realizadas pelo investidor por telefone: a pessoa liga para sua corretora e informa o que deseja comprar ou vender ao operador, que lançará as ordens no sistema.

Para escolher quais ações comprar, o investidor pode contar com a ajuda da corretora, tirando dúvidas e conhecendo análises de mercado que vão orientá-lo melhor a investir da forma certa. Ao investir diretamente na bolsa você tem a vantagem de criar a carteira de investimentos que quiser, sem precisar aceitar decisões de investimentos feitas por terceiros, como bancos e fundos de investimento. Essa personalização trará ao investidor uma relação risco-retorno muito mais alinhada ao seu perfil e seus objetivos financeiros.

Fundos de investimento

Os fundos de investimentos funcionam como um condomínio financeiro. O investidor entra no fundo aplicando certa quantia de capital, que será convertido em cotas. Dentro do fundo, um gestor especializado tomará as decisões de comprar ou vender uma ação, utilizando todo o capital investido pelos cotistas. O lucro ou prejuízo desses investimentos será repartido entre cada um dos investidores do fundo, proporcionalmente à sua participação.

Cada fundo tem suas próprias regras e características, e os clientes devem ser informados sobre sua metodologia e o grau de risco de seus investimentos. Assim, uma pessoa que quer aderir a um fundo precisa conhecer antes e concordar com suas políticas de investimento, especificada em seu estatuto.

Pelos seus serviços, os fundos cobram uma taxa de administração — uma porcentagem do capital aplicado pelo investidor que pagará pela gestão e administração do fundo. Além dela, cobra-se também a taxa de performance, uma “bonificação” dada ao fundo sempre que ele rende mais de um indicador financeiro de referência. Na maioria das vezes, esse indicador é o próprio índice Ibovespa.

Clubes de Investimento

Os clubes de investimento funcionam de forma parecida com os fundos, mas com um caráter menos formal. Um grupo de pessoas próximas, como familiares ou amigos, pode se reunir e abrir um clube, desde que tenha pelo menos 3 participantes e no máximo de 50.

Diferentemente dos fundos, os clubes de investimento não necessitam de um profissional certificado para se responsabilizar pelas operações, mas apenas de um representante que faça as operações junto a corretora. Por isso, os clubes têm mais liberdade e democracia na decisão de onde e como deverá ser investido o capital do grupo.

Todo investidor que se preze precisa dominar e entender como se investe em ações. Ter esse tipo de aplicação em sua carteira de investimentos é fundamental para qualquer um que queira de verdade ganhar dinheiro investindo. Existem várias formas de se investir na bolsa e comprar ações; a melhor forma será, como sempre, aquela que mais se adequar ao seu perfil e objetivos financeiros. Por isso, é sempre bom ter na ponta do lápis seu planejamento financeiro, para saber exatamente quais são as melhores possibilidades que o mundo dos investimentos te oferece.

Tipos e Prazos de Operações na Bolsa de Valores: Day trade, Swing trade, Position trade e Buy and Hold

Day Trade, Swing Trade, Position Trade, Buy & Hold, etc. São tantos os termos complicados, que fica difícil entender do que eles tratam num primeiro momento, mas, por incrível que pareça, todos esses nomes tratam da mesma coisa; o prazo das operações na bolsa de valores.

Cada tipo de investidor tem um objetivo e, conseqüentemente, um prazo de operação diferente dentro da bolsa. Alguns investem para o longo prazo, já outros preferem especular no curto prazo, mas todos devem saber de antemão o que esperam e para quando esperam os resultados. Neste artigo vamos abordar e tentar esclarecer os principais conceitos que envolvem os prazos de operações.

Day Trade

É a modalidade de negociação que ocorre no mesmo dia, ou seja, o investidor nunca leva a operação para os próximos dias, ele sempre zera a operação no mesmo dia em que ela foi iniciada.

Não importa se ele compra na primeira hora do pregão e vende na última hora ou se compra as 11h55 da manhã e vende as 11h59, ambas as operações são chamadas de Day Trade.

O day trader utiliza basicamente a análise gráfica, com gráficos intraday de 1min, 5min, 15min, 30min e 60min (os mais comuns). Também opera ativos de alta liquidez, que possibilitem entradas e saídas rápidas. Ele não pode correr o risco de não encontrar compradores ou vendedores quando quiser encerrar sua operação.

Day Trade exige bastante conhecimento em análise gráfica, alto grau de disciplina e uma estratégia bem formada antes de iniciar uma operação. O day trader procura ganhos pequenos e rápidos, algo como 0,5%, 1%, 2%, ou poucos centavos, tudo em um único dia. Pode parecer pouco, mas se ele conseguir esse tipo de ganho ao longo do tempo, a soma no final será bastante interessante.

O day trader precisa ter tempo disponível para operar no mercado, além de pagar uma tributação alta; 20% sobre o lucro, sendo que não há limite de isenção. Ele também gasta mais em corretagens.

Swing Trade

Consiste em um prazo um pouco maior que o Day Trade, cerca de 1 a 5 dias, não mais que isso. Quem utiliza essa modalidade também se baseia na análise gráfica, em geral, utilizando gráficos diários e semanais, buscando ganhos maiores que o day trader, algo em torno de 5%, 6%, 8% em poucos dias.

Exige paciência e estratégia bem definida para tentar capturar os movimentos mais fortes das ações. O swing trader opera menos vezes, procurando acertar o ponto exato de reversão dos movimentos de curto prazo. Também é necessário um bom conhecimento em análise gráfica e muita disciplina. A liquidez dos ativos operados pode ser um pouco menor que no caso do Day Trade, mas também se exige uma boa liquidez dos papéis. Também é necessário que se tenha tempo para operar no mercado.

Position Trade

É o prazo de operação que pode ir de algumas semanas a alguns meses, dificilmente passando de 3 ou 4 meses. Também é baseado em análise gráfica, sendo os tempos gráficos mais comuns os semanais e mensais, mas pode contar com a análise fundamentalista como aliada na escolhas de boas empresas.

Busca-se um retorno maior que nos prazos menores, algo acima de 10%, 15%, 20%. Também pode ser utilizado por investidores que mantém posições em derivativos e operam cobertos, oferecendo as ações como garantia durante o prazo das operações.

Também exige bom conhecimento em análise gráfica e uma boa estratégia definida antecipadamente. A liquidez dos ativos negociados pode ser bem menor que no caso do Day Trade e do Swing Trade, pois o investidor tem mais tempo para entrar ou sair de uma posição.

Médio Prazo

O prazo pode ir de semanas ou meses a até poucos anos. Não há uma estimativa de retorno específica e o investidor não precisa ser um ótimo trader e nem possuir bons conhecimentos em análise gráfica e fundamentalista, apesar de ser altamente recomendável, principalmente noções de análise fundamentalista. Em geral, quem opera nesse tipo de prazo procura por ações de boas empresas, também conhecidas como Blue Chips.

É comum o investimento nessa modalidade para a aquisição de algum bem no médio prazo, caso o investidor, baseado em suas análises, julgue que o mercado acionário oferecerá um bom retorno, algo acima da renda fixa, durante esse prazo. Vale lembrar que não se deve aplicar dinheiro que será necessário no curto prazo em operações de bolsa de valores.

Longo Prazo e Buy & Hold

São as modalidades que apresentam os maiores prazos, podendo passar de 10, 20, 30, 40 anos de aplicação. Também não existe uma estimativa de retorno pré-definida e o investidor não precisa possuir grandes conhecimentos em análise gráfica.

É a mais fácil das modalidades para o investidor comum. Existe um forte movimento de pessoas que afirmam que tal modalidade nem sequer constitui uma estratégia, por ser algo completamente passivo.

Em contrapartida e em defesa do método, o Buy & Hold não consiste apenas em comprar e “esquecer” as ações aplicadas ao sabor do acaso, mas, sim, em fazer compras permanentes, buscando além de formar uma poupança, também ajustar o preço médio das ações com o objetivo de isolar a volatilidade no longo prazo.

É altamente aconselhável que o investidor possua algum entendimento de análise fundamentalista, pois, ao longo dos anos, é importante que se faça um balanço para verificar se as empresas continuam com boas perspectivas de crescimento e geração de lucros futuros, caso contrário, anos e anos de poupança e trabalho duro podem se transformar em ruínas. Esse tipo de investidor se preocupa em investir somente em boas e sólidas empresas, em geral, a maioria das Blue Chips.

A história mostra que o Buy & Hold apresentou rentabilidades acima de outros tipos de investimentos, porém, acreditar firmemente no passado pode não significar um bom negócio, afinal, rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.

O investidor de longo prazo busca obter um rendimento no futuro que possa bancar ou complementar sua aposentaria através de dividendos, ou ainda, busca se desfazer de parte de suas ações ao longo de tempo para aplicar em renda fixa ou imóveis, como forma de proteção de parte do capital conquistado.

Apesar de serem modalidades muito semelhantes e que podem se confundir ao longo dos anos, podemos dizer que o investidor de longo prazo é aquele que busca períodos de aplicação de 10 a 20 anos, talvez pelo fato de ter entrado tarde na bolsa, e que o investidor que pratica Buy & Hold busca períodos maiores, cerca de 30 a 40 anos, chegando até a não utilizar o capital investido para deixar para seus filhos e netos.

[Webinar] Daytrade, Swing Trade, Buy and Hold e Investir em Ações para Longo Prazo – com Tiago Lacerda do Blog Aprenda Investimentos

Gostou do nosso post? Ficou interessado em saber mais sobre como comprar ações e investir na bolsa de valores? Então baixe agora gratuitamente o nosso e-book Desmistificando Investimentos e aprenda mais sobre o assunto!

 

Quer Receber Mais Conteúdos Como Este?

Junte-se aos aos nossos milhares de investidores inteligentes e seja o primeiro a receber as nossas novidades e dicas de como acumular mais recursos, rentabilizar melhor seus investimentos e proteger seu patrimônio.

Follow

About the Author

Jonathan B Camargo, Co-Fundador do Blog London Capital e assessor de investimentos na New York Capital empresa de assessoria de investimentos que tem como objetivo exclusivo assessorar pessoas físicas de elevado patrimônio, holdings familiares e empresas de participações com alta disponibilidade líquida para investimentos, sempre valorizando a privacidade dos negócios, aliada à solidez da XP INVESTIMENTOS.